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Petrus Apianus numa gravura de Theodor de Bry
Cosmas Damian Asam, S.Bento, 1735, óleo sobre tela, Abadia de Weltenburg, Baviera.
O Ano Internacional da Astronomia-2009 é amanhã oficialmente encerrado na Fundação Gulbenkian com uma conferência de Orfeu Bertolami, astrónomo do Instituto Superior Técnico, e com o lançamento da primeira tradução integral para português da primeira obra de Galileu, o Sidereus Nuncius ( O Mensageiro das Estrelas ), 400 anos depois da publicação.
É mil anos mais antigo do que Stonehenge o círculo de pedras de Nabta Playa, o único círculo megalítico do Egipto e um dos mais antigos observatórios astronómicos de que há memória. No tempo em que a ciência e a religião eram uma coisa só, os primeiros egípcios ( ou os seus antepassados ) perscrutavam os céus, esperavam os solstícios e observavam todos os outros fenómenos astronómicos que eram então manifestações do sagrado.
O desafio lançado esta manhã pela nossa Ana acerca da interpretação da arte e simbolismo das cúpulas na arquitectura motivou-me de certo modo a escrever sobre a grande Hypatia... Astronomia, céu, universo, cúpulas...
Giovanni Virginio Schiaparelli (14 de Março de 1835 - 4 de Julho de 1910) foi um astrónomo italiano. Estudou na Universidade de Turim e no Observatório de Berlim e trabalhou 40 anos no Observatório de Brera (Milão), fundado pelos Jesuítas em 1774.
A ele se deve o primeiro mapa de Marte. Ao observar este planeta encontrou os “mares” e “continentes” e visualizou superfícies rectilíneas que designou de canais, mera ilusão de óptica. Estes canais nunca existiram, hoje, sabe-se que eram crateras.