Prosimetron

Prosimetron
Mostrar mensagens com a etiqueta bancos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta bancos. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Leituras no Metro - 2997

Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2026.

«A ideia nasceu da vontade de perceber como se constrói uma classe profissional com prestígio, identidade própria e força coletiva, e como essa realidade se afirmou antes e depois do 25 de Abril. O livro procura olhar para os bancários como um grupo que teve peso social, capacidade de organização e reconhecimento, e acompanhar também o processo de erosão dessa força ao longo do tempo, à medida que a banca se foi transformando, privilegiando uma cultura de performance em detrimento de uma cultura de equipa, tornando-se mais impessoal e perdendo grande parte desse papel coletivo. A ideia nasceu, também, da vontade de olhar para a profissão bancária não apenas como uma função técnica, mas como um retrato social de várias gerações de trabalhadores e de um setor que mudou profundamente ao longo das últimas décadas. O livro procura dar voz a essas experiências, mostrar o que foi a banca enquanto espaço de prestígio, de proximidade e de identidade profissional, e perceber como essa realidade foi sendo alterada pela modernização do setor.» (Luís Bento, daqui.)

Gostei de ler este livro, apesar de ele não me ter trazido novidade nenhuma. Todos nós temos experiências no relacionamento com os bancos. E como as relações entre os bancos e os clientes e mesmo entre os funcionários dentro das instituições se têm degrado, dada a selva em que hoje trabalham os bancários.

sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Livro e marcador - 158


Verso e reverso do marcador que está agarrado á lombada por um fio.

As conservas Alva e Vasco da Gama ainda são fabricadas.



Para a Cláudia, no Dia Nacional das Conservas de Peixe.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Citações



(...) Há dias, entrei no nosso banco do Estado e deparo-me com uns cartazes gigantes, impossíveis de não serem vistos, à entrada e saída da agência, em que se prometia empréstimos de 1500 euros, a seis meses . Parei e li. Percebi que era para ser usado por quem já está muito aflito, provavelmente com os cartões de crédito esgotados e, por isso, disposto a tudo. Fiquei chocado com as condições. Num momento em que a Euribor está próxima de zero, em que há marcas de automóveis que os vendem a prestações, com juros a dois ou três por cento, o banco " de todos  nós ", a quem, quase de certeza, ainda vamos ter de emprestar dinheiro, para sobreviver, empresta dinheiro a 18% ... 
Dirão, mas o que é que um psiquiatra tem a ver com isto ? Como cidadão tenho tudo a ver, mas como psiquiatra também. Alguém acha que aproveitar-se de pessoas em estado de pânico financeiro pode contribuir para a sua saúde mental ? Eu sei que os bancos não são instituições de caridade, aliás alguns são mesmo instituições de delinquentes, mas o " nosso banco ", que muitos querem, e bem, manter público, devia ter alguma decência na forma como atrai as pessoas para buracos de onde é difícil sair. Saí dali enojado e a sentir-me a fazer parte de um grupo a que dei o nome de " Somos todos agiotas " .

- José Gameiro, no Expresso .


Não é só a CGD como sabemos, mas é realmente uma vergonha as taxas cobradas actualmente por créditos pessoais quando todos sabemos também que os bancos se financiam a custo zero !

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Humor pela manhã


A caixa multibanco mais inútil de Lisboa, pelo menos a partir de certa hora . Fica na Av.de Berna . Ao menos previne-se o consumo excessivo :)