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sexta-feira, 6 de outubro de 2023

Marcadores de livros - 2806

Não tenho nenhum marcador de Jon Fosse, de modo que escolhi outros marcadores de escritores nobelizados:

Da esq. para a dir., receberam o Nobel em 1909, 1929 e 1946.
Da esq. para a dir., receberam o Nobel em 1957 e 1962.
Da esq. para a dir., receberam o Nobel em 1968 e 1983.
1993.
Da esq. para a dir., receberam o Nobel em 1994 e 2010
2022
Elie Wiesel recebeu o Nobel da Paz 1986.

sexta-feira, 2 de julho de 2021

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Marcadores de livros - 1331


«Ler um livro é para o bom leitor conhecer a pessoa e o modo de pensar de alguém que lhe é estranho. É procurar compreendê-lo e, sempre que possível, fazer dele um amigo.»
Hermann Hesse

Obrigada, Paula!

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Marcadores de livros - 252

Frente e reverso de dois marcadores, com umas variantes. :) 
Os marcadores referem-se a este livro, que ainda tenho e foi o primeiro de Hermann Hesse que li.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Boa noite!


SETEMBRO

O jardim está de luto.
A chuva fria penetra nas flores.
O verão estremece calmamente
Aproximando-se do seu fim.

As folhas douradas caem uma a uma
Do alto pé de acácia.
O verão sorri, surpreendido e cansado,
No sonho moribundo do jardim.

Detém-se ainda longamente junto às rosas,
Procurando o repouso.
Lentamente vai cerrando
Os seus (grandes) olhos fatigados.

Hermann Hesse
(In: 25 anos da inauguração da sede e museu da Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa: FCG, 1995)

domingo, 20 de novembro de 2011

"Tempo e espaço"

Salvador Dalí, A Sensação de Velocidade, 1931


Fundação Salvador Dalí, 33 x 24 cm


Quadro exposto na Gulbenkian, Exposição Perspectiva das Coisas. A Natureza-morta na Europa - 1840/1955



Quando algo delicioso e irrecuperável se desvanece, temos certamente a sensação de ter acordado de um só sonho. No meu caso, essa sensação é extraordinariamente verdadeira. Porque a minha felicidade se formava realmente do mesmo segredo que a felicidade dos sonhos, porque consentia na liberdade de viver todo o possível e imaginável em simultâneo, de confundir ludicamente exterior e interior, de deslocar tempo e espaço como bastidores.


Hermann Hesse, Viagem ao País da Manhã, Cavalo de Ferro, 2011, 1ª edição, p. 25 (Trad. Mónica Dias),[Título original: Die Morgenlandfhart, Berlim, 1932]

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Aquisições recentes - 18

Juro que não é para fazer pirraça :), mas isto é como as cerejas e o post da nossa M.R. levou-me a recordar este volume que comprei há uns meses. Não sei se é o mesmo livro cuja tradução vai ser agora posta à venda, mas se o é então dou os parabéns à Cavalo de Ferro.
São reflexões sobre a leitura, os livros, as bibliotecas e alguns autores de eleição.
É uma edição da Payot/Rivages, de Abril deste ano.

C' est un bonheur que de se constituer progressivement une belle petite bibliothèque avec des moyens modestes en bravant toutes les difficultés; c' est un sport passionant!

- Hermann Hesse.


P.S. - Lembro-me como se fosse hoje a minha descoberta, ainda adolescente, de Hesse: uma tarde de Feira do Livro em que comprei o Sidarta. Sentei-me num banco do parque e fui lendo até a noite cair...

Uma biblioteca da literatura universal


Trad. Virgílio Tenreiro Viseu.
Lisboa: Cavalo de Ferro, 2010
Vai sair este mês a tradução portuguesa deste livro que há anos que desejo ler. Gosto muito de Hermann Hesse.
«Os livros são fonte de satisfação, de alegrias e de conhecimento, enriquecendo a nossa vida e aumentando o valor da nossa existência. Mas quantos de nós já não nos sentimos perdidos nessa floresta densa e por vezes hostil que é o mundo dos livros e da literatura? O que ler? Como encontrar o livro que secretamente procuramos? Hermann Hesse, escritor amado por gerações de leitores, guia-nos neste conjunto de textos fundamentais pela floresta de papel da literatura, introduzindo-nos à "magia do livro". Explica e ilustra com clareza o que significa encontrar um livro — acontecimento que pode ser tão ou mais importante do que o encontro com outra pessoa. Ajuda-nos de forma simples e precisa no passo mais delicado e fundamental: a criação da nossa própria biblioteca. Sugere-nos livros incontornáveis e explica-nos porque devemos travar conhecimento com eles. Reflecte de forma actualíssima sobre o universo da leitura e da escrita. Um livro fundamental, inédito em português, para todos os leitores que pretendam iniciar ou aprofundar o seu conhecimento na arte subtil da leitura.» (http://www.cavalodeferro.com/index.php?action=product_info&products_id=210)

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Fábula de Amor para Ruth Wenger, Hermann Hess!

Numa feira do livro em Roma comprei a Favola D'Amore de Hermann Hess, manuscrito original e ilustrado pelo autor. Encontrei esta tradução na net e resolvi colocar. Em italiano é mais bonito de ler por causa da sonoridade. Hermann Hess nasceu na Alemanha, naturalizou-se suíço em 1923. Viajou até à Índia, em 1911, de lá trouxe influências que estão patentes na sua obra. Ganhou os prémios Goethe e o Nobel da Literatura.
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Museu Hermann Hesse, Gaienhofen, Alemanha
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Ruth Wenger, cantora lírica, 2ª mulher de Hermann Hess *

Foi para Ruth Wenger que escreveu esta fábula:

"Mal entrara no Paraíso, Piktor deparou com uma árvore que era ao mesmo tempo Homem e Mulher. Piktor saudou a árvore respeitosamente, e perguntou:
- És a Árvore da Vida?
Mas quando a Serpente lhe quis responder no lugar da árvore, ele afastou- se e seguiu adiante. Olhava para tudo atentamente, tudo lhe agradava muitíssimo! E sentia, nitidamente, que estava na Pátria e na Fonte da Vida. E novamente viu uma árvore que era ao mesmo tempo Sol e Lua.
Piktor disse:- És a Árvore da Vida?"
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*Hermann Hess, Favola D'Amore, Roma: Stampa Alternativa Nuovi Equibri, 1996.