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segunda-feira, 27 de abril de 2026

Marcadores de livros - 3703

O tema do mês é Alice, que não abunda por cá, mas há outros marcadores no blogue que podem ser vistos carregando na etiqueta «Alice».

Verso e reverso.
Versos e reversos.


,Jefferson Airplane - «White Rabbit».

Gracias, Justa!

Contribuições de outros blogues para o tema do mês de março: Algo más que papel; Desde mi orilla del Tajo: I, II, III e IV; En la página 37: I e II; Marcapáginas de mi colección; Marcapáxinas da Cairesa; Monton de Marcapaginas; Puntos de luz... (Viva o libro!) e Viajando con los Marcapáginas.

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

Mini-livros - 61

Alice (dois livros diferentes), il. por Luísa Ferreira Nunes. E um livro miniatura.

Foto Maria.

N.º 22 da col. Contos em miniatura.

sábado, 14 de dezembro de 2024

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Parabéns, HMJ!


Um livro de lenços de assoar de Gladys Peto de cerca de 1920 - virtual porque o mais barato que encontrei tem um preço superior a $1000,00:

Um dia feliz!

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Boa noite!



O Chiswick Book Festival comemorou os 150 anos da publicação da primeira edição de Alice in Wonderland com Alice Extravaganza. 
Lewis Carroll encomendou a John Tenniel as ilustrações e foi ele próprio que pagou essa edição. 
As gravuras de madeira desta edição estiveram desaparecidas até 1985, ano em que foram descobertas no cofre de um banco. 

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Lá fora - 234




A pequena Alice faz 150 anos, e a Morgan Library and Museum de Nova Iorque dedica-lhe uma exposição que alberga desde o microscópio do Rev.Dodgson ( Lewis Carroll ) à bolsa de cabedal branco e o anel de rubis de Alice Liddell, passando por manuscritos, cartas e até o filme de 1903, a primeira adaptação cinematográfica .

Até 11 de Outubro .

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Um dia muito feliz!

Parabéns Mariana!
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Jessie Willcox Smith - Collage from Boys and Girls of Bookland. Smith, Nora Archibald, 1923
[Courtesy of Athens Antique Labels & Prints : oldlabel@sover.net]
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Hudson, Gwynedd M. London: Hodder, 1922; New York: Dodd, 1922.
Alice and Dinah
[Courtesy Collection of Dave Neal ]

terça-feira, 16 de março de 2010

As Aventuras de Alice...

no País das Maravilhas
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detalhe da ilustração de Diogo Muñoz retirado do capítulo 2 "O Lago de Lágrimas"
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" Vou tentar ver se sei todas as coisas que dantes sabia. Deixa-me cá a ver: quatrovezes cinco são doze, e quatro vezes seis são treze, e quatro vezes sete são... Oh, meu Deus! Por este andar nunca mais chego aos vinte! Seja como for, a tabuada não conta. Vamos tentar a Geografia. Londres é a capital de Paris, e Parisé a capital de Roma, e Roma... não, tenho a certeza que isto está tudo errado! Fevo estar trocada com a Mabel! Vou tentar dizer « Olha o lindo...» - e cruzou as mãos no regaço, como se recitasse lições, e pôs-se a declamar, mas a sua voz rouca e estranha, e as palavras não lhe vinham à memória como dantes:

-« Olha o lindo crocodilo
Com a sua lustrosa cauda,
Que despeja as águas do Nilo
Em cada escama dourada!

Como parece rir de mansinho,
Que bem estende as suas garras,
A receber os peixinhos
Na sua risonha bocarra»"

Lewis Carroll, As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, Lisboa: Edição Expresso, 2010, p. 30

Nota - A rima é uma paródia às duas primeiras estrofes do poema Against Idleness and Mischief" (Contra a Preguiça e a Maldade) do Ministro da Igreja Sir Isaac Watts


"Aventuras de Alice no País das Maravilhas” é o tema da exposição da autoria de Diogo Muñoz que pode ser visitada até ao dia 4 de Abril no Centro Cultural de Cascais. A exposição é composta por 24 telas com as aventuras de Alice. Para saber mais clique aqui

sábado, 13 de março de 2010

Alice - 2


Versão port. de Maria das Mercês e Maria Isabel de Mendonça Soares; il. Eric Kincaid (1931-)
Lisboa: Verbo, 1991


«Alice pôs-se de joelhos, espreitou e avistou ao fundo um jardim tão lindo como nunca se vira outro assim.»


«- Se toda a gente se metesse na sua vida - disse a Duquesa, com um grunhido - o Mundo andaria mais depressa do que anda.»


«- Principia pelo princípio - disse o Rei com ar grave - e vai andando até ao fim; nessa altura, pára.»
Para saber mais sobre este ilustrador: http://www.erickincaid.com/

Alice - 1


Alice no País das Maravilhas, com ilustrações de Figueiredo Sobral.
Lisboa: Portugália, 1966
Trad. de Maria de Menezes.


