Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2026.
«A ideia nasceu da vontade de perceber como se constrói uma classe profissional com prestígio, identidade própria e força coletiva, e como essa realidade se afirmou antes e depois do 25 de Abril. O livro procura olhar para os bancários como um grupo que teve peso social, capacidade de organização e reconhecimento, e acompanhar também o processo de erosão dessa força ao longo do tempo, à medida que a banca se foi transformando, privilegiando uma cultura de performance em detrimento de uma cultura de equipa, tornando-se mais impessoal e perdendo grande parte desse papel coletivo. A ideia nasceu, também, da vontade de olhar para a profissão bancária não apenas como uma função técnica, mas como um retrato social de várias gerações de trabalhadores e de um setor que mudou profundamente ao longo das últimas décadas. O livro procura dar voz a essas experiências, mostrar o que foi a banca enquanto espaço de prestígio, de proximidade e de identidade profissional, e perceber como essa realidade foi sendo alterada pela modernização do setor.» (Luís Bento, daqui.)
Gostei de ler este livro, apesar de ele não me ter trazido novidade nenhuma. Todos nós temos experiências no relacionamento com os bancos. E como as relações entre os bancos e os clientes e mesmo entre os funcionários dentro das instituições se têm degrado, dada a selva em que hoje trabalham os bancários.

3 comentários:
Sem dúvida que é hoje uma classe que perdeu todo o seu prestígio, com falta de profissionalismo e onde são raros os oásis de competêcia.
Bom dia.
Guns N´Roses ya dijo algo parecido, pero sobre la ciudad de Los Ángeles : "Welcome to the jungle...!"
Abrazos.
Nada que nos deixe satisfeitos.
Bom dia para os dois.
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