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sábado, 26 de outubro de 2024

Veneza em Festa. De Canaletto a Guardi

Francesco Guardi - Praça de São Marcos

Realizada em colaboração com o Museo Thyssen-Bornemisza, de Madrid, esta exposição apresenta-nos um conjunto de obras dos grandes mestres da pintura veneziana do século XVIII, centrada em vistas panorâmicas, celebrações e representações dos costumes desta cidade. Percorre vários pontos icónicos de Veneza, como a Praça de São Marcos e a sua Basílica, a ponte de Rialto ou o Palácio Ducal, vistos por mestres consagrados como Tiepolo, Canaletto ou Guardi. (Daqui.)
Na Gulbenkian até 13 de janeiro.

quinta-feira, 11 de abril de 2024

Cruz Filipe. Modo de Ver

 

Bride of Stillness, 1972

Questions du Réel, 1976

Intervalle du temps, 1982


Ordre des visibilités, 1988

Paisagens Múltiplas, 2004

Esta exposição de Cruz Filipe (n. 1934) está na Gulbenkian até 15 de abril. Poucos dias para a ver e vale a pena. Digo mesmo: a não perder. 

sexta-feira, 8 de março de 2024

As Mulheres de Maria Lamas

 

Júlio Pomar - Maria Lamas, ca 1953

Júlio de Sousa - Maria Lamas, 1929


Obra de Maria lamas, publicada em fascículos, entre 1948 e 1950.

Máquina de escrever.

Vão ver a exposição. Eu tenho o livro, mas as fotos fora do livro são maravilhosas. 
Ler e ver mais aqui.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Marcadores de livros - 1800

Versos e reversos do primeiro e último marcador de uma coleção que a Gulbenkian editou por ocasião da exposição Lalique.  Marcadores com calendário.




Bom Ano para todos!

domingo, 22 de julho de 2018

Sérgio Pombo na expo Pós-Pop

Sérgio Pombo (1947) - Sem título (Joelhos), 1973. 
Poliéster policromado. 
Lisboa, Museu Calouste Gulbenkian – Coleção Moderna

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Ruy Leitão na expo Pós-Pop

Ruy Leitão - Sem título, 1966. 
Colagem, esferográfica e guache sobre papel, 
Lisboa, Museu Calouste Gulbenkian – Coleção Moderna

Ruy Leitão - Sem Título, s.d. 
Feltro e guache sobre papel. 
Lisboa, Museu Calouste Gulbenkian – Coleção Moderna

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Dias de Sol em Abril

O povo diz: em Abril águas mil!
Mas não tem sido verdade. Embora os dias comecem e acabem frios têm estado com bastante Sol! Os jardins provam-no, encontrando-se todos floridos.

Hoje passei pelo da Gulbenkian, até apetecia ficar a ler um livro!
 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A nossa vinheta



«Isto de ser moderno é como ser elegante: não é uma maneira de vestir mas sim uma maneira de ser. Ser moderno não é fazer a caligrafia moderna, é ser o legítimo descobridor da novidade.»
Almada Negreiros, conferência O Desenho, Madrid 1927

Na 6.ª feira inaugura na Gulbenkian a exposição antológica «José de Almada Negreiros: uma maneira de ser moderno».

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Eu não evoluo, viajo

José Escada - 25 de Abril, 1974. 
Óleo sobre tela.
Col. particular.

A Gulbenkian apresenta a primeira exposição retrospetiva dedicada ao pintor José Escada, dando a conhecer um artista que desenvolveu uma obra singular, num vai e vem constante entre abstração e figuração, e que atravessa a pintura, o desenho, as colagens e os relevos recortados, a ilustração e a realização de murais, pintados e esgrafitados. 
José Escada inicia o seu percurso artístico em meados da década de 1950, um começo muito prometedor e ativo, que é igualmente marcado por colaborações com arquitetos, muitas no contexto do Movimento de Renovação da Arte Religiosa (MRAR), e pela colaboração em revistas e jornais, quer como ilustrador, quer através de uma interessante produção de textos críticos sobre a arte contemporânea e o ensino artístico em Portugal. 
Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris, entre 1960 e 1961, Escada intensifica naquela cidade as suas pesquisas em torno da abstração, confirmando ainda a sua ação no contexto do grupo KWY, com os portugueses René Bértholo e Lourdes Castro, António Costa Pinheiro, Gonçalo Duarte, João Vieira e os internacionais Christo e Jan Voss. 
O período parisiense, que se prolongará até 1971, a maior e mais ativa fase criativa do artista, será ainda o palco para a criação de uma figuração densa e complexa, de figura recortada, que o levará até aos recortes e às colagens tridimensionais, algumas de gosto Pop. Os anos de 1970 ficarão ligados à intensificação de uma pesquisa em torno da representação do corpo – acometido, oprimido e, por fim, libertado –, um corpo político que faz corpo com a história de um País que, em 1974, se liberta de um regime ditatorial. 
Já no fim da década, nas vésperas da sua morte prematura, a obra de José Escada tenderá a centrar-se em trabalhos mais figurativos e autobiográficos, verdadeiros testemunhos de uma condição simultaneamente trágica e poética do homem e da sua obra.
(Do site da Gulbenkian)