Lisboa: Vega, 2008
Reed. da ed. da Portugália.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Matt Lucas

Suspeito que muitos dos espectadores da Alice de Tim Burton não conheçam Matt Lucas, actor que interpreta os gémeos Tweedledee e Tweedledum, e trata-se de um nome que merece ser conhecido. É uma das grandes figuras da comédia britânica da nossa era, designadamente pela criação da notável série Little Britain de que sou verdadeiro devoto. A solo, ou em dupla genial com David Walliams como se pode ver neste sketch, Matt Lucas é fantástico, tanto na representação dos tipos sociais da Velha Inglaterra como em figuras mais contemporâneas como a sua criação Vicky Pollard que aqui trarei de seguida.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Alice no Pais das Maravilhas!

Vi o filme de Alice... e deliciei-me. Não é totalmente fiel à história mas é fantástico. Tirava-lhe apenas um...dois apontamentos que acho desnecessários, mas enfim, é a opção do realizador. Johnny Depp foi magnífico como sempre. Mia Wasikowska, Alice, entregou-se de forma excelente ao papel. Irei vê-lo outra vez. Também me deu vontade de reler a história porque uma só leitura do absurdo e da lógica caótica não é perceptível.
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Alice No País das Maravilhas, no Harrods, Londres


quinta-feira, 4 de março de 2010

Dado que Alice estreou hoje

Da minha biblioteca - 5

Este volume editado na muito interessante colecção Figuras Míticas da Pergaminho há já 10 anos ( data a primeira edição, a que tenho, do ano 2000 ) reúne cinco ensaios sobre a imortal criação de Lewis Carroll que abrangem vários tópicos: a história da ilustração dos livros, a "geografia" do País das Maravilhas, a criança vitoriana e last but not least a relação de Carroll com a fotografia. É do ensaio que aborda esta última temática ( Novas madonas a inventar: Alice na câmara clara ), escrito pelo filósofo e historiador da cultura alemão Michael Wetzel, que provém o trecho que se segue, ilustrado por uma das mais fascinantes ( e perturbantes ) fotografias que Lewis Carroll tirou a Alice Lidell.




(...) Esta história dum apaixonado repelido, que tem que travar conhecimento com toda a família da jovem antes de se encontrar a sós com ela para lhe tirar a fotografia, pode ser tida como a imagem do próprio Carroll fotógrafo. Porque também ele perseguia um nome, o de Alice. Certamente que, de início, era uma menina real, Alice «Pleasence» Liddell, que lhe proporcionava, como é referido num jogo de palavras, o « prazer da vida». E isso tinha justamente começado por um contacto através da lente do aparelho fotográfico, apenas alguns meses após a estreia fotográfica de Carroll. Estamos, portanto, ante uma paixão óptica, que acaba com cartas de amor queimadas, placas fotográficas quebradas, páginas de diário rasgadas e, mesmo em 1880, por ocasião do casamento de Alice- com quem já não tinha relações há muito tempo- com o súbito e inexplicável abandono da fotografia. A censura vitoriana, proibindo a Carroll o «droit de regard», tinha acabado por contaminar o país das maravilhas fotográficas, não deixando senão a ferida aberta dum amor não-consumado e impossível- mas também os dois contos que fizeram da menina um mito.

(...)
esta paixão óptica é duma tal intensidade que os retratos que dela resultam ultrapassam de muito longe a menina real, na sua beleza piegas. Alice Liddell, que tinha quatro anos e meioquando Carroll a descobriu, em companhia das suas duas irmãs, Lorina e Edith, nos jardins do colégio, rapidamente se torna o seu modelo preferido, ainda que, ao longo da sua vida de fotógrafo, ele tivesse fotografado centenas de outras meninas. O facto é que, mais do que qualquer outra, Alice incarna esse ideal erótico do qual Carroll se fez mitógrafo; não é apenas a delicadeza dos seus retratos que marca, mas também o seu extraordinário erotismo, a sua capacidade de suscitar os fantasmas de quantos os contemplam. Brassaï, comentando o retrato de Alice como jovem mendiga, escreve:

Alice, de pé, diante duma parede sórdida, pernas e pés desnudados, olha-nos com grande tristeza. A camisa está rasgada, arrancada, em farrapos, o corpo desnudado, como se tivesse acabado de sofrer uma violação.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Alice no País das Maravilhas de 1903!

Para Margarida Elias e Jad

Não conhecia este filme. Andava à procura de uma Alice em italiano, porque sei da existência de um filme relativamente actual, embora, não saiba quem é o realizador e encontrei este.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Amante de Lewis Carroll e de Alice no Pais das Maravilhas

Já conhecem a minha admiração por Lewis Carroll e a Alice no País das Maravilhas.
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John Tenniel (1820 – 1914), Ilustração de origem (1865)Hoje, comprei o Expresso para obter as cartas com uma das histórias de infância que mais me encantaram. Fiquei admirada com esta Alice mais espanhola do que britânica!
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Diogo Muñoz escolheu para o rosto de Alice a Infanta D. Margarida, filha de D. Filipe IV, baseando-se no célebre quadro de Diego Velásquez "Las Meninas"

A Rainha de Copas, o Chapeleiro e o Valete de Copas



À hora do chá, um dos momentos mais deliciosos da história.

John Tenniel (1820 – 1914), Ilustração de origem (1865)

Boa noite!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Seriam de amoras?


Porto: Civilização, 1998
Teresa Lima ganhou um prémio de ilustração com este livro.

«A Rainha de Copas fez umas tortas
Num belo dia de Verão.
O Valete de Copas roubou essas tortas
Mas que grande comilão!
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