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segunda-feira, 1 de julho de 2024

Salgueiro Maia

Salgueiro Maia faria hoje 80 anos. No dia 25 de Abril tinha 29 anos.

Pintura na Av. de Berna (Lisboa) que substituiu uma outra. Gostava que tivessem preservado a antiga.

sexta-feira, 26 de abril de 2024

Caixa do correio - 236

Os CTT estão de parabéns pela edição dos selos que fizeram para celebrar os 50 anos do 25 de Abril. Editaram ainda um livro, mas este ficará para mais tarde.
Emissão conjunta de Angola, Cabo Verde e Portugal.

Um bloco de selos.

segunda-feira, 25 de abril de 2022

Salgueiro Maia

«O 25 de Abril 40 anos depois». Painel de street art na Av. de Berna, uma iniciativa do Instituto de História Contemporânea da Nova. Artistas: ADD FUEL, CAOS, MAR, DRAW.
Fotografia de Paula Catrica.

A CML devia providenciar o restauro deste painel - e protegê-lo - porque está a degradar-se.

domingo, 3 de abril de 2022

Marcadores de livros - 2166

Salgueiro Maia morreu há 30 anos.



Pensei que tinha postado esta «Canção com lágrimas», com um poema de Manuel Alegre que morreu na guerra colonial. Fica aqui, 11h30:

Com Rui Pato à viola.

terça-feira, 8 de março de 2016

Marcadores de livros - 343


«Não se constrói uma sociedade, nem se reforma uma Pátria se as crianças não forem desde os primeiros anos dirigidas, instruídas e disciplinadas para um alto fim de grandeza e idealismo superior».
Ana de Castro Osório

Com alguns ajustamentos aos dias de hoje, devíamos pensar nesta citação de Ana de Castro Osório.



sábado, 26 de abril de 2014

O Homem do Tanque da Liberdade

Lisboa: INCM, 2014
€11,00
«Era uma vez um capitão que aprendeu a fazer a guerra, mas que preferia a paz para poder ler, viver e ser feliz. 
«Da guerra sabia tudo ou quase tudo. Noutros tempos teria sido cavaleiro, porque a sua arma era Cavalaria, mas, como os tempos mudam, o seu cavalo passou a ser um tanque de guerra, daqueles grandes e possantes que cospem fogo e derrubam casas, quartéis e muralhas, quando é preciso, quando a paz é vencida.»
Texto de José Jorge Letria; il. de António Jorge Gonçalves

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Este devia ir para o Panteão

Arco da Rua Augusta, 23 abr. 2014

Leituras no Metro - 153

Porto: Asa, 2001
€5,00

Retratos falados de Fernando Assis Pacheco reúne um conjunto de entrevistas que o jornalista fez, entre 1988 e 1991, e que foram publicadas em O Jornal. O livro começa com um retrato do Assis feito pelo próprio.
Gostei imenso de reler estes retratos (já o tinha feito quando saíram no semanário): de Amália a Mário Soares, Salgueiro Maia ou Costa Pereira.

«[…] deploro que, tendo nós realizado um ato ímpar – pela primeira vez na História da Humanidade uma força militar realiza uma ação de destruição de um poder sem se apropriar desse poder –, isto que em todos os países é relevante passa aqui pura e simplesmente desapercebido, ou então, ao contrário, serve de base para sermos marginalizados, quando não tratados como traidores à Pátria. Isto dá-me uma sensação de desânimo. Mas tenho outros sentimentos. Tenho um sentimento de gozo em especial nas comemorações do 25 de Abril por ver o comportamento de muita gente que é anti-25 de Abril mas que depois tem que ir lá pelas funções que o 25 de Abril lhe deu, e até tem que dizer coisas a favor do 25 de Abril.»
Salgueiro Maia, p. 266-267

terça-feira, 22 de abril de 2014

Um quadro por dia


Na verdade, um mural . Onde antes estavam apenas rabiscos, existe agora um mural de 15 metros alusivo ao 25 de Abril num muro da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, na Avenida de Berna. Ao centro, e muito justamente, Salgueiro Maia. ( Miguel Januário, Frederico Draw, Gonçalo Ribeiro e Diogo Machado ).

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Há 20 anos...


«Quando, esta manhã, Natércia Maia olhar nos olhos do Presidente da República, há-de lembrar-se do primeiro-ministro que, há 20 anos, [ele] recusou conceder a Salgueiro Maia uma pensão por "serviços excepcionais ou relevantes prestados ao país". Cavaco Silva que hoje, às dez da manhã, vai depositar uma coroa de flores junto à estátua do capitão de Abril, há-de lembrar-se da polémica provocada por ter concedido a dois inspectores da PIDE, António Bernardo e Óscar Cardoso, a pensão que negou a Salgueiro Maia. Em 1988, o militar solicitou ao governo uma pensão "por serviços excepcionais prestados ao país". O pedido recebeu apreciação positiva - e até obrigatória - do conselho consultivo da PGR que, em Junho de 1989, por unanimidade, declarou que "muito do êxito da revolução se ficou a dever ao comportamento valoroso daquele que foi apodado de Grande Operacional do 25 de Abril". O parecer enviado a Cavaco Silva e Miguel Cadilhe, então primeiro-ministro e ministro das Finanças, respectivamente, ficou amarrado a um silêncio que durou três anos. Em 1992, a recusa é revelada porque se fica a saber que Cavaco Silva "tinha concedido pensões por serviços relevantes prestados ao país" a dois inspectores da PIDE. Um deles estava entre os que fizeram fogo sobre a multidão que estava na rua António Maria Cardoso - causando os únicos mortos da revolução. A revelação provocou uma onda de indignação no país: Francisco Sousa Tavares escreve, no Público, críticas violentas que acabam em tribunal - as palavras do escritor irritaram os juízes do Supremo Tribunal Militar - e dois meses mais tarde surge a mão de Mário Soares. O Presidente escolhe então o dia das Forças Armadas para condecorar Salgueiro Maia com a Ordem Militar de Torre e Espada. A honra concedido a título póstumo - Salgueiro Maia morreu a 4 de Junho de 1992 - era a única condecoração que podia dar direito a uma pensão. Cavaco Silva vai estar hoje frente-a-frente com o passado, perante um militar que juntou quatro presidentes da República no dia do funeral.» (ionline, pt, 26 Jan. 2011)

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

25 de Abril de 1974


Salgueiro Maia no Largo do Carmo, foto de Alfredo Cunha.
Por ter sido o dia mais feliz da minha vida.

Por, possivelmente, ter sido o dia mais feliz da vida dele.
«Hermínio da Palma Inácio libertado. A fotografia [de Álvaro Tavares?] foi tirada em Caxias quando o lutador antifascista ainda ali se encontrava (mas já fora da cela n.º 3, onde a PIDE/DGS o mantinha incomunicável há meio ano). Na sua efígie saudamos todos os detidos políticos que reconquistaram a possibilidade de trabalhar para a construção de um Portugal fraterno e verdadeiramente novo. Agora, quando nos baterem à porta de madrugada, tenhamos esperança de que é com certeza o leiteiro!» (República, Lisboa, 27 Abr. 1974, p. 1).
Desculpem ter colocado duas, quando só foi pedida uma foto a cada prosimetronista.

sábado, 25 de abril de 2009

Salgueiro Maia


Foto de Alfredo Cunha.

Às 3h00 soube da Revolução e às 8h30 estava na rua.
Começou então, certamente, o dia mais feliz da minha vida.