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terça-feira, 15 de julho de 2025

Boa noite!

«Cantar de emigração» pelos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra e pela Orquestra Clássica do Centro.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

Leituras no Metro - 2921

Lisboa: Fundação francisco Manuel dos Santos, 2024

«[...] em 2018, o Comité Anti-Tortura do Conselho da Europa anunciou dados que colocam Portugal no topo dos países da Europa Ocidental com mais casos de violência policial, sendo que o risco de abuso é maior para afrodescendentes. Casos algo mediáticos parecem trazer-lhe algum fundamento. Por um lado, o caso da PSP na Cova da Moura, em que um jovem negro foi detido e vários amigos do detido acabaram também detidos durante 48 horas depois de se deslocarem á esquadra de Alfragide para saber as razões dessa detenção. Além de terem sido alvo de violência física, os jovens detidos afirmaram que osa agentes proferiram frases como "A vossa raça devia ser exterminada".» (p. 58-59)
A polícia quer um subsídio de risco... tudo bem. Mas principalmente tem de ser educada e instruída.

«Portugal é um país marcado por imagens e dados díspares. Temos a maior percentagem de inquiridos que partilham de crenças racistas, mas somos o país da União Europeia onde menos atos violentos por motivação racial têm lugar. Somos um país onde ainda há desigualdades estruturais e significativas ao nível do género, mas onde as mulheres já são a maioria em contextos importantes, nomeadamente no ensino superior, o que nos mostra que as coisas podem estar a evoluir no sentido da igualdade. O mesmo país que é atualmente o terceiro melhor do mundo na integração de migrantes do ponto de vista legislativo é também o país em que, ainda há poucos anos, quase 60% dos inquiridos achava que o número de imigrantes devia diminuir. Um país que tem um primeiro ministro não branco e paridade de ministros/ministras, e ao mesmo tempo deputados de um partido cujo líder já mandou uma deputada negra para a sua terra em sessão plenária.» (p. 75)


sexta-feira, 12 de maio de 2023

domingo, 3 de abril de 2022

Marcadores de livros - 2166

Salgueiro Maia morreu há 30 anos.



Pensei que tinha postado esta «Canção com lágrimas», com um poema de Manuel Alegre que morreu na guerra colonial. Fica aqui, 11h30:

Com Rui Pato à viola.

quinta-feira, 15 de julho de 2021

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Barcas novas

Poema de Fiama Hasse Pais Brandão cantado por Adriano, acompanhado por António Portugal e Rui Pato. Música de Adriano Correia de Oliveira e Rui Pato.

Para APS. 
Afinal Filomena Marona Beja aproveitou o verso completo a Fiama, «Barcas novas levam guerra», para título do seu livro. E eu devia saber tantas foram as vezes que ouvi esta canção do Adriano.
O disco já está a tocar...

segunda-feira, 1 de abril de 2019