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terça-feira, 24 de setembro de 2019
quinta-feira, 13 de dezembro de 2018
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Santa Isabel Rainha de Portugal
Letra de Henrique Rêgo
Música de Alfredo Marceneiro
Coimbra, Festas da Cidade e [em louvor] da Rainha Santa Isabel.
(...)
Santa Isabel, se algum dia
Seu nome de eras famosas
Fosse esquecido afinal
Outro milagre faria
De nunca mais haver rosas
Nos jardins de Portugal.
(...)
Santa Isabel, se algum dia
Seu nome de eras famosas
Fosse esquecido afinal
Outro milagre faria
De nunca mais haver rosas
Nos jardins de Portugal.
sábado, 14 de abril de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
«Coração independente», como mote
Joana Vasconcelos
«Eu gosto tanto de ti que tenho vergonha de mim. Há todas as razões boas para eu não gostar de ti, menos a de eu não gostar, porque gosto. É fantástico a gente sentir o que não quer e ter um coração independente.»
Fernando Pessoa
(Apontamento escrito na dobra de um envelope, em data incerta.)
No rescaldo do dia de ontem e da visita à expo sobre Pessoa, que me deu uma vontade danada de o reler. Parece-me ser mesmo esta a maior virtualidade desta mostra: pôr pessoas que nunca o leram, ou o conhecem mal (quem o conhece bem?) a lê-lo.
Não me parece que Pessoa fosse muito dado ao Fado. Apesar disso, aqui fica a Amália
Não me parece que Pessoa fosse muito dado ao Fado. Apesar disso, aqui fica a Amália
Estranha forma de vida
Foi por vontade de Deus
que eu vivo nesta ansiedade.
Que todos os ais são meus,
Que é toda a minha saudade.
Foi por vontade de Deus.
Que estranha forma de vida
tem este meu coração:
vive de forma perdida;
Quem lhe daria o condão?
Que estranha forma de vida.
Coração independente,
coração que não comando:
vive perdido entre a gente,
teimosamente sangrando,
coração independente.
Eu não te acompanho mais:
pára, deixa de bater.
Se não sabes aonde vais,
porque teimas em correr,
eu não te acompanho mais.
Boa noite!
domingo, 4 de julho de 2010
In Memoriam - Rainha Santa Isabel, Alfredo Marceneiro
Comemoração da rainha Santa Isabel de Aragão, rainha de Portugal que faleceu a 4 de Julho de 1336 em Estremoz.
Fado Rainha Santa, Alfredo Marceneiro.
Não sabes Tricana linda
Porque chora quando canta
O rouxinol no choupal
É porque ele chora ainda
P´la Rainha mais Santa
Das Santas de Portugal
Rainha, que mais reinou
Nos corações da pobreza
Que no faustoso paço
Milagreira portuguesa
Que no seu alvo regaço
Pão em rosas transformou
E as lindas rosas geradas
Por um milagre fremente
Que a Santa Rainha fez
Viverão acarinhadas
Com amor eternamente
No coração português
Santa Isabel, se algum dia
Seu nome de eras famosas
Fosse esquecido afinal,
Outro milagre faria
De nunca mais haver rosas
Nos jardins de Portugal.
Poema Henrique Rêgo
Fado Rainha Santa, Alfredo Marceneiro.
Não sabes Tricana linda
Porque chora quando canta
O rouxinol no choupal
É porque ele chora ainda
P´la Rainha mais Santa
Das Santas de Portugal
Rainha, que mais reinou
Nos corações da pobreza
Que no faustoso paço
Milagreira portuguesa
Que no seu alvo regaço
Pão em rosas transformou
E as lindas rosas geradas
Por um milagre fremente
Que a Santa Rainha fez
Viverão acarinhadas
Com amor eternamente
No coração português
Santa Isabel, se algum dia
Seu nome de eras famosas
Fosse esquecido afinal,
Outro milagre faria
De nunca mais haver rosas
Nos jardins de Portugal.
Poema Henrique Rêgo
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Alfredo Marceneiro: O Pierrot, um ramo de violetas para este carnaval!
Alfredo Marceneiro, a alma do fado castiço!

“O Pierrot" de Alfredo Marceneiro
Composição: João Linhares Barbosa
Naquele dia de entrudo, lembro bem
Um intrigante Pierrot, da cor do céu
Um ramo de violetas, pequeninas
À linda morta atirou, como um adeus
Passa triste o funeral, é duma virgem
Mas ao povo que lhe importa, aquele enterro
Que a morte lhe passa à porta, só por ele
Em dia de carnaval, e de vertigem
Abaixo a máscara gritei, com energia
Quem és tu grossseiro que ousas, profanar
Perturbar a paz das lousas, tumulares
E o Pierrot disse não sei, que não sabia
Sei apenas que a adorei, um certo dia
Num amor todo grilhetas, assassinas
Se não vim de vestes pretas, em ruínas
Visto de negro o coração, e resoluto
Atirou sobre o caixão, como um tributo
Um ramo de violetas, pequeninas
Atirou sobre o caixão, como um tributo
Um ramo de violetas, pequeninas
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