São lindas! O Erecteu estava em obras, mas pude ver 5 Cariátides no Museu da Acrópole. Curiosamente, três meses depois vi a que faltava no British Museum de Londres. Não sei se ainda lá está, ou se os ingleses já a devolveram...😉 Boa tarde!
Com MR, Maria, M.ª Luísa e Pini, deixo aqui, também, duas irresistíveis palavras que procuram exprimir o pensamento e, sobretudo, a concordância em relação à qualidade dos marcadores "helénicos"!
Ao contrário de outro(a)s respeitado(a)s "Prosimetronistas", nunca visitei a Grécia e, portanto, não obstante a minha condição de modesto (mas, apesar de tudo criterioso) coleccionador de POSTAIS ilustrados, não possuo quaisquer imagens do País que alguém, de mentalidade simplista - citado pelo Pe. [Prof.] António FREIRE, profundo conhecedor da Cultura Clássica -, definiu como "mar e montanhas, barcos e rebanhos"!!!...
E, contudo, como escreve, numa das suas Obras ["Lições de Filologia e Língua Portuguesa", Edições APPACDM de Braga, 1996, p. 220], o saudoso (e, até, muito "espirituoso") Autor, é um facto que, através dos tempos, prevaleceu certa "visão" (demasiado) caricatural do seu território montanhoso:
"Para explicar a natureza acidentada e pedregosa do terreno, os Gregos contam uma anedota: depois de Deus criar o Mundo, sobravam-lhe as pedras. Não sabendo que fazer delas, atirou-as para trás das costas. Foram cair â Grécia, e daí o solo agreste e pedregudo da Hélade [ou Hélada]."
Embora eu não subscreva (de todo) os lamentáveis preconceitos, tradicionalmente enraizados, em torno de uma suposta - e ancestral - "lentidão" de sociedades como, entre outras populações, os Povos Grego e Montenegrino, não posso deixar de reconhecer a necessidade de contrariar o "estereótipo" (mundial) dos turísticos "museus DA PEDRA, a céu aberto"!!!...
Quando, nos "fragmentos" do "Diário manuscrito" - depositado e acessivel (inclusive, "online") na BNP - da sua primeira viagem à Grécia, em Setembro de 1963, SOPHIA de Mello Breyner exprimiu a admiração e o próprio espanto pelo "equilíbrio maravilhoso do Erecteon", devia ter em mente o "milagre" de uma lendária e orgulhosa Civilização, que nada tem a ver com a absurda misoginia dos monges do Monte Atos, "para quem a mulher é o diabo"!...
Para além de tudo o mais, o verdadeiro reconhecimento da "eterna" Cultura Grega pressupõe o estudo (e a divulgação) da imensa riqueza arquitectónica e escultórica, imortalizada no Partenon, no Erecteon, no Museu da Acrópole... Sem, de modo algum, subestimar a surpreendente beleza das míticas CARIÁTIDES!!!...
Motivos de sobra para atrair visitantes, alguns dos quais não se encontram, porém, interessados na análise histórico-artística de temas subjacentes - e, como é óbvio, muito exigentes -, como as (classificadas) características das "bases" e dos "fustes", "capitéis" (dórico, jónico, coríntio), "entablamentos" e "pórticos"!...
Os marcadores são de uma editora grega e vieram de Creta. Conheço pouco da Grécia: só Atenas e umas ilhas próximas da capital. Quando visitei Atenas, devo dizer que a cidade, no seu conjunto, não me entusiasmou muito. Claro que há zonas da cidade, como o Pireu, a Plaka, os monumentos e os museus de que gostei, bem como as ilhas. Mas gostei bastante dos gregos. Lembro-me de achar que todos os defeitos dos portugueses, dos espanhóis e dos italianos estavam ali concentrados. Tive histórias hilariantes. Mas estive lá talvez no final do século passado. Gosto da cultura grega, muito devido ao padre Manuel Antunes e aos livros de Maria Helena da Rocha Pereira. Bom dia para os três.
10 comentários:
Lindos , con esas cores azuis.
Bom dia!
Um abraço
Um abraço.
Lindos marcadores!
Em 1980 não encontrei marcadores, mas vim de lá com cerca de 200 postais, muitas fotos, e um amor imenso por este país...🇬🇷
Abraço Helénico!
