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terça-feira, 1 de abril de 2025

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Leituras no Metro - 996

Lisboa: Vega, 2018

Para mim, Mary Shelley só tinha escrito Frankenstein, obra que não aprecio muito, devido ao tema. Foi uma grande surpresa quando soube desta história que a escritora escreveu para Laurette, filha do casal Mason, amigos dos pais de Mary Shelley e dela própria.
Sabia-se pelo diário de Mary Shelley que ela tinha redigido esta história em 1820, mas pensava-se que o texto estava perdido. 
Mary e Percy Shelley estão em Pisa em 1919 onde conhecem esta família, com a qual tinham muitas ideias em comum. Voltam no ano seguinte àquela cidade italiana e é nessa altura que Mary redige Maurice, uma história muito humana, para a sua amiga Laurette.
Em 1997, Cristina Dazzi, casada com um trineto de Nerina, irmã de Laurette, encontra o manuscrito «numa caixa, com outros objetos da família, guardada na biblioteca da Casa Cini, em San Marcello (Itália)». (p. 6)
O livro é traduzido por Rogério Miguel Puga que assina também um excelente prefácio sobre a obra e seu enquadramento.

Marcadores de livros - 1175



domingo, 29 de julho de 2018

Mary Shelley

Samuel John Stump - Mary Shelley, 1831 
Amelia Curran - Retrato de Percy Bysshe Shelley, 1819


Fui ver o filme sobre Mary Shelley, de que gostei. Não sou grande fã de Frankenstein, mas aprendi que a figura retrata (é uma alegoria) foi inspirada nas relações entre este casal. Talvez um dia releia a obra com outros olhos.
Gosto muito do livro de Shelley Defesa da poesia. Infelizmente é um poeta pouco traduzido em Portugal.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

A arte do retrato


Richard Rothwell, Mary Shelley, National Gallery, Londres.

Gosto imenso deste retrato desta extraordinária mulher, uma das mais interessantes da primeira metade do século XIX, que apesar do difícil casamento com Shelley, da perda prematura de três dos quatro filhos, dos suicídios familiares e sobretudo da morte por afogamento do próprio Shelley no Golfo di Spezia, ainda conseguiu deixar-nos meia dúzia de romances, contos, novelas e relatos de viagens. E continua a ser lida, duzentos anos depois, tanto por Frankenstein como pelo menos conhecido mas muito bom The Last Man ( 1826 ).

terça-feira, 30 de agosto de 2011

A arte do retrato - 34

Richard Rothwell ( 1800-1868 ), Mary Shelley, 1840, óleo sobre tela, National Portrait Gallery, Londres.

A escritora inglesa nasceu a 30 de Agosto de 1797.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Da minha biblioteca - 13


Depois de ler uma postagem do Arpose, aqui ficam os dois primeiros volumes da primeira trilogia frankensteiniana criada por Dean Koontz. Não é de forma alguma uma continuação do livro de Mary Shelley, embora a premissa geral da série seja a sobrevivência do Monstro até aos nossos dias.
Li com muito agrado a primeira trilogia, e recentemente o primeiro volume da segunda trilogia. O segundo volume sairá no próximo Maio e espero que não demore muito a chegar cá. Entretanto, já estão traduzidos e à venda os volumes da primeira trilogia.
A recepção desta adaptação foi enorme, com gigantesco sucesso de vendas nos EUA e globalmente, ou não fosse Koontz um dos grandes mestres da literatura fantástica e do thriller.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Pintar a solidão - 9

- John Martin, The Last Man , 1849, óleo sobre tela,
Walker Art Gallery, Liverpool.

Este último homem do grande pintor romântico britânico John Martin, é uma boa ilustração de uma solidão que, por enquanto, pertence à ficção- a solidão dos últimos humanos. Martin inspirou-se numa novela de Mary Shelley, chamada precisamente The Last Man , publicada em 1826, e que versa sobre a extinção da raça humana devido a uma epidemia.
Há outra versão do quadro, uma aguarela datada de 1833, que é a minha preferida pelo tratamento da cor. Infelizmente, não consegui encontrá-la na internet, embora me pareça que também está em Liverpool. Como é sabido, este tema inspirou muitos outros pintores, escritores e cineastas no século seguinte. Não nos faltam hoje ficções sobre o fim da humanidade, e sobre a extrema solidão de quem ficar para o fim.
No que respeita à pintura, parece-me que Martin foi pioneiro.