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quarta-feira, 18 de maio de 2022

Paisagens Povoadas, no MNAC


Neste dia, sugiro-vos que vão a um museu. E a uma exposição, como a que se encontra no MNAC:


Cristino da Silva - A  passagem do gado, 1867
Silva Porto - Charneca de Belas ao por do sol, ca 1879
Alfredo Keil - Praia Grande,1880
Silva Porto - A volta do mercado, 1886
Marques de Oliveira - Praia de Banhos, Póvoa do Varzim, 1884
Carlos de Bragança - Charneca dos Almos, 1898
Luciano Freire - Perfume dos Campos, 1899

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Marcadores de livros - 629

Da esq. para a dir., pormenores de: António Carneiro - Contemplação, 1911; José Malhoa - À beira-mar (Praia das Maçãs), 1926; Marques de Oliveira - Praia de Banhos, Póvoa do Varzim, 1854. 
Lisboa, Museu do Chiado
Da esq. para a dir., pormenores de: José Malhoa - Campanário de Figueiró, 1908; Euène Boudin - Honfleur, 1890; Alfredo Keil - Primavera, 1882.
Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves

Estes marcadores foram publicados para a exposição «Fórmulas Naturalistas da Arte Moderna»  que se encontra na Casa-Museu Anastácio Gonçalves até 30 de abril.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Boa noite!

Já que JMS escolheu Alfredo Keil para a nossa vinheta, eu gemino, esta noite, com a abertura de Dona Branca.

A nossa vinheta

Alfredo Keil, escritor, poeta, compositor, arqueólogo. Um homem de cultura poli facetado, que é sobretudo conhecido dos portugueses como autor de A Portuguesa, hino composto quando do Ultimato Inglês, exprimindo a revolta nacional contra a " velha Albion" que pondo de parte a mais antiga aliança entre países europeus, ameaçava o império colonial português em África, que a República adoptou como Hino Nacional.

Arribas da Praia das Maçãs


Compôs também óperas, das quais a mais conhecida e ainda hoje cantada é a "Serrana".
Como pintor devem-se-lhe diversas telas de grande qualidade e como escritor destaca-se "Tojos e Rosmaninhos - contos da serra", publicada  no ano da sua
morte, magnificamente ilustrada por si. 

terça-feira, 2 de outubro de 2012

A nossa vinheta - Outono

Alfredo Keil, Praça dos Restauradores, 1889.
Museu do Chiado - Museu de Arte Contemporânea



«Vista da Praça dos Restauradores em Lisboa a partir da Avenida da Liberdade, num clima outonal, destacando-se o obelisco comemorativo da Restauração, no fundo, as árvores esguias e nuas da Avenida, à direita, e uma charrete com condutor subindo a calçada e dirigindo-se para o lado esquerdo do primeiro plano.»
 Matriznet


O Outono, a semana que celebra, pela última vez, o feriado do 5 de Outubro e a ligação de Keil à Portuguesa são as razões desta escolha.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Um quadro por dia - 126

Alfredo Keil, A Carta, 1874, óleo sobre tela, 92x73cm, Museu do Chiado, Lisboa.


Preciso de escrever uma, séria, mas há vários dias que não passo das primeiras linhas. Se não é da chuva, é do Sol como nesta tarde que está bonita e convida à rua.
Não tenho qualquer dúvida que a procrastinação é um dos meus maiores defeitos.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Biografias, autobiografias e afins - 90


Achei muito interessante esta biografia do pai do Hino, que foi muito mais do que isso, tanto como compositor como na pintura que exerceu muito tempo e com grande sucesso. E há coisas novas que se descobrem sobre A.Keil nesta obra escrita pelo historiador Rui Ramos, e publicada pela D.Quixote.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Lembrando Alfredo Keil

MR já colocou a Portuguesa. Este apontamento é só para lembrar o homem que compôs a Portuguesa, Alfredo Keil (1850-1907).
De descendência alemã, Alfredo Keil estudou música e desenho em Nuremberga. Pintou, ilustrou, escreveu poesia, da qual apenas conheço o livro "Tojos e Rosmaninhos", e foi músico. Desta última faceta destaco também uma das suas óperas, D. Branca, já se focou no Prosimetron aquando da sua representação no S. Carlos, no passado dia 29 de Setembro. Aqui fica um traço da sua sensibilidade.
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Alfredo Keil, O Aterro em 1881; no cais do Tejo,
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Óleo sobre madeira, 92 x 154 cm, Museu do Chiado, Lisboa, Portugal


Alfredo Keil - L'Abime Op. 14 No. 1

1910 - 23


Capa de Alberto Sousa.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Cenas de interior - 2

A escolha de Miss Tolstoi:


Alfredo Keil - A leitura de uma carta
Óleo sobre tela, 1874
Lisboa, Museu do Chiado

domingo, 21 de junho de 2009

Keil e Garrett

Ontem, na Biblioteca Nacional de Portugal (BnPortugal) houve o encontro com dois clássicos portugueses. O Coro do Teatro Nacional de São Carlos, dirigido pelo Maestro Anton Tremmel e acompanhado pelo pianista Kodo Yamagishi, interpretou "Ah! soggiorno beato" da ópera D. Branca (1888). Aqui fica o registo pedindo desculpa pela fraca qualidade do som e da imagem (uso um telemóvel fraquinho)...

domingo, 11 de janeiro de 2009

Alfabeto Musical Clássico : K

KEIL
Alfredo KEIL (Lisboa, 1850; Hamburgo, 1907). Compositor português, poeta e pintor.

Serments d'Amour Op. 12 No. 4


Jeunesse Op. 9 No. 4


piano: Gabriela Canavilhas

A Serrana (1899), de sua autoria, é uma das melhores óperas portuguesas. Compositor de A Portuguesa.