Las cariátides, son de mis esculturas preferidas
Boa tarde
São lindas!
O Erecteu estava em obras, mas pude ver 5 Cariátides no Museu da Acrópole.
Curiosamente, três meses depois vi a que faltava no British Museum de Londres.
Não sei se ainda lá está, ou se os ingleses já a devolveram...😉
Boa tarde!
Com MR, Maria, M.ª Luísa e Pini, deixo aqui, também, duas irresistíveis palavras que procuram exprimir o pensamento e, sobretudo, a concordância em relação à qualidade dos marcadores "helénicos"!
Ao contrário de outro(a)s respeitado(a)s "Prosimetronistas", nunca visitei a Grécia e, portanto, não obstante a minha condição de modesto (mas, apesar de tudo criterioso) coleccionador de POSTAIS ilustrados, não possuo quaisquer imagens do País que alguém, de mentalidade simplista - citado pelo Pe. [Prof.] António FREIRE, profundo conhecedor da Cultura Clássica -, definiu como "mar e montanhas, barcos e rebanhos"!!!...
E, contudo, como escreve, numa das suas Obras ["Lições de Filologia e Língua Portuguesa", Edições APPACDM de Braga, 1996, p. 220], o saudoso (e, até, muito "espirituoso") Autor, é um facto que, através dos tempos, prevaleceu certa "visão" (demasiado) caricatural do seu território montanhoso:
"Para explicar a natureza acidentada e pedregosa do terreno, os Gregos contam uma anedota: depois de Deus criar o Mundo, sobravam-lhe as pedras. Não sabendo que fazer delas, atirou-as para trás das costas. Foram cair â Grécia, e daí o solo agreste e pedregudo da Hélade [ou Hélada]."
Embora eu não subscreva (de todo) os lamentáveis preconceitos, tradicionalmente enraizados, em torno de uma suposta - e ancestral - "lentidão" de sociedades como, entre outras populações, os Povos Grego e Montenegrino, não posso deixar de reconhecer a necessidade de contrariar o "estereótipo" (mundial) dos turísticos "museus DA PEDRA, a céu aberto"!!!...
Quando, nos "fragmentos" do "Diário manuscrito" - depositado e acessivel (inclusive, "online") na BNP - da sua primeira viagem à Grécia, em Setembro de 1963, SOPHIA de Mello Breyner exprimiu a admiração e o próprio espanto pelo "equilíbrio maravilhoso do Erecteon", devia ter em mente o "milagre" de uma lendária e orgulhosa Civilização, que nada tem a ver com a absurda misoginia dos monges do Monte Atos, "para quem a mulher é o diabo"!...
Para além de tudo o mais, o verdadeiro reconhecimento da "eterna" Cultura Grega pressupõe o estudo (e a divulgação) da imensa riqueza arquitectónica e escultórica, imortalizada no Partenon, no Erecteon, no Museu da Acrópole... Sem, de modo algum, subestimar a surpreendente beleza das míticas CARIÁTIDES!!!...
Motivos de sobra para atrair visitantes, alguns dos quais não se encontram, porém, interessados na análise histórico-artística de temas subjacentes - e, como é óbvio, muito exigentes -, como as (classificadas) características das "bases" e dos "fustes", "capitéis" (dórico, jónico, coríntio), "entablamentos" e "pórticos"!...
Muito Boa Noite!
O Erecteon, queria escrever...
Sorry😉
Os marcadores são de uma editora grega e vieram de Creta.
Conheço pouco da Grécia: só Atenas e umas ilhas próximas da capital. Quando visitei Atenas, devo dizer que a cidade, no seu conjunto, não me entusiasmou muito. Claro que há zonas da cidade, como o Pireu, a Plaka, os monumentos e os museus de que gostei, bem como as ilhas. Mas gostei bastante dos gregos. Lembro-me de achar que todos os defeitos dos portugueses, dos espanhóis e dos italianos estavam ali concentrados. Tive histórias hilariantes. Mas estive lá talvez no final do século passado.
Gosto da cultura grega, muito devido ao padre Manuel Antunes e aos livros de Maria Helena da Rocha Pereira.
Bom dia para os três.
Bom dia para os quatro. 😉
Muy artísticos y bonitos con ese fondo en azul.
Abrazos.
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