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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Leituras no Metro - 195
Lisboa: Gradiva, 2014
As Curandeiras Chinesas: Um motim que abalou a I República é um romance histórico de Joaquim Fernandes, baseado num caso muito falado e discutido.
Em novembro de 1911, duas chinesas chegam a Lisboa e recuperam a visão dos cegos mais pobres que as consultam. Depois de o caso chegar aos jornais, há uma histeria coletiva e as autoridades ordenam a expulsão das duas curandeiras. A decisão acende um rastilho de protestos, dando lugar a inflamados comícios. Há mortos, feridos e detidos em motins da Baixa lisboeta.
O livro é interessante, até porque eu não sabia mais sobre o assunto do que aquilo que li na Ilustração Portuguesa e noutros jornais da época. Acho a escrita um pouco arrebicada. Parece-me que o narrador (um jornalista) pretende aproximar-se do estilo de 1911.
O livro é interessante, até porque eu não sabia mais sobre o assunto do que aquilo que li na Ilustração Portuguesa e noutros jornais da época. Acho a escrita um pouco arrebicada. Parece-me que o narrador (um jornalista) pretende aproximar-se do estilo de 1911.
terça-feira, 13 de maio de 2014
terça-feira, 9 de abril de 2013
9 de Abril de 1918
7500 vítimas entre mortos, feridos, prisioneiros e desaparecidos : o maior desastre militar português desde Alcácer-Quibir, nesta desgraçada batalha da I Guerra Mundial em terras da Flandres.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Marcadores de livros - 11
Dois marcadores editados pela Assembleia da República por ocasião da exposição dedicada a José Relvas. O verso (em cima) dos dois marcadores é igual.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Um postal com 100 anos
Ontem, à noite, devolveram-me um Postal que eu já julgava perdido. Chegou no dia certo! Tem exactamente 100 Anos.
Trata-se de um Bilhete Postal de "Recordação do 1.º Anniversario da Republica Portugueza" (assim mesmo, anterior à reforma ortográfica), editado por Jorge Santos (R. Augusta, n.º 220, 1.º D, em Lisboa). É desdobrável e tem no seu interior letra e a música da Marcha "A Portugueza", na sua forma completa.

Trata-se de um Bilhete Postal de "Recordação do 1.º Anniversario da Republica Portugueza" (assim mesmo, anterior à reforma ortográfica), editado por Jorge Santos (R. Augusta, n.º 220, 1.º D, em Lisboa). É desdobrável e tem no seu interior letra e a música da Marcha "A Portugueza", na sua forma completa.
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| B. Postal (Lisboa: Jorge Santos, 1911) |

domingo, 21 de agosto de 2011
Vinheta- 21 de Agosto

Para não me acusarem de sectarismos, escolhi, para hoje, dia em que se completam 100 anos sobre a entrada em vigor da Constituição de 1911, a fotografia do presidente da assembleia que a aprovou, aliás transitando nesse dia (e sem qualquer novo acto de escolha democrática...) para presidente do Senado.
A legenda aponta as contradições que marcaram muitos desta geração; lembro um artigo sobre Manuel de Arriaga publicado na última Sábado. Mas, há que reconhecê-lo, não tenho dúvidas sobre a boa fé, não digo de todos, mas de boa parte destes cultos (mas, in my humble opinion misguided) patriotas de há uma centúria.
A Constituição de 1911, em si mesma, falhou redondamente. Mas, como em dia de aniversário, há que dizer bem ou sublinhar os aspectos positivos, aqui ficam dois:
a) o efeito de vacina que teve para os constituintes de 1976;
b) a introdução em Portugal da fiscalização judicial difusa da constitucionalidade (à americana, via Brasil), ainda hoje, apesar dos abusos e má compreensão, uma das garantias fundamentais de qualquer cidadão contra a vontade do poder.
ABF genealogista (epíteto que rejeitava) e heraldista, fica para outro "centenário".
sábado, 15 de janeiro de 2011
Há 100 anos



