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segunda-feira, 19 de agosto de 2019
Novidades
Um ensaio sobre este aparente paradoxo que vivemos : o declínio da literatura e da leitura, e ao mesmo tempo nunca tantos escreveram tanto - emails, sms, tweets .
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Novidades
Um ensaio que fica aqui também como presente virtual ao nosso J.P., ainda que com ligeiro atraso . O fascínio dos antigos egípcios pelo felino doméstico é bem conhecido, e aqui fica estudado e ricamente ilustrado . Uma edição da Les Belles Lettres .
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Novidades
É uma novidade que já tem uns meses, mas não queria deixar de assinalar esta iniciativa da editora Tinta da China que publica este livro de Gene Sharp, o mesmo que causou a prisão de jovens activistas em Angola, com as receitas a reverter a favor dos presos políticos e suas famílias .
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Aquisições recentes
Comprados ontem estes dois ensaios históricos , o primeiro sobre o que era ser " Rei de França " ( toda a simbólica, cerimonial, etc ) e o segundo sobre a idade média africana, algo pouco estudado mas mais interessante do que se pensa .
O melhor é não entrar mesmo em livrarias ... :)
terça-feira, 24 de junho de 2014
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Novidades
Um ensaio muito interessante do filósofo francês Yves Michaud, editado pela Stock, que aborda o luxo mais recente, não já centrado em objectos ( jóias, artigos de marca, automóveis de edição limitada ) mas em experiências. O novo luxo é experiencial, sejam viagens cada vez mais exóticas ( até já ao espaço, como sabemos ), consumo gastronómico em restaurantes inacessíveis ao comum mortal ou ainda os vinhos raros e caríssimos.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Novidades
Mais um ensaio de Isabel Nogueira, com apresentação pública hoje, às 18h30, na Fnac-Chiado, por Cristina Azevedo Tavares e Delfim Sardo.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Novidades
O mais recente volume de um dos mais interessantes ensaístas literários franceses. O que é uma obra-prima? Como se define? Como resistem ao tempo?
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Novidades
Já está à venda o novo ensaio histórico de Fernando Rosas, a quem ninguém pode acusar de simpatia pelo objecto de estudo... ( Edições Tinta da China )
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Novidades
Um curto, mas denso, ensaio do filósofo francês Jean-Luc Nancy, escrito depois de Fukushima. As catástrofes naturais e a condição humana, por associação ( minha ) com o furacão Sandy que devastou as Caraíbas e a Costa Leste dos EUA, mas também com uma catástrofe natural de há precisamente 257 anos, em Lisboa.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Novidades - 218
Chega amanhã às livrarias este novo ensaio filosófico de Miguel Real, que não é mera locubração abstracta mas antes recorre também a casos concretos da própria realidade lusa. E não poupa nas palavras: " Hoje, sempre que vos apareça no ecrã de televisão um economista com funções governamentais-não duvideis: eis a face explícita do mal, aquele que levou a Europa à decadência e se prepara para, alegremente, destruir o planeta. ". É uma edição da D.Quixote.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Já que...
... estamos a falar de leituras no metro, aqui fica a minha: a edição de bolso de Pourquoi lire?, o fantástico ensaio de Charles Dantzig.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
O que estou a ler
Estou a ler este mais recente número da Colóquio Letras, o 178, maioritamente dedicado a Ruy Belo,
e também este ensaio da Maria Filomena Mónica sobre uma das coisas que temos mais certa, mais um volume de uma colecção preciosa da Fundação Francisco Manuel dos Santos.
Finalmente, e foi isto que ficou por dizer há uns tempos quando se falou aqui de Aleister Crowley, estou a ler ficção fantástica daquele que foi um dos expoentes mediáticos do Ocultismo no século passado e que se considerava a si próprio o pior homem do mundo. Foi por mero acaso que descobri estas histórias, até porque desconhecia que ele tinha escrito ficção apenas o conhecendo da tradição esotérica/ocultista e das ligações ao nosso Fernando Pessoa.
