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quinta-feira, 4 de julho de 2019
quarta-feira, 4 de julho de 2018
terça-feira, 4 de julho de 2017
Marcadores de livros - 757
À esq.: Rainha Santa Isabel, Milagre das Rosas, 1540-1550; à dir.: Santa Isabel, séc. XVII. Ambos de autor desconhecido.
Coimbra, Museu Machado de Castro
domingo, 3 de julho de 2016
500 anos da beatificação da Rainha Santa. Festas da Cidade de Coimbra
No dia 4 de Julho, recorda-se o falecimento da Rainha Santa, D. Isabel de Aragão,
este, tornou-se o dia da padroeira da cidade de Coimbra e das festas da cidade.
A cidade presta homenagem à Rainha
Edifício Chiado, Museu da Cidade
Para os monárquicos visitantes e residentes fica a informação que
no dia 4 de Julho pelas 16:30 h, há uma Missa da Real Ordem de Santa Isabel, na Igreja do Mosteiro de Santa Clara-a Nova, com a presença dos duques de Bragança.
sábado, 4 de julho de 2015
D. Isabel de Aragão, Rainha de Portugal
Coimbra em Festa. Bom Sábado!
Barahona Possolo, A Rainha Santa, óleo sobre tela, 1996, 110 x 110 cm.
Maria Guiomar Machaz, Imaginário Figurativo na Pintura de Barahona Possolo entre o Simbolismo e o Fantástico (Mestrado em Arte, Património e Teoria do Restauro UL), 2014, p. 60
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Janelas engalanadas III
Para terminar o périplo sobre as janelas engalanadas em honra da Rainha Santa Isabel aqui estão as últimas e como não podia deixar de ser as rosas são o símbolo por excelência.
As Rosas de Santa Isabel
Onde ides, correndo asinha,
Onde ides, bela Rainha,
Onde ides, correndo assim?
Porque andais fora dos Paços?
Que peso levais nos braços?
Oh! Dizei-mo agora a mim?...
A Santa, regalos novos,
Frutas, pão, e carne, e ovos,
No regaço e braços seus,
Sem cuidar ser surpreendida,
Ia levar farta vida
Aos pobrezinhos de Deus.
Coram-lhe as faces formosas,
E responde:- "Levo rosas..."
Dom Dinis deitou-lhe a mão,
Ao regaço, de repente;
Mas de rubra cor vivente
Só rosas lá viu então!...
Como o tempo era passado,
Nos jardins, no monte e prado,
De rosas e toda a flor,
El-rei, cheio de piedade,
Nas rosas da caridade
Viu a bênção do Senhor!
E daquele rosal dela
Tirando uma rosa bela,
Que guardou no peito seu,
Disse-lhe:- "Em paz ide agora,
Que eu me encomendo, Senhora,
À Santa, ao Anjo do Céu."
João de Lemos, in Antologia Poética
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Novo altar
No passado dia 4 de Julho, o Bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, benzeu o novo altar da igreja da Rainha Santa Isabel.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Janelas engalanadas
Janelas engalanadas,
Festas da cidade e da Rainha Santa Isabel.
Rosas
No Quebra Costas as janelas cantam à Rainha
sábado, 5 de julho de 2014
Revisitado
Festas da cidade de Coimbra - visita guiada ao
Mosteiro de Santa Clara-a- Velha.
Arruda, na horta monástica do Paço, Baixo Mondego, margem esquerda do rio.
Hoje cultiva-se o que outrora ali se produzia.
Mosteiro de Santa Clara- a-Velha:
evocação do papel de D. Isabel de Aragão, Rainha Santa Isabel, na sua fundação.
Azulejos que se descobrem, num degrau para o claustro
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Santa Isabel Rainha de Portugal
Letra de Henrique Rêgo
Música de Alfredo Marceneiro
Coimbra, Festas da Cidade e [em louvor] da Rainha Santa Isabel.
(...)
Santa Isabel, se algum dia
Seu nome de eras famosas
Fosse esquecido afinal
Outro milagre faria
De nunca mais haver rosas
Nos jardins de Portugal.
(...)
Santa Isabel, se algum dia
Seu nome de eras famosas
Fosse esquecido afinal
Outro milagre faria
De nunca mais haver rosas
Nos jardins de Portugal.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
quinta-feira, 4 de julho de 2013
quarta-feira, 11 de julho de 2012
O Manto
Homenagem do Museu Machado de Castro à Rainha Santa Isabel:
O Manto da Rainha
Museu Nacional Machado de Castro, Coimbra
"São rosas, Senhor"
sexta-feira, 6 de julho de 2012
A cidade vestiu-se de festa para homenagear a Rainha Santa Isabel.
