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domingo, 21 de maio de 2023

O chá das cinco - 155

Folha do chá. 
In: Pierre-Joseph Buchoz (1731-1807) - Histoire universelle des végétaux. 
Ver aqui.

Um chá com umas queijadas de Sintra. Ainda sobraram duas do pacote que abri ontem. Estavam fresquíssimas.

sábado, 11 de janeiro de 2020

Leituras no Metro - 1047

Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2019 

Gostei de ler este livro. Aprendi algumas coisas. Por exemplo que em Portugal, para além do chá açoriano (Gorreana e Porto Formoso), há uma plantação em Fornelo (Vila do Conde) que produz o chamado chá Camélia.
Também em Portugal se produz açafrão (da Lusitânia) em pequena escala, na aldeia de Descoberto (Fundão).
Uma leitura que recomendo, apesar de um amigo lhe ter detetado uma 'asneira'. mas pode ser que ele faça um post sobre isso.


terça-feira, 24 de outubro de 2017

Marcadores de livros - 859

Gijón, Jardín Botánico Atlántico.
Um daqueles lindos cogumelos que não se devem comer. :)

Com um agradecimento à Justa.


sábado, 16 de setembro de 2017

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Pacotes de açúcar - 150

Estes pacotes - dos mais lindos que tenho - foram-me oferecidos pela Ana (a quem agradeço) há bastante tempo.
Espero que estas plantas e estes animais tenham sobrevivido aos incêndios. 

terça-feira, 25 de abril de 2017

Cravos

Estes cravos foram desenhados no século XVII e impressos numa das primeiras obras de Botânica lúdica - anteriormente as obras de botânica eram, na sua maioria, apenas para complemento médico (os simples) que entravam nos remédios.


 
Hortus floridus in quo rariorum & minus vulgarium florum Icones ad viuam veramque formam accuratißime delineatæ. Et secundum quatuor anni tempora diuisæ exhibentur incredibililabore ac diligentia Crispini Paßæi junioris Delineatæ ac suum in ordinem redactæ [...]. – Arnhemy : apud Ioannem Ianßonium Bibliopolam [= Johannes Janßonius], [1616‑1617]. Latim.
 
O livro apresenta as plantas que florescem nas diferentes estações do ano. Os cravos constitui a 18.ª estampa de entre as que ilustram o Verão.
O livro pode ser visto aqui (exemplar da Biblioteca Nacional de Portugal).

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Lá fora - 282

 Gostaria muito, e não seria o único prosimetronista seguramente, de ver estes maravilhosos velinos, alguns com 300 anos , agora expostos no Cabinet d' Histoire du Jardin des Plantes, em Paris . Estão expostas 120 aguarelas naturalistas da assombrosa colecção de 7000, única no mundo, começada por Gaston d' Orléans, tio de Luís XIV, continuada por este, aumentada pela doação de 600 peças por Colbert , e que em 1793 é entregue ao recém-criado Museu Nacional de História Natural . A colecção parou de ser aumentada em 1905, fixando-se em 7000 peças, raramente vistas e sequer expostas, apesar de muitas das aguarelas serem assinadas pelos melhores artistas de cada época e serem preciosos documentos de Zoologia e Botânica .




 Resta a quem não pode ir a Paris aceder a um livro, que é mais que um catálogo pois nele constam 800 pranchas, acompanhadas de textos de 10 autores especialistas nos vários saberes em causa :


Précieux Vélins, trois siècles d' illustration naturaliste, Jardin des Plantes, Cabinet d' histoire, 57, rue Cuvier, Paris . Até 2 de Janeiro de 2017 .

Les Vélins du Muséum national d' histoire naturelle, sob a direcção científica de Pascale Heurtel e Michelle Lenoir, éditions Citadelle&Mazenod, 830 ilustrações, 624 páginas, € 430 .

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Tomate para todos os gostos

Elizabeth Blackwell - A planta do tomate, 1735
Elizabeth Blackwell foi uma ilustradora escocesa de botânica, autora de A curious herbal (1737). 
Duas folhas de catálogos da firma de Ernst Benary.
Benary foi um horticultor e botânico alemão.
Heirloom é uma palavra que significa, no caso presente, que as sementes destas variedades de tomate passaram de geração em geração, dentro da mesma família de horticultores.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Novidades

Dizem as recensões que além de quadros nunca antes reproduzidos, e até frescos antigos, também os ensaios são muito bons.


