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terça-feira, 12 de abril de 2022

Heroínas românticas

Léopold Burthe - Ofélia, 1851

Esta exposição, que pode ser visitada no Musée de la Vie Romantique (Paris) até 4 de setembro, mostra uma centena de obras (pinturas, esculturas, manuscritos e objetos de arte)  e convida o público a descobrir heroínas revisitadas ou inventadas pelo Romantismo. Esta exposição permite tecer laços entre as Belas Artes, a literatura e o teatro que desempenham no século XIX um papel fundamental na difusão de um heroísmo feminino com conotações trágicas. Sappho, Joana d'Arc, Maria Stuart, Heloísa, Julieta, Ofélia ou ainda Atala: estas mulheres, cujas narrativas dramáticas são conhecidas, ancoram no imaginário coletivo da época uma certa visão do feminino. Nas belas-artes, como na literatura ou na música, a heroína romântica vive paixões fortes, sente desespero e melancolia, ama e morre de amor. Os artistas românticos, levados pelo gosto do drama, fazem destes destinos temas para as suas composições. Estas mulheres diáfanas e frágeis figuram em obras de Eugène Delacroix, Anne-Louis Girodet, Théodore Chassériau, Antoine-Jean Gros, Léon Cogniet ou Léopold Burthe.
Ler mais aqui. E vejam aqui aspetos da exposição.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

L'ŒIL DE BAUDELAIRE


Imaginar uma exposição que ponha em diálogo os textos do jovem poeta e as obras de arte que ele comenta, é proporcionar ao visitante penetrar nas grandes páginas escritas sobre os Salons de 1845 e de 1846 que são um marco na história da crítica de arte. 
Estão expostas uma centena de pinturas, esculturas e estampas evocadas por Baudelaire.
A exposição explora a paisagem artística dos anos 1840, apresentando à volta dos artistas conhecidos na época – Delacroix, Ingres, Corot, Rousseau ou Chassériau – pintores que o seduziram ou irritaram. A mostra, que abre hoje no Musée de la Vie Romantique, em Paris, e pode ser vista até 29 de janeiro de 2017, permite descobrir a modernidade que molda o poeta face às linguagens artísticas que despontam então em Paris, espelhadas principalmente em Manet.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Lá fora : Interiores do séc.XIX


As 80 aguarelas da colecção Eugene Thaw, oferecidas pelo famoso coleccionador ao Museu Cooper-Hewitt de Nova Iorque, estão expostas, até 13 de Janeiro de 2013, no Musée de la Vie romantique de Paris. Graças a elas temos acesso aos salões, salas de fumo e boudoirs da aristocracia e da burguesia do séc.XIX.

Intérieurs romantiques Aquarelles 1820-1890.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Lá fora - 31 : Da vida romântica



Não pude visitar este museu de Paris, aquando da minha última visita à Cidade-Luz, pois que o tempo era escasso, mas ficou "agendado". Além das colecções, são organizadas exposições-estando agora patente esta sobre o "diálogo de ateliers" entre Picasso e Crommelynk, bem como leituras, concertos no Verão e uma bela casa de chá, tudo enquadrado na atmosfera romântica que domina este palacete que foi a casa do artista Scheffer.
Musée de La Vie Romantique, 19 , rue Chaptal , IX Arrondissement.