José Escada - Sem título [Nossa senhora e menino], 1956. 
Colagem, recorte e guache sobre papel e platex. 
Lisboa, col. particular.

José Escada - Sem título, 1965. 
Tinta-da-china, aguarela e guache sobre papel. 
MCG-CM, inv. DP1066.

José Escada desenhou, em 1958, o símbolo e arranjo gráfico para a capa da coleção Círculo de Poesia, da Morais Editora.

Capa e il. para o livro de Sophia. Lisboa: Ática, 1975.


A exposição pode ser vista até 31 de outubro. Não percam!

Vejam este documentário da RTP:

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Wentworth-Fitzwilliam. Uma coleção inglesa

Tem belas telas, mas não é uma exposição que eu fizesse uma viagem para ver. 


George Stubbs -  Whistlejacket e o seu Tratador com dois Garanhões, 1762
Óleo sobre tela

«A Coleção Wentworth-Fitzwilliam conta-se entre as mais prestigiadas coleções particulares da Grã-Bretanha. Reunidas ao longo de quase quatrocentos anos, estas obras, algumas delas mundialmente famosas - como algumas pinturas de Van Dyck e de George Stubbs - contribuíram para fazer desta Coleção aquilo que ela hoje é: uma extraordinária coleção de arte que, simultaneamente, nos faz recuar no tempo e reviver momentos cruciais da história de Inglaterra. 
A origem da família remonta ao tempo de Guillherme, o Conquistador e, durante séculos esteve indissociavelmente ligada à sua propriedade de Wentworth Woodhouse, no Yorkshire, no norte de Inglaterra. 
Os dois maiores colecionadores da família ficaram conhecidos, em momentos diferentes, pelo seu profundo envolvimento político. Thomas Wentworth, 1.º conde de Strafford (1593-1641), foi uma figura a todos os títulos extraordinária, até pelas opiniões antagónicas que suscitou entre os seus contemporâneos. 
O segundo grande momento da coleção deveu-se a Charles Watson-Wentworth (1730-1782), 2.º marquês de Rockingham, por duas vezes primeiro-ministro da Grã-Bretanha e mecenas de George Stubbs (1724-1806), o mais notável pintor de cavalos do seu tempo. A atual guardiã da coleção continua a mantê-la viva graças a aquisições ponderadas, privilegiando quase exclusivamente mestres antigos, à semelhança do que acontece na coleção de pintura reunida em vida por Calouste Sarkis Gulbenkian, na qual predominam também o retrato e a paisagem.» (Do site da FCG)

Desta exposição, teria colocado aqui (se os tivesse encontrado na net) os retratos de Carlos II, como príncipe de Gales, do atelier de Adriaen Hanneman, e de Catarina de Bragança, do atelier de Peter Lely, bem como A Virgem e o Menino de Raffaellino del Garbo (ca 1499).


domingo, 17 de janeiro de 2016

Calouste S. Gulbenkian e o gosto inglês

Eugène Gaujean, segundo Edward Burne-Jones - Flama Vestalis. 1887
Água-forte sobre pergaminho.