Mais dedicado aos aventureiros da Botânica e às suas descobertas do que aos artistas que reproduziram estas, é também uma obra altamente recomendada que cobre toda a história humana desde o Antigo Egipto.

O rico catálogo de uma exposição dedicada à cozinha norte-americana desde os primeiros colonos até aos dias da fast food e a sua representação artística.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Duas exposições a visitar na Biblioteca Nacional

Visitei duas exposições na Biblioteca Nacional de Portugal e ambas me encheram os olhos e o pensamento.
Livros de Horas: o imaginário da devoção privada.
Esta exposição integra 25 Livros de Horas manuscritos em diálogo com exemplares impressos, estando maioritariamente estruturada de acordo com as principais secções (e respectivos programas iconográficos) que constituem esta tipologia de livro: Calendário, Perícopes evangélicas, Horas da Cruz, Horas do Espírito Santo, Horas da Piedade e do Sacramento, Horas da Virgem, Orações várias, Salmos Penitenciais e Ofício dos Defuntos. BNP 

Escolhi este pequeno Livro de Horas que pertenceu a D. Leonor, mulher de D. João II. Gostaria muito de o ter na minha pequena biblioteca. 

As Três Marias, atribuído ao Mestre do Livro de Orações de Dresden (?), escola flamenga, 
1476-1500. (94 x 67 mm)
«Letra gótica - calendário segundo o uso de Bruges. Horas da Virgem segundo o uso de Roma» [legenda] 


Antes de Lineu: o mundo das plantas impresso na coleção da BNP 
A moderna taxonomia assenta no trabalho de sistematização levado a cabo no séc. XVIII por Lineu (1707-1778) que constitui, ainda hoje, um marco na história da ciência, e da botânica em particular, ao ponto de se poder falar no antes e no depois de Lineu. Já desde o séc. XVI, porém, que outros, como o português Garcia d’ Orta, desenvolviam esforços pioneiros de recolha e sistematização do conhecimento botânico.*





Em 2013 completam-se 450 anos sobre a impressão de um dos mais importantes livros científicos, entre aqueles que foram produzidos no séc. XVI, no que às plantas diz respeito: Os Coloquios dos simples, e drogas e cousas medicinais da India, de Garcia d’Orta (Goa, 1563)*. BNP.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

O meu livro de Botânica

Estudei botânica - estudei é um modo de dizer porque eu odiava aquele empinanço e pouco fiquei a saber do assunto - pelo livro de Seomara da Costa Primo. Eu e muitas gerações de estudantes.
Tenho pena da minha ignorância em relação a esta matéria, mas o modo como a ensinavam não era para entusiasmar uma criatura de 13 anos.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A arte do retrato - 32

Leonardo da Vinci, Retrato de Ginevra di Benci, 1474, óleo sobre madeira, 38,1x37cm, National Gallery of Art, Washington, E.U.A. .

Ainda o junípero ou zimbro: o post do MLV sobre aquele que foi o meu "veneno de eleição" durante muitos anos, lembrou-me este retrato da aristocrata de semblante sério cujo nome "dá" com a árvore/arbusto, a mais famosa tela onde aparece um junípero. E é a única obra de Leonardo que está nas Américas, comprada nos anos 60 aos Príncipes do Liechtenstein.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Celosia caracas


Desde ontem que há mais um ser vivo em minha casa. Trata-se de uma celosia caracas, uma das oito espécies de celosia, tendo eu ficado a saber que esta palavra grega significa "flor que nasce" e que algumas delas são comestíveis. As várias espécies estão espalhadas por todo o mundo, e a que adquiri é originária das Américas, daí o caracas.
Por falta de outro espaço disponível, tive de colocar a recém-chegada no meu "mini-orquidário". Espero que seja possível a coabitação.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Sempre a aprender - 3 : A Rafflesia

O Prosimetron tem contado sempre com uns "apontamentos de Botânica" e aqui está mais um: esta é a maior flor do mundo, produzida pela Rafflesia arnoldii, planta nativa das ilhas de Bornéu e Samatra, na Indonésia. A flor pode chegar aos 106cm de diâmetro e aos 10kg de peso. Não é para qualquer canteiro nem para qualquer jarra...