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terça-feira, 25 de março de 2025

Marcadores de livros - 3341

O tema deste mês é: máquinas de escrever.


Verso e reverso.

Versos e reversos.


«Isto sem perderem de vista o carabineiro Sposito, sentado em frente da sua máquina de escrever, com os dedos pousados ao de leve no teclado, muito quieto [...].»
Leonardo Sciascia - O dia da coruja. Queluz de Baixo: Presença, 2024, p. 17-18.

Com um agradecimento à Maria Luisa.
Ver mais máquinas de escrever aqui e aqui.

Contribuições de outros blogues para o tema do mês de março: Desde mi orilla del Tajo; En la página 37; Marcapáginas de mi colección; Marcapáxinas da Cairesa; Mondopunts; Monton de Marcapaginas; e Viajando con los Marcapáginas.

sexta-feira, 6 de outubro de 2023

Marcadores de livros - 2806

Não tenho nenhum marcador de Jon Fosse, de modo que escolhi outros marcadores de escritores nobelizados:

Da esq. para a dir., receberam o Nobel em 1909, 1929 e 1946.
Da esq. para a dir., receberam o Nobel em 1957 e 1962.
Da esq. para a dir., receberam o Nobel em 1968 e 1983.
1993.
Da esq. para a dir., receberam o Nobel em 1994 e 2010
2022
Elie Wiesel recebeu o Nobel da Paz 1986.

terça-feira, 3 de outubro de 2023

Marcadores de livros - 2801

Na quinta-feira, 5 de outubro, saberemos quem é o novo Nobel da Literatura 2023. Assim, hoje, trago versos e reversos de marcadores em armónio, de autores que ganharam o prémio.
Quem ganhará este ano? Aceitam-se apostas! Para os(as) vencedores(as) haverá um recuerdo.

Os reversos ficaram mail digitalizados. O primeiro reverso pertence ao verso do quarto marcador de cima; o segundo ao terceiro; o terceiro ao segundo e o quarto ao primeiro.
Os reversos ficaram mail digitalizados. O primeiro reverso pertence ao verso do quarto marcador de cima; o segundo ao terceiro; o terceiro ao segundo e o quarto ao primeiro.
O primeiro reverso pertence ao verso do quarto marcador de cima; o segundo ao terceiro; o terceiro ao segundo e o quarto ao primeiro.

Verso e reverso.

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Os lápis de Steinbeck


«Descobri um novo tipo de lápis - os melhores que já tive. Claro que custam três vezes mais, mas são pretos e macios, e não partem. Acho que vou passar a usar destes. Chamam-se Blackwings e deslizam mesmo bem pelo papel.»
John Steinbeck
In: Entrevistas da Paris Review. Lisboa: Tinta da China, 2017, vol. 3, p. 245.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Leituras no Metro - 1004

Porto: Livros do Brasil, 2017

Um dia diferente desenrola-se em Cannery Row (Monterey, na Califórnia), o mesmo local em que se situa uma outra obra de Steinbeck: Bairro de lata.
Um biólogo marinho regressa a casa depois da II Guerra Mundial e descobre que o quanto a cidade mudou desde que partiu e aos dramas do quotidiano.
Li Bairro de lata há muitos anos, acho que foi um dos primeiros livros de Steinbeck que li. E se calhar deveria tê-lo relido antes de Um dia diferente.
Um bom regresso a um escritor que me fez muita companhia na minha juventude.E que era um dos meus preferidos.


domingo, 30 de dezembro de 2018

Livros que o Pai Natal deixou na minha árvore

Hoje mostro os livros que o Pai Natal me deixou, para além de dois livros de cozinha, já aqui postados há dias:

Lisboa: Relógio d'Água, 2005
Porto: Livros do Brasil, 2017

Paris: Chamdeigne, 2018
Paris: Gallimard, 2015

Já comecei a ler as entrevistas a Hugo Pratt - muito interessante - no Metro, pelo que em breve aqui o trarei.
Os outros prosimetronistas não querem mostrar-nos os vossos livros de Natal?