«Calouste Sarkis Gulbenkian (1869-1955), de origem arménia, nascido no Império Otomano, em Scutari, junto a Constantinopla, cedo estabeleceu relações duradouras com o Reino Unido. Em 1887, conclui a sua formação em engenharia e ciências aplicadas, no King’s College de Londres, cidade onde se casa com Nevarte Essayan, em 1892. Londres será também a cidade onde fixa residência, adquirindo uma das casas da família – o n.º 38 de Hyde Park Gardens –, que passa a habitar em 1899, lugar do nascimento, no ano seguinte, de sua filha Rita Sivarte. Em 1902, adquire a nacionalidade britânica. Londres foi também o lugar escolhido para a construção da igreja de St. Sarkis (1922), panteão da família, erigido em memória de seus pais. A partir da importante praça financeira londrina (tem escritórios na City, em St Helen’s Place), irá promover negócios a nível global e desenvolver uma rede de contactos com negociantes e especialistas de arte, muitos dos quais serão figuras-chave no aconselhamento das suas aquisições e no destino a dar às suas coleções. O ecletismo que caracteriza as suas múltiplas escolhas, percorrendo as produções artísticas de diferentes geografias e culturas, que o museu ilustra com grande clareza, encontra em Inglaterra o ambiente fértil e os interlocutores certos à construção de um gosto que é tanto singular como tem afinidades com importantes coleções de contemporâneos. Não será portanto de estranhar que, no aproximar dos anos da guerra (1939-1945), efetue empréstimos de longa duração de importantes núcleos das suas coleções a prestigiadas instituições britânicas, como o British Museum (arte egípcia, 1936-1950) e a National Gallery (pintura, 1937-1950). A exposição possibilita uma perspetiva sobre o colecionismo de Calouste Gulbenkian a partir dos anos passados em Londres, que correspondem à génese da coleção. Desenha-se um percurso de várias décadas de aquisições de arte inglesa ou «ao gosto inglês», através de obras que se encontram habitualmente em reserva, algumas delas inéditas, a que se associou Retrato de William Keppel, de Sir Joshua Reynolds, pintura oferecida por Calouste Gulbenkian ao Museu Nacional de Arte Antiga, em 1949, e agora amavelmente cedida por este museu. A importância do fundo documental que os Arquivos Gulbenkian encerram, assim como o acervo da biblioteca de documentação que Calouste Gulbenkian reuniu ao longo da sua vida, e que se encontra hoje à guarda da Biblioteca de Arte, são contributos fundamentais para continuar a desvendar um pouco mais das suas múltiplas facetas de colecionador.« (Do site da FCG)

William Morris - The works of Geoffrey Chaucer. Now newly imprinted. Edited by F. S. Ellis; des. Edward Burne-Jones; engraved on wood by W. H. Hooper. Middlesex: Kemscott Press, 1896

Gostei imenso desta exposição que pode ser vista na Gulbenkian até 28 de março. A Fundação Gulbenkian agora encerra à 3.ª feira.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

AMANHÃ


No âmbito da iniciativa anual Festa dos Livros , é discutido este clássico de Burke na Cafetaria do Museu Gulbenkian amanhã, 17 de Dezembro, às 18h30 por João Carlos Espada, Ivone Moreira e Manuel Carmelo Rosa .

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Boa noite!

Sabem o que é querer muito ir a um espetáculo, conseguir arranjar bilhetes e acabar por não ir por ter confundido os dias?! Foi o que me aconteceu com este concerto de Rufus Wainwright. :(

sábado, 13 de dezembro de 2014

Do Outono

antes que termine.

Clarice Lispector: A Hora da Estrela, 
exposição temporária na Gulbenkian, em 2013.


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Menu - Programme

Programa de música e menu do casamento de Calouste  Sarkis Gulbenkian.
Gulbenkian casou-se no Hotel Metropole, em Londres.

Hotel Metropole

Orhan Pamuk visitou a exposição Mais do que o Sr 5%
Fotografia do site da Fundação Calouste Gulbenkian.



domingo, 26 de outubro de 2014

Cavalo Branco

O único quadro que pude ver dos Tesouros Reais de Espanha, exposto na Gulbenkian.

Diego Vélazquez, Cavalo Branco, 1634-38.
Palácio Real de Madrid.



Cavalinho de papel

Era uma vez um cavalo 
que andava no seu lindo carrossel. 
Tinha as orelhas espetadas 
e a cabeça era feita de papel. 

A galope, trá lá lá, sem parar, trá lá lá. 
Cavalinho de papel nunca sai do seu lugar. (bis)

Canção popular

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

António Dacosta

sem título
António Dacosta, s/título, 1948,
CAM

«O Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação Calouste Gulbenkian anunciou hoje que vai lançar na quinta-feira o catálogo "raisonné" de António Dacosta (1914-1990), o primeiro artista português a ter toda a obra reunida "online".
A diretora do CAM, Isabel Carlos, disse hoje, em Lisboa, num encontro com jornalistas, que o catálogo será lançado propositadamente no dia da inauguração da exposição sobre a obra António Dacosta, assinalando o centenário do nascimento do artista.
"É um catálogo excecional, porque será o primeiro 'raisonné' 'online' em Portugal, e dos poucos que existem no mundo", sublinhou a responsável, justificando que o CAM decidiu criá-lo "a pensar no público que já só usa o formato digital".»
No Destak