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quinta-feira, 20 de julho de 2017

«Todas as bibliotecas são autobiográficas» (Alberto Manguel)

Meus deuses! Isto é muito (mas muito) pior que a minha casa! :) 
Conheço e conheci algumas casas com muitos (muitos) livros, mas nunca nada assim. Assim, só uns alfarrabistas onde não entro porque tenho pouca pachorra para andar à procura em caixotes. 
Foto de João Lima

Tinha esta revista do Expresso (18 mar. 2017) num monte à espera de tempo para ler um artigo sobre cinco casas cheias de livros. 
Esta fotografia é da biblioteca de Rui Zink, a que José Mário Silva chama  

Quem me conhece, sabe que eu achei graça a ver este caos porque este caos tem uma ordem. O pior é quando alguma 'alma caridosa' arruma o caos. Então é que se instala o caos total. :)

quinta-feira, 25 de maio de 2017

La biblitohèque, la nuit


A BnF apresenta uma exposição, até 13 de agosto, realizada pelo cenógrafo Robert Lepage e pela Ex Machina, a partir de uma ideia original da biblioteca e dos arquivos nacionais do Québec. Inspirada na obra de Alberto Manguel, a exposição foi enriquecida com uma introdução sobre o imaginário das bibliotecas, concebida pela BnF a partir das suas coleções. 


terça-feira, 17 de junho de 2014

Alberto Manguel - 2


Penso que não terei o mencionado pelo nosso Jad, pelo menos não está  onde deveria estar : junto a estes dois outros volumes de Manguel. Que estão, obviamente, disponíveis para empréstimo :)

domingo, 15 de junho de 2014

Alberto Manguel

Sei que o Luís gosta de Alberto Manguel. Gostei da apresentação que Manguel faz da sua biblioteca (que vi via Arpose) e fiquei com curiosidade em ler qualquer coisa dele. Será que o livro Le voyageur & la Tour existe na biblioteca da Alameda?

De l’Europe humaniste de la Renaissance à la Chine de la Révolution culturelle, en passant par l’époque des utopies communautaires des XVIIIe et XIXe siècles, Alberto Manguel propose une méditation plus que jamais nécessaire sur la notion de citoyen-lecteur et l’importance de la lecture en tant qu’indispensable instrument de déchiffrement d’un monde chaotique et toujours plus “inédit”.

Fiquei com curiosidade, em ler.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Leituras no Metro - 161

Arles: Actes du Sud, 2011

De A a Z, os autores recensearam locais imaginários que nos chegaram através de relatos de viagens, ou da própria literatura, seja dos contos de fadas como da ficção científica.
Assim temos Fonseca, uma ilha referida num relato de viagem, ou o Castelo da Bela Adormecida e o Castelo do Drácula.
Escolhi como amostra a entrada «Poliglota»: «Ilha do Mar Vermelho, onde vive uma raça versátil, a dos Poliglotas. Esta gente, que fala todas as línguas, paralisa de estupor o estrangeiro que ali chega, podendo assim comê-lo cru no local. Coisa nunca vista em Paris, apesar da lenda popular, Na mesma ilha, mas do lado oposto, vivem homens de nove metros de altura, cujo corpo, feito de mármore branco, tem asas de morcego. À noite, utilizam as suas orelhas como colchões e coberturas. Assim que um homem destes vê um outro ser humano, ele veste-se com os seus imensos órgãos auditivos e escondem-se nos desertos interiores.»
Baseado num relato anónimo, Liber monstrorum de diversis generibus, século IX. Trad. minha.


Um livro para ir consultando...