
" (...) Na Europa, só as da Bulgária, Bielorrússia e Lituânia têm uma fronteira de verde e vermelho, opção que nem o desejo de varrer o azul monárquico legitima. E a esfera armilar com o brasão de armas parece anacronismo ou coisa para monarquias(Espanha), principados(Liechtenstein e Andorra), enclaves (San Marino) e cidades-estado(Vaticano) . Não temos a bandeira mais ridícula da Europa por causa de Chipre, que amedrontado vai hasteando um mapa, nem a mais feia graças à Bósnia-Herzegovina e ao macedónio que desenhou o símbolo da sua pátria sob o efeito de opiáceos. Ainda assim, mesmo sem ter sido o estandarte aprovado pela Constituinte de 1911, basta pensar nas mascotes que se desenham por aí para perceber que um novo concurso seria uma imprudência.(...) "
- Vasco M. Barreto, Metro, 9 de Junho de 2008.