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quinta-feira, 9 de outubro de 2025

Marcadores de livros - 3518

Como hoje vamos saber quem é o Nobel da Literatura 2025, trago alguns marcadores que ainda não tinha postado de nobelizados nesta área.

1907


1920

1924

1930

1946

1953

Verso e reverso.

1956 / 1989

1962

1981

1982

1998

1999


Versos e reversos.

2000

2002
Verso e reverso.
Verso e reverso.

2006

2009

2011
Verso e reverso.

2012

2013

Versos e reversos.

2023

Versos e reversos.

Com agradecimentos a Goretti, Justa e Maria Luisa.

terça-feira, 3 de outubro de 2023

Marcadores de livros - 2801

Na quinta-feira, 5 de outubro, saberemos quem é o novo Nobel da Literatura 2023. Assim, hoje, trago versos e reversos de marcadores em armónio, de autores que ganharam o prémio.
Quem ganhará este ano? Aceitam-se apostas! Para os(as) vencedores(as) haverá um recuerdo.

Os reversos ficaram mail digitalizados. O primeiro reverso pertence ao verso do quarto marcador de cima; o segundo ao terceiro; o terceiro ao segundo e o quarto ao primeiro.
Os reversos ficaram mail digitalizados. O primeiro reverso pertence ao verso do quarto marcador de cima; o segundo ao terceiro; o terceiro ao segundo e o quarto ao primeiro.
O primeiro reverso pertence ao verso do quarto marcador de cima; o segundo ao terceiro; o terceiro ao segundo e o quarto ao primeiro.

Verso e reverso.

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Leituras na pandemia - 58


De uma entrevista que George Plimpton fez a Hemingway para a Paris Review, em 1958:
«- Quem diria que são os seus antepassados literários, aqueles com quem aprendeu mais?
[E.H.] - Mark Twain, Flaubert, Stendhal, Bach, Turguénev, Tolstoi, Dostoiévski, Tchékhov, Andrew Marvell, John Donne, Maupassant, o bom Kipling, Thoreau, o Capitão Marryat, Shakespeare, Mozart, Quevedo, Dante, Virgílio, Tintoretto, Hieronymus Bosch, Brueghel, Patinir, Goya, Giotto, Cézanne, Van Gogh, Gauguin, San Juan de la Cruz, Góngora... Precisava de um dia inteiro para me lembrar de todos. Além de mais, o resultado havia de dar a ideia de que eu estaria a reclamar uma erudição que não tenho, em vez de estar apenas a tentar lembrar-me de todos aqueles que influenciaram a minha vida e a minha obra. Essa pergunta não é velha nem estúpida. É até uma excelente pergunta. Uma pergunta solene que requer um exame de consciência. Incluí pintores, ou comecei a fazê-lo, porque aprendi tanto com pintores como com escritores. Pergunta-me como é isso possível? Seria preciso mais um dia para poder explicá-lo. Quanto àquilo que se aprende com os compositores e com o estudo da harmonia e do contraponto creio que será óbvio. [...]
- Não falámos das personagens. Todas as personagens da sua obra são retiradas da vida real?
[E.H.] - Claro que não. Algumas são baseadas na vida real. Na maior parte dos casos criam-se personagens a partir do conhecimento, da compreensão e da experiência que se tem das pessoas.»
(Entrevistas da Paris Review. Lisboa: Tinta da china, 2009, vol. 1, p. 120-121, 130)