«Em 15 de Janeiro de 1911, António José de Almeida funda em Lisboa o jornal República. Este, depois da fragmentação do Partido Republicano Português, seria o órgão de imprensa do Partido Evolucionista, permanecendo durante o salazarismo como o principal órgão afecto à Oposição.»
(Fundação Mário Soares - http://www.fmsoares.pt/aeb/crono/id?id=00811)
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
10 de Janeiro de 1911: Decreto do descanso semanal
´Operários da panificação manifestam-se no Terreiro do Paço, em Lisboa, regozijando-se pelo decreto do Governo que estabelece a semana de seis dias de trabalho.
«Respondendo a uma das principais exigências dos trabalhadores, o Governo Provisório, pelo ministro do Interior, António José de Almeida, decreta o descanso semanal, "sempre de vinte e quatro horas seguidas" e, em princípio, ao domingo. O mesmo diploma determinou que "Pela índole especial dos seus misteres, ficam exceptuados os que trabalham nos jornais, cinematógrafos, circos, exposições e quaisquer casas de espectáculos públicos." Em outras actividades, foi previsto o trabalho por turnos. Uma das inovações desta legislação consistia na intervenção fiscalizadora dos trabalhadores e das associações de classe e juntas de paróquia, competindo aos municípios a respectiva regulamentação. A aprovação deste decreto provocou uma crise no Governo, levando mesmo à demissão de António José de Almeida, por ter visto recusado o diploma em que era estabelecido o regime das oito horas de trabalho - sendo, aliás, estas matérias remetidas para futura discussão na Assembleia Constituinte.»
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Constituição de 1911
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Mais Reviralho...
Como hoje é quinta-feira, há mais uma conferência do ciclo Luta Armada e Resistência Republicana- O Reviralho (1920-1940), coordenado pelo Prof.Rosas, sendo que a de hoje está a cargo do Luís Farinha e versa sobre Revoltas contra a Ditadura Militar e o Estado Novo.É na Ler Devagar, na LX Factory, a Alcântara (R. Rodrigues Faria, 103), pelas 21h30.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
O tal lançamento

Trata-se do mais recente livro de Jaime Nogueira Pinto, publicado pela Esfera dos Livros, versando (para variar, nos dias que correm...) sobre a Primeira República. O lançamento é às 18h30, nos Paços do Concelho de Lisboa, com apresentação a cargo de José Pacheco Pereira. Parece-me que irá ser o mais concorrido do dia, com assistência da esquerda à direita...
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Um quadro ( e hoje também uma escultura ) por dia - 53
Sousa Lopes (1897-1944), -Funeral do Soldado Desconhecido,4200x2980, 1927, Museu Militar, Lisboa.
O Monumento aos Mortos da Grande Guerra foi elaborado pelos arquitectos Rebelo de Andrade, sendo as esculturas da autoria de Maximiano Alves, e inaugurado finalmente em 1931 na Avenida da Liberdade em Lisboa.O quadro de Sousa Lopes, uma das sete telas que ele pintou sobre a participação portuguesa na Primeira Guerra Mundial, refere-se como se retira do título à cerimónia do funeral dos dois soldados desconhecidos ( um morto em África, outro na Flandres ) realizada no Mosteiro da Batalha em 1921.
Escolhas incontornáveis neste 9 de Abril de 2010, quando passam 92 anos sobre a data da Batalha de La Lys, um dos mais terríveis dias das armas portuguesas. No meio de tanta desgraça, lembre-se, porque está bastante esquecido, um verdadeiro herói- o famoso Soldado Milhões, único soldado raso português a receber o colar da Torre e Espada ( os mais curiosos podem consultar a Wikipédia onde há um artigo sobre este bravo transmontano).
segunda-feira, 15 de março de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
1910 - 6
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
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