Também estou a ler BD, mas isso fica para outro post.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Novidades - 195
No meio da crise do euro, das dívidas soberanas, da falta de rumo da União, Alain Minc escreve este elogio à Europa que nos lembra coisas como o facto de vivermos na zona do planeta " plus libre, plus démocratique, plus moral ", ou que a maneira como vivem os europeus em geral é " plus équilibrée et plus avancée " que a América de Obama apesar do que muitos europeus pensam.
Alain Minc, Un petit coin de paradis, Grasset, 150p, €9.
Alain Minc, Un petit coin de paradis, Grasset, 150p, €9.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Novidades - 167: Do casamento
Este mais recente livro de Pascal Bruckner debruça-se sobre o modelo actual maioritário de casamento, o casamento por amor, e as razões do seu relativo falhanço, apesar do esforço de tantas gerações que lutaram por tê-lo, especialmente do lado das mulheres. Falhanço que é desde logo comprovado pelas enormes taxas de divórcio, sempre a crescerem no Ocidente.Tomei nota de um conselho:
À chacun de s' imposer des régles. (...) Pardonnons nous nos faiblesses respectives, ne blessons pas ceux que nous chérissons.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Novidades - 165

Não há que recear: não é um livro para linguistas ou só para linguistas. É antes uma interessante reflexão sobre o futuro do inglês como língua franca, antecedida de uma parte histórica que analisa as outras línguas francas ( do aramaico ao latim, passando pelo fenício e pelo grego ) que precederam a língua de Shakespeare mas não foram tão bem sucedidas como esta que é hoje falada em todos os continentes, também a segunda língua mais aprendida no mundo e indubitavelmente a língua da ciência, do comércio ( e da finança) e da cultura.
O autor, reputado especialista em História das Línguas, não é, porém, optimista quanto ao futuro da língua inglesa. É que se 1000 milhões de pessoas falam inglês, apenas 330 milhões o fazem como língua materna e este é um número que não crescerá significativamente nos próximos anos.
Falta de crescimento que se deverá sobretudo a duas causas: a expansão dos nacionalismos, mesmo em ex-colónias britânicas, que levou a que países como o Sri Lanka ou a Tanzânia tivessem escolhido como línguas nacionais o Sinhala e o Swahili respectivamente; e a evolução tecnológica que, com o aperfeiçoamento do software de tradução, levará a médio-longo prazo à desnecessidade do conhecimento universal do inglês.
Daí, o título da obra: a última língua franca.
The Last Lingua Franca: English Until The Return of Babel, Nicholas Ostler, Walker&Company, 368p, 2010.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Novidades - 158 : Da leitura
(...) Je crois qu' il existe trois degrés de lecture. 1) On lit pour comprendre le monde. 2) On lit pour se comprendre soi-même. 3) On lit pour comprendre l' auteur. Le stade nº3 est celui des lecteurs les plus fins; mais, quels qu'ils soient, ils sont généreux. Ils donnent aux livres la chose la plus importante de leur vie: leur temps. (...)
Este é o mais recente ensaio de Charles Dantzig, autor que já passou por estas páginas a propósito de uma sua excelente obra. Desta vez, é o acto da leitura que é interrogado, acto tão grato aos prosimetronistas e a muitos que nos lêem. Actividade grata, mas economicamente inútil especialmente quanto à literatura propriamente dita ( e daí o seu valor) : (...) On lit parce que ça ne sert à rien. C'est un moment de gratuité dans des societés utilitaires, une révérence à l'esprit dans une humanité qui ne baisse généralement le front que devant la force. (...)
Charles Dantzig, Pourquoi lire?, Grasset, 250p, €18, Outubro de 2010.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Novidades - 143

O livro está aí, bastante crítico, dizem as recensões, quanto à actual governação, e o autor não é reconduzido como embaixador na UNESCO.
Carrilho diz que soube pela Lusa, sem qualquer aviso prévio oficial, o MNE já respondeu dizendo que há um ano que ele sabia que ia haver rotação de embaixadores.
Perante versões tão díspares, o melhor é aguardar...
O substituto está à altura: Luís Filipe Castro Mendes. Já não é mau.
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