sábado, 18 de março de 2017

A Coleção Miniatura está de volta



Parece que foram postos à venda em janeiro, os três primeiros números da renovada Coleção Miniatura, da Livros do Brasil, mas eu só ainda vi os dois primeiros. 
Criada nos anos 50, e com o slogan «As Grandes Obras em Pequenos Volumes», esta foi uma das principais coleções de livros de bolso em Portugal e contou com 170 números. Nesta nova série, o formato dos livros é muito semelhante ao da coleção original, mas nela sairão autores contemporâneos e clássicos, ao contrário do que acontece (pelo menos até agora) com a Vampiro.
A Louca da Casa, de Rosa Montero, Soldados de Salamina, de Javier Cercas, e A um deus desconhecido, de John Steinbeck, são os três primeiros títulos da nova Miniatura.
«Sobre A Louca da Casa: Um romance? Um ensaio? Uma autobiografia? A Louca da Casa é, em qualquer dos casos, a obra mais pessoal de Rosa Montero: uma viagem através do misterioso universo da fantasia, da criação artística e das recordações mais secretas da própria autora, que neste livro empreende uma viagem ao mais profundo do seu ser através de um jogo narrativo pleno de surpresas, onde literatura e vida se misturam num cocktail afrodisíaco de biografias alheias e de autobiografia romanceada. E assim descobrimos, por exemplo, que Goethe adulava os poderosos, que Tolstoi era um energúmeno, que Rosa, ela própria, em criança, se julgava anã, e que, com vinte e três anos, manteve um extravagante e arrebatador romance com um ator famoso. Todavia, não devemos fiar-nos por completo em tudo o que a autora conta sobre si mesma: as recordações não são sempre o que parecem.
«Sobre Soldados de Salamina: Ao ser publicado, em 2001, Soldados de Salamina inaugurava uma nova época no romance espanhol e rapidamente se transformava num ruidoso bestseller, com mais de um milhão de exemplares vendidos e traduções em numerosos países. Num recente inquérito do jornal El País, um painel de 50 críticos colocou-o entre os dez melhores livros da literatura de língua espanhola, ao lado de obras de Bolaño, Vargas Llosa, Javier Marías, Vila-Matas ou Marsé. Cercas criava uma nova forma de abordar a Guerra Civil de Espanha, construindo o seu relato sem apriorismos ideológicos. Um soldado republicano pôde matar um militar fascista, mas não o fez. Cercas transforma esse soldado que teve um gesto de piedade num herói. Os leitores fizeram o mesmo.
«Sobre A um deus desconhecido: As antigas crenças pagãs, as grandes epopeias gregas e os relatos da Bíblia servem de base a este romance extraordinário, que Steinbeck demorou cinco longos anos a escrever. Cumprindo a promessa feita ao pai antes da sua morte, Joseph Wayne parte para o Oeste com o desejo de criar uma quinta próspera na Califórnia. Aí encontra uma bela e imponente árvore e acredita estar nela incorporado o espírito do pai. Os irmãos e respetivas famílias, que foram viver com ele, beneficiam dos êxitos e da prosperidade de Joseph, e a quinta cresce — até um dos irmãos, assustado pelas suas crenças pagãs, decidir cortar a árvore, fazendo com que a doença e a fome se abatam de súbito sobre todos eles. A um deus desconhecido é um romance quase místico, que tem por tema central o modo como os homens tentam controlar as forças da natureza e ao mesmo tempo compreender a sua relação com Deus e com o inconsciente.»
http://www.estantedelivros.com/2017/01/novidade-livros-do-brasil-colecao-miniatura.html

Saúdo a saída desta coleção e desejo-lhe uma longa vida.

Dois livros da antiga coleção, com capas de Infante do Carmo.