Marcadores de livros de horas iluminados. Com um agradecimento à Justa.
Prosimetron
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sexta-feira, 26 de janeiro de 2024
sábado, 6 de janeiro de 2024
Bom Dia de Reis!
Iluminuras de livros de horas da Mediateca de Troyes:
Livro do primeiro quartel do século XV. [Ms 3713]
Iluminura do chamado «Mestre do missal de Troyes» [Ms 3897].
Livro de horas realizado por Jean Colombe e seus discípulos, entre 1470 et 1480. [Ms 3901].
Retirados daqui.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2021
Marcadores de livros - 2076
Para acabar o ano, estes marcadores, que já apareceram noutra entrada, estão em sorteio.
Quem estiver interessado, só tem de enviar um comentário dizendo-o. Pode fazê-lo até ao dia de Reis. No dia 7 meterei os nomes num saco e tirarei um. Confiem em mim que não farei batota. 😊
Doze marcadores feitos a partir de iluminuras de Jean Bourdichon do livro Les grandes heures d'Anne de Bretagne, ca 1503-1508.
Em baixo reversos de quatro desses marcadores.
quinta-feira, 20 de agosto de 2020
Números
250 000
libras - foi quanto valeu o livro de horas de Maria Stuart na Christie's de Londres a 29 de Julho.
Originalmente destinado a Louise de Bourbon-Vendôme ( 1495-1575 ), filha de Francisco de Bourbon, conde de Vendôme, e de Maria de Luxemburgo-Sainr-Pol, abadessa de Fontevraud desde 1534; data provavelmente de 1535 a 1540, contendo 40 miniaturas pintadas pelo Mestre de Franisco de Rohan, pintor da corte de Francisco I de França.
Entre 1558 e 1561, a abadessa oferece-o à sua sobrinha-neta, Maria Stuart, então mulher de Francisco II de França, que escreve nele uma pequena nota, assinada com o seu anagrama, levando-o depois consigo quando regressa à Escócia natal para recuperar o seu trono. O livro terá seguido o destino da rainha deposta até ao seu último cativeiro e execução no castelo de Fotheringhay.
Para o JAD.
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Un museo en miniatura: el Libro de horas de Carlos V
O restauro do Libro de horas de Carlos V, um dos manuscritos iluminados mais importantes da BNE, motivou a desencadernação do mesmo, permitindo que as suas 37 folhas sejam expostas separadamente, numa oportunidade única, já que depois da exposição vai ser reencadernado.
Na Biblioteca Nacional de Espanha até 4 de janeiro de 2020.
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
Marcadores de livros - 1431
Detalhe da encadernação do Livre d'heures à l'usage de Paris, 1532-1538
Col. particular
Este livro esteve na exposição:
Para Jad.
terça-feira, 25 de dezembro de 2018
O que deixou o Pai Natal na árvore para os prosimetronistas?
Para o Luís, um livro com um tema atual e preocupante:
Para a Ana, cada mês seu poema:
Para o Filipe:
Para o Jad:
Este Catalogue raisonné des livres d'Heures conservés au Québec esteve na base uma exposição no Museu de Belas Artes de Montreal.
Para o João Soares, 600 perguntas sobre a história e factos de todos os géneros de cinema:
Para o Mário, uns chocolates Weiss:
Lisboa: Clube do Autor, 2018
Para a Ana, cada mês seu poema:
Arles: Actes du Sud, 2018
Entre 1916 e 1921, Picasso colabora em quatro espetáculos de Serge de Diaghilev para os quais desenha cenários e fatos: Parade (1917), Le Tricorne (1919), Pulcinella (1920) e Cuadro flamenco (1921). Este livro anda à volta desta colaboração entre Picasso e os Bailados Russos.
Grandvilliers: la Tour Verte, 2017
Outubro de 1940. Um produtor alemão, Alfred Greven, cria em Paris uma produtora de filmes, a Continental Films, para onde recruta as estrelas mais famosas (Danielle Darrieux, Fernandel, Raimu, Harry Baur) e cineastas conhecidos (Marcel Carné, Maurice Tourneur, Henrique Decoin, Henri-Georges Clouzot). Durante os quatro anos que durou a Ocupação, a Continental produziu trinta filmes, incluindo algumas obras-primas, como Les Inconnus dans la maison e Le Corbeau.
Pela primeira vez, a história desta companhia de produção, do seu fundador e daqueles que aí trabalharam é contada de dentro, graças a arquivos alemães e franceses inéditos.
Para o Jad:
Para o João Portugal, o catálogo da exposição que se pode ver no Louvre:
Paris: Louvre: Liénart, 2018
Para o Mário, uns chocolates Weiss:
Feliz Natal!
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
Números
4 290 000
euros, foi por quanto mudou de mãos um Livre d' heures à l' usage de Rome atribuído a Jean Poyer, estabelecido em Tours no séc.XV, e também conhecido como as Horas de Petau em honra do seu primeiro proprietário conhecido, Alexandre Petau. Estava avaliado entre 700 000 e 900 000 euros, mas ultrapassou a inesperada marca dos 4 milhões de euros no passado dia 16 de Junho.
terça-feira, 15 de agosto de 2017
quinta-feira, 11 de maio de 2017
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
sábado, 1 de agosto de 2015
Agosto, tempo de lazer
Provavelmente esta imagem já andou por aqui mas é tão bonita que resolvi escolhê-la.