A PADROEIRA
Rainha Santa. Pelas ruas fora,
Desliza a Procissão, solenemente...
Vai atrás muito povo, muita gente,
Que o povo todo, toda a gente implora!
Se o rubro Sol de Julho já descora,
De o ter beijado, a Terra acha-se ardente;
Foguetes sobem e estralejam, rente
Do céu... na glória do ar, fluida e sonora.
Sobre o andor, a Rainha entra na ponte...
repercute, em seus ecos, cada monte
Salmos, hinos de sinos sobranceiros.
Na religiosidade da paisagem,
Que não perturba a mais pequena aragem,
Até rezam, curvados, os salgueiros.
Alberto de Monsaraz, in EnCantada Coimbra, Colectânea de Poesia sobre Coimbra, Lisboa: d. Quixote, 2003 (organização e notas de Adosinda Providência Torgal e Madalena Torgal Ferreira), p. 133.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
D. Isabel de Aragão, Rainha de Portugal, Rainha Santa
domingo, 4 de julho de 2010
In Memoriam - Rainha Santa Isabel, Alfredo Marceneiro
Comemoração da rainha Santa Isabel de Aragão, rainha de Portugal que faleceu a 4 de Julho de 1336 em Estremoz.
Fado Rainha Santa, Alfredo Marceneiro.
Não sabes Tricana linda
Porque chora quando canta
O rouxinol no choupal
É porque ele chora ainda
P´la Rainha mais Santa
Das Santas de Portugal
Rainha, que mais reinou
Nos corações da pobreza
Que no faustoso paço
Milagreira portuguesa
Que no seu alvo regaço
Pão em rosas transformou
E as lindas rosas geradas
Por um milagre fremente
Que a Santa Rainha fez
Viverão acarinhadas
Com amor eternamente
No coração português
Santa Isabel, se algum dia
Seu nome de eras famosas
Fosse esquecido afinal,
Outro milagre faria
De nunca mais haver rosas
Nos jardins de Portugal.
Poema Henrique Rêgo
Fado Rainha Santa, Alfredo Marceneiro.
Não sabes Tricana linda
Porque chora quando canta
O rouxinol no choupal
É porque ele chora ainda
P´la Rainha mais Santa
Das Santas de Portugal
Rainha, que mais reinou
Nos corações da pobreza
Que no faustoso paço
Milagreira portuguesa
Que no seu alvo regaço
Pão em rosas transformou
E as lindas rosas geradas
Por um milagre fremente
Que a Santa Rainha fez
Viverão acarinhadas
Com amor eternamente
No coração português
Santa Isabel, se algum dia
Seu nome de eras famosas
Fosse esquecido afinal,
Outro milagre faria
De nunca mais haver rosas
Nos jardins de Portugal.
Poema Henrique Rêgo
Isabel de Aragão, Rainha de Portugal- Retábulo.
Isabel de Aragão filha de D. Pere III, de Aragão, e de D. Constança, de Navarra, tornou-se rainha de Portugal ao casar-se com D.Dinis, em 1282 (1). D. Isabel de Aragão nasceu c. 1269(?) e faleceu a 4 de Julho de 1336, em Estremoz, tendo sido trasladada para Coimbra. Foi canonizada em 1626 pelo Papa Urbano VIII.
O milagre das rosas sobejamente conhecido foi originalmente atribuído à sua tia-avó, Santa Isabel da Hungria. Provavelmente por corrupção da lenda original e pelo facto de as duas rainhas possuírem o mesmo nome e a mesma bondade ele faz parte da nossa memória colectiva e foi largamente difundido nas artes e nas letras.
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xPormenor do retábulo do Milagre da Rainha Santa Isabel
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Autor desconhecido, Século XVI [1540-50,], Óleo sobre madeira de carvalho,36 x 29 cmMuseu Nacional de Machado de Castro, Coimbra "Este pequeno retábulo, considerado o primeiro ex-voto português, foi encomendado por um professor universitário, como forma de agradecer o auxílio da Rainha Santa na cura da paralisia de que padecia uma sua sobrinha, freira da comunidade monástica de Celas.
Nele se representa Santa Isabel com as rosas e o milagre propriamente dito, bem como a sua acção de amparo aos mais desprotegidos. Em plano de fundo, descobre-se uma vista geral de Coimbra renascentista, com destaque para o Paço Real e o Mosteiro de Santa Clara". (2)
(1)Retirado da História de Portugal de A. H. Oliveira Marques, Vol I, Lisboa:Palas Editores, 1976 (6ª edição)
(2) Retirado do site do Museu Nacional Machado de Castro
O meu Requiem predilecto em memória da Rainha Santa Isabel.
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