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quarta-feira, 17 de junho de 2026

Arte & Moda


Esta exposição, muito boa, pode ser vista na Galeria da Fundação Gulbenkian até 21 de junho.

Acho que só devem estar expostas peças que se consigam ver. Este livrinho está exposto de um modo que só um gigante que se dobre em 45º o consegue ver e mesmo assim...

sábado, 26 de outubro de 2024

Veneza em Festa. De Canaletto a Guardi

Francesco Guardi - Praça de São Marcos

Realizada em colaboração com o Museo Thyssen-Bornemisza, de Madrid, esta exposição apresenta-nos um conjunto de obras dos grandes mestres da pintura veneziana do século XVIII, centrada em vistas panorâmicas, celebrações e representações dos costumes desta cidade. Percorre vários pontos icónicos de Veneza, como a Praça de São Marcos e a sua Basílica, a ponte de Rialto ou o Palácio Ducal, vistos por mestres consagrados como Tiepolo, Canaletto ou Guardi. (Daqui.)
Na Gulbenkian até 13 de janeiro.

sexta-feira, 8 de março de 2024

As Mulheres de Maria Lamas

 

Júlio Pomar - Maria Lamas, ca 1953

Júlio de Sousa - Maria Lamas, 1929


Obra de Maria lamas, publicada em fascículos, entre 1948 e 1950.

Máquina de escrever.

Vão ver a exposição. Eu tenho o livro, mas as fotos fora do livro são maravilhosas. 
Ler e ver mais aqui.

sábado, 2 de dezembro de 2017

Ana Hatherly e o Barroco: Num Jardim Feito de Tinta

Ana Hatherly - «A Romã», 1971
Museu Calouste Gulbenkian – Coleção Moderna

«Esta exposição-ensaio tem apenas um assunto: Ana Hatherly e o Barroco. No entanto, não nos centramos apenas na influência do Barroco nas obras da artista, mas em como a investigação e experimentação de Ana Hatherly revalorizou esse denegrido período histórico e modificou a nossa conceção do passado – afinal, a tradição é um território inexplorado de aventura e de contínuo espanto. Deste modo, juntando objetos, obras e documentos de períodos históricos distintos, que Ana Hatherly analisou ou indicou nos seus ensaios, organizamos um percurso expositivo a partir de categorias essenciais do Barroco: o Mundo como Labirinto; a importância do Lúdico; a Vida como Nada diante da Morte; a Alegoria e a folia da Interpretação; o Diálogo oblíquo entre pintura e poesia; e a Metalinguagem da obra de arte que se reflete a si mesma.
São muitas as portas de entrada neste edifício, pois também foram variadas as declinações da obra de Ana Hatherly: nos ensaios e investigação académica; na poesia e na prosa; nos desenhos, nas re-colagens, nas performances, nos filmes, nos programas televisivos… Um labirinto onde tudo gira à volta da escrita, como afirmou. Esse jardim feito de tinta, onde a artista reinventa o mundo caminhando por entre signos, é o lugar enigmático do jogo – e desta exposição como jogo.» (Do site.)
Exposição comissariada por Paulo Pires do Vale, pode ser vista na Gulbenkian até 15 de janeiro de 2018.


quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Do Outro Lado do Espelho

James Whistler - Sinfonia em branco, nº 2: A menina vestida de branco, 1864
Londres, Tate Britain
George Romney - Sra. Russell e Filho, 1786-1787 
Col. Roger Seelig
Jorge Varanda - Sem título, 1990
Lisboa, Museu Calouste Gulbenkian – Coleção Moderna
Eduardo Luiz - A Mão de Alice, 1983
Col. Maria Isabel Alves da Silva

Do Outro Lado do Espelho, título que remete intencionalmente para o mundo de Alice Liddell, a heroína de Lewis Carroll, é uma exposição temática, que tem o espelho como foco principal.
«Os espelhos são objetos muito interessantes devido à sua capacidade de nos transportar a outras dimensões, conduzindo-nos por vezes a horizontes de espiritualidade, ilusão ou até de pesadelo.
Os artistas recorrem aos espelhos com diferentes propósitos, ora para revelar ora para disfarçar aspetos das cenas que representam, já que eles oferecem infinitas possibilidades visuais, incluindo a mais óbvia: o reflexo fiel da realidade.
Mas, embora a primeira finalidade do espelho seja efetivamente a representação fiel das aparências, refletindo uma visão coerente do mundo, nem sempre os artistas o utilizaram como tal, preferindo favorecer a ambiguidade e a fragmentação, de acordo com os efeitos pretendidos, que muitas vezes são de ordem filosófica, em detrimento da representação mimética da realidade.» (Do site.)
Uma exposição, comissariada por Maria Rosa Figueiredo e Leonor Nazaré, dividida nos seguintes núcleos: «Quem sou eu?»: O espelho identitário; O espelho alegórico; A mulher em frente ao espelho: A projeção do desejo; Espelhos que revelam e espelhos que mentem; e O espelho masculino: autorretratos e outras experiências. Vale bem uma visita.


