«Resistir faz parte da nossa identidade, estes rapazes estão dispostos a dar o coração. Pela frente, eles formam-se em academias de topo na Europa. Nós viemos da terra batida, a jogar descalços nessa terra, com o sacrifício dos pais para levarem os filhos aos treinos, com pouco dinheiro, para que os filhos possam cumprir os seus sonhos. Isso não significa que tenhamos ganho por virmos da terra, nem que eles tenham perdido por se terem formado noutro contexto. De modo nenhum. Quem dera que nós também pudéssemos contar com os recursos, as infraestruturas e o nível de desenvolvimento que eles têm.»
Gustavo Alfaro, argentino, treinador do Paraguai, após a seleção paraguaia ter derrotado a seleção alemã

2 comentários:
A última parte da declaração é importante que a tenhamos em conta e não apenas pensar que uma equipa ganhou a outra .
Bom dia!
Um abraço
Claro, mas é bom que olhem para estas seleções de «meninos de rua», africanas e sul-americanas, que se estão a afirmar neste mundial, tal como não há muitos anos aconteceu com as dos países da Europa do Sul.
Um abraço.
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