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sábado, 8 de agosto de 2009

Petits Morceaux de Bonheur: 8 - As Crónicas de Pedro S. Guerreiro

Uma dos elementos que mais aprecio em Portugal (para além da luz, do Sol, da largueza do Tejo, do mar e da temperatura amena) é a visão do mundo expressa por Pedro S. Guerreiro, o actual director do "Jornal de Negócios" (e contribuidor da revista "Sábado"). As suas crónicas apresentam perspectiva, estrutura, análise e (admito que possa ser relativa) independência que raramente encontro na imprensa nacional, seja qual for o meio.

Para mim, é de longe o melhor jornalista a trabalhar actualmente em Portugal (admitidamente, o tema de 'negócios' é-me profissionalmente mais próximo).

Petits Morceaux de Bonheur: 7 - Hand Wash Molton Brown



Os produtos da Molton Brown vendem-se desde 1973, quando começou um cabeleireiro com o mesmo nome em Mayfair, Londres. O leque de produtos é abrangente, sendo os meus favoritos os hand wash de rosé granati e blu maquis. Mais recentemente, fui-me tornando adepto das velas aromáticas.





sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Petits Morceaux de Bonheur: 6 - Smythson Panama Notes


Prova irrefutável de que a tecnologia pode fazer maravilhas no mais tradicional dos objectos, o bloco de apontamentos "Panama" da Smythson é uma das minhas ferramentas de trabalho mais agradáveis ("el librito de paroco de João", como o imortalizou uma das minhas colegas em Miami).

A tecnologia de papel "featherweight", registada em 1916, consegue metade do peso e da espessura do papel normal, para criar uma agenda muito prática e portátil. Adicionalmente, o que seria invulgar em papel tão fino, a tecnologia permite utilizar tinta permanente sem esborratar.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Petits morceaux de bonheur: 4 - Tetsuya's

Confit of Petuna Tasmanian Ocean Trout with Konbu, Apple, Fennel and Witlof, Wikipedia

Ontem tive a boa fortuna de voltar a jantar no "Tetsuya's", que recentemente voltou a repetir a proeza de ser eleito o Melhor Restaurante da Australásia na San Pellegrino World's 50 Best Restaurants. A nível mundial, ocupa a 9ª posição, tendo descido da 5ª no ano passado ( o #1 é pertença reiterada de "El Bulli", em Espanha).


A "experiência" vive-se melhor com o menu de degustação com vinhos a condizer, sendo servidos doze experiências de mariscos, peixes, carnes e sobremesas (embora também exista a variante vegetariana, que na maior parte dos pratos consegue reproduzir visualmente a opção carne/peixe). A imagem reproduzida é a do "signature dish".


A lista completa dos "50 mais" pode ser consultada em http://www.theworlds50best.com/2008_list.html

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Petits morceaux de bonheur: 3 - iPods from outer space


Hoje de manhã, ao atravessar uma avenida larga que faz de marginal ao cais de Woolloomolloo, em Sydney, dei por mim a reparar nos meus três ou quatro companheiros de travessia – estávamos todos com os incriminatórios fiozinhos brancos a entrar no cérebro. Estávamos todos com um ar de satisfação com a companhia matinal (no meu caso, era Burt Bacharach). Surpreendido, fiquei a pensar qual seria a ideia com que ficaria um habitante do planeta terra dos anos 50 (foi uma imagem bastante Douglas Sirk – ou Todd Haynes direccionada, confesso). Creio que ficariam estupefactos por verem os seres humanos com fiozinhos ligados ao cérebro e foi há tão pouco tempo!

Já que parece ser um fenómeno universal, ao menos que alinhemos pelo modelo (red): sempre se contribui para causas humanitárias. Ninguém vai saber – excepto o portador.

domingo, 15 de junho de 2008

Petits morceaux de bonheur: 2 - Nespresso Volluto

Um dos pequenos prazeres caseiros é tomar um volluto enquanto se vêem os barcos a passar pela Opera House e um clássico em DVD marca o bioritmo.

Petits morceaux de bonheur: 1 - Macarons


Há uns anos numas férias em Cap d'Ail com um grupo de amigos, fui introduzido aos macarons - "petits morceaux de bonheur" (que se poderia traduzir por 'pequenos bocadinhos de felicidade'). Rapidamente concordei com a definição. Os macarons são doces circulares e espalmados, com duas bolachas unidas por um créme. São feitos de ovos, amêndoa e açúcar, com múltiplos sabores (clássicos como chocolate, limão ou caramelo, ou mais originais como rosa, trufa ou violeta). Originalmente, foram criação da casa parisiense Ladurée no início do século XX, com casa de chá situada no 16, Rue Royale, perto da Madeleine (apesar de aparecerem com grande protagonismo na predilecção de Maria Antonieta no final do século XVIII em Marie Antoinette, de Sofia Coppola -- ilustra perfeitamente a busca das pequenas felicidades, como os ténis All Star no meio dos sapatos da rainha ilustram - a meu ver bem - a sua juventude).

Lembrei-me deles esta semana: ao jantar no Jacques Reymond em Melbourne esta semana fui presenteado com um excelentes macarons com o café. Voltei a entrar mentalmente no bulício da casa de chá / pâtisserie com céus barrocos com anjos bochechudos, quer no flâner despreocupado de férias, quer na corrida desenfreada para passar por lá antes de sair para o aeroporto em viagens de trabalho. A Lindt em Sydney apregoa possuir macarons; hei-de testar se são parecidos.