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Tudo se Desmorona


Integrada num conjunto de iniciativas evocativas do centenário da Primeira Guerra Mundial, a exposição Tudo se desmorona: Impactos Culturais da Grande Guerra em Portugal, comissariada por Pedro Oliveira, Carlos Silveira e Ana Vasconcelos, procura dar conta do impacto que teve na sociedade e cultura portuguesas, quer enquanto durou o conflito, quer nos anos subsequentes, tendo como referência um período cronológico situado entre 1914 e 1935. 
Organizada em torno de seis núcleos temáticos, a exposição apresenta diversas obras e documentos inéditos evocativos dos acontecimentos, mudanças e tendências sociais e culturais ocorridos neste período e que tiveram a sua génese ou foram acentuadas com o desencadear da Grande Guerra.
Na Gulbenkian até 4 de setembro, com entrada livre.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Uma história de mulheres


A História Partilhada. Tesouros dos Palácios Reais de Espanha é a nova exposição da Fundação Gulbenkian, que conta uma história de mulheres de Isabel a... Isabel. A primeira é Isabel, a Católica, a segunda é Isabel de Bragança a quem se deve a criação do Museu do Prado.
A exposição reúne 140 obras na sua grande maioria pertencentes ao Património Nacional de Espanha, com o que de melhor os artistas e artífices europeus tinham para oferecer, da Idade Média ao século XIX. São retratos de reis, tapeçarias, armaduras, relicários, esculturas, livros de horas com iluminuras preciosas e peças de mobiliário. Para ver até dia 25 de janeiro.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Na Gulbenkian



Celebrando a renovação do Grande Auditório, o dia de hoje tem programação de entrada livre, a partir das 14h e terminando às 23h30 com a exibição de 2001 : Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Solistas da Orquestra Gulbenkian



CRISTINA ÁNCHEL Flauta 
PEDRO RIBEIRO Oboé
OLEGUER BELTRAN-PALLARÉS Violino 
LU ZHENG Viola 
MARTIN HENNEKEN Violoncelo 

Joseph Haydn
Divertimentos (London Trios) Hob.IV:1 e IV:3

Wolfgang Amadeus Mozart
Quarteto para Oboé e Cordas, K. 370
Quarteto para Flauta e Cordas, K. 285

Hoje, 21h30, Grande Auditório
Fundação Gulbenkian
Entrada livre

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Émilie hoje na Gulbenkian

Retrato da autoria de Maurice Quentin de La Tour

«Não há que confundir os preconceitos com as conveniências.»
Émilie du Châtelet (in Discurso sobre a felicidade)

A ópera Émilie, de Kaija Saariaho, com libreto de Amin Maalouf, é hoje e amanhã cantada na Gulbenkian. Pressentido a morte, a matemática e física Émilie du Châtelet relembra a sua vida.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Celebrar os 50 anos da Orquestra Gulbenkian

É em ambiente de festa que, no dia 15 de setembro, sábado, o Grande Auditório da Fundação vai abrir as suas portas para um dia cheio de atividades para todas as idades, com concertos, uma exposição comemorativa, projeção de filmes e encontros com músicos, tudo de entrada livre. E não é caso para menos, já que a nova temporada vai comemorar os 50 anos da Orquestra Gulbenkian.
Consultar o programa em:
http://www.musica.gulbenkian.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=db_musica_semibreves_pt&sn=semibreves&orn=1393


Boa noite!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Ranking das Fundações


Há qualquer coisa de estranho nos critérios que presidiram à avaliação das fundações, quando a Casa de Mateus fica em primeiro lugar com uma pontuação global de 78,1%, enquanto a Fundação Champallimaud tem 65,2% e a Fundação Gulbenkian 54%. Da primeira, para além de atribuir o Prémio D. Dinis, sabemos que se dedica à produção de doces, compotas e vinhos. Francamente!...

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O meu olhar

O meu olhar ficou em quatro quadros, durante a exposição "A perspectiva das coisas : A Natureza-Morta na Europa : Séculos XIX-XX (1840-1955). Este foi um deles:

Henri Fantin-Latour
La table Garnier (1866)
Lisboa, Museu Calouste Gulbenkian.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Uma homenagem mais do que merecida

Ouvi esta manhã na rádio, mas pensei que alguém se iria referir a esta sessão.
Se calhar, alguns dos nossos prosimetronistas estão in loco. :)

domingo, 20 de novembro de 2011

"Tempo e espaço"

Salvador Dalí, A Sensação de Velocidade, 1931


Fundação Salvador Dalí, 33 x 24 cm


Quadro exposto na Gulbenkian, Exposição Perspectiva das Coisas. A Natureza-morta na Europa - 1840/1955



Quando algo delicioso e irrecuperável se desvanece, temos certamente a sensação de ter acordado de um só sonho. No meu caso, essa sensação é extraordinariamente verdadeira. Porque a minha felicidade se formava realmente do mesmo segredo que a felicidade dos sonhos, porque consentia na liberdade de viver todo o possível e imaginável em simultâneo, de confundir ludicamente exterior e interior, de deslocar tempo e espaço como bastidores.


Hermann Hesse, Viagem ao País da Manhã, Cavalo de Ferro, 2011, 1ª edição, p. 25 (Trad. Mónica Dias),[Título original: Die Morgenlandfhart, Berlim, 1932]

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Apontamentos de uma exposição

Um grande homem, uma referência incontornável num país que ele escolheu.



Calouste Gulbenkian em criança


Calouste Gulbenkian e o seu diploma

sábado, 12 de novembro de 2011

Polémica à volta de um auto-retrato. Nem tudo é intemporal!

Será um auto-retrato?


Encontrei a tela classificada como auto-retrato de Edgar Degas no livro/catálogo intitulado: Colecção da Fundação Calouste Gulbenkian, Artes Plásticas Francesas de Wateau a Renoir, um catálogo da exposição no Museu Nacional Soares dos Reis, Porto, Junho de 1964. (s/n.p.)


Em 1961 numa exposição da Fundação Calouste Gulbenkian e depois em 1964 na exposição do Museu Soares dos Reis a tela era catalogada como um auto-retrato. Hoje parece que não é assim. Nem tudo é intemporal... O homem classifica mas ao longo do tempo abrem-se novas perspectivas. Ver o post de MR


Edgar Degas, Auto-Retrato, 1852 (data provável)




Já fui a muitas exposições na Fundação Calouste Gulbenkian mas nunca vi esta tela.