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segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Leituras no Metro - 3001
Lisboa: Bertrand, 2020.
«Não que tenha de estar lá, os livros são uma magia singularmente portátil. Costumo ouvir um livro quando estou no carro (sempre a versão integral, considero os audiolivros abreviados péssimos) e levo outro comigo para onde quer que vá. Nunca se sabe quando se vai precisar de uma válvula de escape: filas de quilómetros em portagens, o quarto de hora que tem de perder no corredor de alguma faculdade enquanto espera que o orientador [...] saia para conseguir finalmente a assinatura dele num pedido de dispensa, portas de embarque em aeroportos, lavandarias em tardes chuvosas e, o pior de tudo, consultórios médicos quando o sujeito está atrasado [...]. Nessas horas, para mim, um livro é vital. Se eu tiver de passar um tempo no purgatório antes de ir para um lugar ou outro, acho que não sofrerei muito se houver uma biblioteca que empreste livros [...].
«Leio onde posso, mas tenho um lugar predileto, como o leitor também deve ter - um lugar com boa luz e vibrações positivas. Para mim, a cadeira azul que fica no escritório. para outros, pode ser o sofá na varanda, a cadeira de balouço na cozinha ou talvez a cama - ler deitado pode ser uma maravilha, desde que a iluminação seja boa [...].» (p. 102)
terça-feira, 21 de setembro de 2021
terça-feira, 23 de junho de 2015
Cinenovidades
Um thriller que adapta um livro de Joe Hill, o talentoso filho de Stephen King, E o protagonista é o crescido Daniel Radcliffe, mais conhecido mundialmente como Harry Potter .
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Cinenovidades - 56 : Stephen King por J.J. Abrams
Stephen King é um génio, e J.J. Abrams, de que já falei aqui no blogue e é mundialmente conhecido graças a Lost e à nova versão de Star Trek, é outro. Sendo fã dos dois, fiquei obviamente entusiasmado com a notícia de que Abrams vai ocupar-se da adaptação cinematográfica de The Dark Tower, o épico em 7 volumes de King. O meu nerdómetro ficou ao rubro.segunda-feira, 25 de maio de 2009
Da Esperança
De "Os Condenados de Shawshank/The Shawshank Redemption " (1994), realizado e escrito por Frank Darabont, baseado numa novela de Stephen King. Produção de Niki Marvin. Música Thomas Newman. Andy (Tim Robbins) tranca-se no gabinete do director da prisão e toca Mozart no sistema de rádio, para espanto dos demais residentes, entre os quais se encontra “Red” (Morgan Freeman), a quem mais tarde explica a necessidade da música.
Etiquetas:
Cenas do Cinema Contemporâneo,
Cinema,
Stephen King
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