Boas férias para quem vai em Agosto.
Esta iluminura retrata o lazer e ainda quem trabalha no campo e no rio.
Mesmo em tempo de lazer para uns, as horas marcam os dias para outros.
Mesmo em tempo de lazer para uns, as horas marcam os dias para outros.
(Imagem retirada da wikipédia)
Paul, Jean et Herman de Limbourg (1370/80 – 1416), Livro de Horas do Duque de Berry, Musée Condé, Chantilly.
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Marcadores de livros - 235
Coleção de marcadores feito a partir de iluminuras de livros de horas, existentes na BNP. Acho que me falta um. :(
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Ad multos faustosque JAD!
Parabéns, JAD, um dia bem passado e um novo ano cheio de realizações!
A imagem, bem emblematizada, não é nova, mas serve para lembrar sítio que sei bem querido e que, finalmente, hei-de conhecer durante este mês!
quarta-feira, 5 de março de 2014
Trabalhos de Março...
Trabalho no jardim ou embelezamento dos vasos faz-se a partir de Março.
Hoje com o sol dei início a estes trabalhos.
Na Casa Hortícola de Coimbra, Baixa, Coimbra
Trabalhos que anunciam a Primavera - A Poda
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Duas exposições a visitar na Biblioteca Nacional
Visitei duas exposições na Biblioteca Nacional de Portugal e ambas me encheram os olhos e o pensamento.
Livros de Horas: o imaginário da devoção privada.
Esta exposição integra 25 Livros de Horas manuscritos em diálogo com exemplares impressos, estando maioritariamente estruturada de acordo com as principais secções (e respectivos programas iconográficos) que constituem esta tipologia de livro: Calendário, Perícopes evangélicas, Horas da Cruz, Horas do Espírito Santo, Horas da Piedade e do Sacramento, Horas da Virgem, Orações várias, Salmos Penitenciais e Ofício dos Defuntos. BNP
Escolhi este pequeno Livro de Horas que pertenceu a D. Leonor, mulher de D. João II. Gostaria muito de o ter na minha pequena biblioteca.
As Três Marias, atribuído ao Mestre do Livro de Orações de Dresden (?), escola flamenga,
1476-1500. (94 x 67 mm)
«Letra gótica - calendário segundo o uso de Bruges. Horas da Virgem segundo o uso de Roma» [legenda]
Antes de Lineu: o mundo das plantas impresso na coleção da BNP
A moderna taxonomia assenta no trabalho de sistematização levado a cabo no séc. XVIII por Lineu (1707-1778) que constitui, ainda hoje, um marco na história da ciência, e da botânica em particular, ao ponto de se poder falar no antes e no depois de Lineu. Já desde o séc. XVI, porém, que outros, como o português Garcia d’ Orta, desenvolviam esforços pioneiros de recolha e sistematização do conhecimento botânico.*
Em 2013 completam-se 450 anos sobre a impressão de um dos mais importantes livros científicos, entre aqueles que foram produzidos no séc. XVI, no que às plantas diz respeito: Os Coloquios dos simples, e drogas e cousas medicinais da India, de Garcia d’Orta (Goa, 1563)*. BNP.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Horas em Livros
No caso o fabuloso Livro de Horas do Duque Adolfo de Cléves ( 1480-90 ), que integra as colecções do Walters Art Museum, Baltimore, Maryland, EUA.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Outubro
Provérbio português : Em outubro sê prudente: guarda pão, guarda semente.
( Iluminura do Livro de Horas do Duque de Berry, Museu Condé, França )
sábado, 1 de outubro de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Livros de cozinha - 49
A propósito das Sardinhas doces e do Convento de Santa Clara de Trancoso, resolvi ir ver o que diz Alfredo Saramago no seu livro Doçaria conventual do Norte (2.ª ed. Sintra: Colares Ed., 1997). Chama-lhe Mosteiro: «Este Mosteiro foi fundado por D. Cristóvão Mendes de Carvalho, fidalgo da casa de D. João III e seu desembargador no Paço, e por sua mulher, D. Brites Correia. O Mosteiro foi erigido nos paços que tinham pertencido ao conde de Marialva […] e pertencia à Ordem de S. Francisco da Província de Portugal das Claustrais.»
Alfredo Saramago não nos dá a receita das Sardinhas doces, mas sim do Bolo escuro, Manjar de ovos de Trancoso, Marmelada das freiras, Biscoitos da Dona Brites e Broas de milho. Escolhi a receita destas para transcrever:
Broas de milho
Junte 125 g de farinha de milho, 125 g de farinha de trigo, 250 g de açúcar, uma chávena de leite, um cravinho, uma colher de chá de erva-doce e bata tudo muito bem. Deite uma pitada de sal. Tenda com esta massa as broas que deve levar ao forno a cozer numa lata bem untada com manteiga e polvilhada com farinha.
Este fim-de-semana vou experimentar estas broas.
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