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terça-feira, 8 de março de 2016

Marcadores de livros - 343


«Não se constrói uma sociedade, nem se reforma uma Pátria se as crianças não forem desde os primeiros anos dirigidas, instruídas e disciplinadas para um alto fim de grandeza e idealismo superior».
Ana de Castro Osório

Com alguns ajustamentos aos dias de hoje, devíamos pensar nesta citação de Ana de Castro Osório.



sexta-feira, 14 de junho de 2013

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Biblioteca no feminino


É o que se pode dizer da Biblioteca Ana de Castro Osório, inaugurada há dias na Biblioteca Municipal de Belém e criada em colaboração com o Centro de Documentação Elina Guimarães. A primeira biblioteca pública feminista em Portugal e a segunda do mundo, pois que Paris foi pioneira.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Santo António

Lisboa: Lusitânia, ca 1921
Este livro de Ana de Castro Osório, com ilustrações (sempre maravilhosas de Leal da Câmara) teve outra edição: a Câmara Municipal de Mangualde fez uma edição facsimilada em 1992, substituindo esta linda capa de Leal da Câmara por um desenho (piríssimo) de Graça Barros de Abreu. Inconcebível!
Hoje deixo-vos a parte referente ao Santo António. Ainda este mês colocarei os textos sobre o São João e o São Pedro.

Um bom dia!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Para os pequeninos

Maria Bandeira
Sentada na sua cadeira
Fiando algodão
Para o padre sacristão,
Sacristão não está em casa
bate com ela no meio do chão!



- João da Madeira...
- O que é, meu senhor?
- A barriga está cheia?
- Está, sim senhor.

Ana de Castro Osório
In: Para as crianças, Lisboa, abr. 1900


Marcadores de livros - 37

No ano em que se comemoram os 200 anos sobre a primeira edição dos Contos para as crianças e para a família dos irmãos Grimm.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Victoria







ictoria.
Tinha este nome triumphante, que suggere ao nosso espirito manhãs claras de sol a bater nas espadas polidas dos guerreiros, musicas estridulas que fallam de sangue de heroes e de glorias coroadoras... E comtudo nada mais triste do que a sua face de quasi idiota, o seu olhar inexpressivo, o seu rir incolôr!
Ainda aos domingos era boa de vêr: as saias de chita muito rodadas, o lenço claro, o casaquito novo; o seu riso até era mais infantil e mais sonoro. Mas nos outros dias fazia pena, mesmo muita pena, vê-la tão pobresita, quasi miseravel—a saia de riscado muito remendada, o cabello a sair-lhe do lenço, rôto pelo cantaro sempre em equilibrio sobre a sua cabeça tão vazia.
Dava agua ás casas ricas, por trez tostões ao mez. Senhor, como se é infeliz; como póde alguem viver assim, n'um mundo em que outros teem tanto de sobejo! (...)

18 de junho [18]96

Ana de Castro Osório, "Victoria" in Infelizes (Histórias de Vida). Daqui [Projecto Gutenberg]

sábado, 30 de janeiro de 2010

1910 - 6


Ana de Castro Osório assistiu há 100 anos, em representação da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas, à reunião alargada do Directório do Partido Republicano.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Um bom exemplo

Vinha no Público da passada sexta-feira:

" António Osório, sobrinho-neto de Ana de Castro Osório, doou à Biblioteca Nacional cartas de Bernardino Machado (28 ) , Wenceslau de Moraes, Maria Amália Vaz de Carvalho, Sousa Viterbo e Luís Filipe da Mata dirigidas à defensora da República e pedagoga."

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Ainda da igualdade...

Enviaram-me esta informação sobre a edição do livro de Ana de Castro Osório: " As Mulheres Portuguesas". (Desta edição fez-se um exemplar único para ser vendido conjuntamente com o original que serviu de base ao fac-símile e vinte exemplares numerados e autenticados pela Editora).
Achei graça porque recebi isto ontem e aqui no blogue comemorou-se o acontecimento histórico da Revolução Francesa que assenta nos pilares da: liberdade, igualdade e fraternidade.
O livro custo 16 euros.

Ana de Castro Osório lutou pelos direitos das mulheres e escreveu e traduziu livros para crianças. Talvez um dia destes fale disso...

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Dia Internacional do Livro Infantil - 1

Hoje, Dia Internacional do Livro Infantil e depois de ter visto o post da Ana, lembrei-me dos livros que Leal da Câmara ilustrou para Ana de Castro Osório, de que ressaltam: A princesa muda, Casa de meu pai e Esperteza de um sacristão, baseados em contos tradicionais. Aqui fica uma amostra:

Ilustração de Leal da Câmara para A princesa muda,
de Ana de Castro Osório.
[…]
Ora um dia em que uma das aias estava toucando, encontrou-lhe [à princesa] um piolho.
Houve grande alvoroço no palácio pelo achado extraordinário e nunca visto, pois que jamais em cabeça de linda e esmerada senhora se encontrara uma coisa tão horrenda e inferior.
O rei, informado pela grande dama camareira mor do espantoso facto, imediatamente decretou que o imundo animal fosse metido numa saca de farinha para engordar.
[…]
Ana de Castro Osório
In: A princeza muda / il . Leal da Câmara. S.l.: Casa Ed. Para as Crianças, [1921]