Prosimetron

Prosimetron
Mostrar mensagens com a etiqueta Rolando Villazón. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rolando Villazón. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Pescadores...

Talvez seja o desejo de viajar até à China que me leva a partilhar a cultura do país.

PESCADORES DE MACAU E O CULTO DE CHU TAI SIN,
no Museu do Oriente

«26 Fevereiro a 19 Abril

A pesca e os pescadores são parte intrínseca da história de Macau. Esta comunidade que, no princípio do século XX, constituía cerca de um terço da população, tinha a particularidade de ser flutuante no sentido literal do termo: os pescadores nasciam, viviam e morriam a bordo das embarcações. Confrontados diariamente com a precariedade da vida, atribuíam à actividade religiosa um papel crucial. Chu Tai Sin, divindade taoísta patrono dos pescadores, é um dos deuses a que recorrem em situação de aflição. Anualmente os crentes congregam-se num barco transformado em templo para participar na festividade Da Jiu realizada em sua honra. Esta tradição faz parte do património intangível de Macau embora, actualmente esteja ameaçada.

Esta exposição pretende dar a conhecer a origem e natureza do culto de Chu Tai Sin em Macau bem como a arte popular de escultura de ídolos sagrados. Esta arte foi desenvolvida face às solicitações dos pescadores e encontra-se inscrita na lista do património cultural imaterial da China.
Ao percorrer a exposição o visitante terá a oportunidade de ver objectos rituais e fotografias das diferentes cerimónias que integram a festividade Da Jiu. Parte do espaço expositivo evoca a organização do espaço ritual no templo flutuante. A mostra está ainda enriquecida com documentários permitindo ao visitante ter uma melhor percepção da vivência desta celebração.

À semelhança dos pescadores que, terminada a festividade, regressam às respectivas embarcações, munidos de amuletos e talismãs, os visitantes são convidados a levar consigo amuletos que poderão produzir com carimbos rituais disponibilizados para o efeito.

Numa perspectiva que cruza etnografia, arte e história, esta exposição aborda uma manifestação cultural popular em vias de extinção, contribuindo assim para preservar o conhecimento sobre este elemento singular do do património intangível de Macau.

A DECORRER EM PARALELO:
27 Fevereiro
Mesa Redonda
MUSEUS E PATRIMÓNIO INTANGÍVEL - CASOS DE ESTUDO DE MACAU
Entrada Livre
Programa detalhado clique aqui

27 e 28 Fevereiro, 1 Março
WORKSHOP TÉCNICA TRADICIONAL CHINESA DA FOLHA DE OURO»
Site do Museu do Oriente


sábado, 12 de abril de 2014

Je crois entendre encore


Um cenário fabuloso de Jean-Marc Puissant para a ópera Os Pescadores de Pérolas de Georges Bizet.
Fotografia de Ken Howard, daqui
Jean-Marc Puissant - Project 1: Les Pêcheurs de Perles / Project 2: Aeternum

«Throughout the performance, the physical relationship between the two worlds allows the staging to reflect a range of different notions.
In this scene, downstage, Nadir and Zurga remember the times when, in their youth, their first saw and fell in love with Leila. Upstage, within the quote of the frame, we see their younger selves living this intense moment, bathed in the nostalgia of memory, standing against the natural Santa Fe sunset.
Act 1: "Au fond du temple saint..."»

terça-feira, 6 de julho de 2010

Franz Lehár - Compositor Húngaro!

"Das Land des Lächelns", No País dos Sorrisos, opereta em três actos de Franz Lehár.



Plácido Domingo, Rolando Villazón e Anna Netrebko
A beleza no país dos sorrisos.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Dein ist mein ganzes Herz - "Das Land des Lächelns"

Procurei Rolando Villazón no Prosimetron, não encontrei, mas é natural que já tenha sido colocado. Resolvi trazer aqui Rolando Villazón, Anna Netrebko (já colocada em outras ocasiões) e Placido Domingo. Com um sorriso :) porque estamos nesse país...



Luís, aproveito para agradecer a si e a todos as mais-valias que o blogue providencia! Comecei agora a ouvir Rolando Villazón. Não sei se a pista veio do blogue, sinceramente não me recordo, mas a partilha é sempre positiva e é preciso estar desperto para a receber.