«L'amour en cage» de Boris Vian, interpretada por Marie-Thérèse Orain.
Prosimetron
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terça-feira, 31 de março de 2026
sábado, 7 de dezembro de 2024
Os meus franceses - 1047
Lembro-me perfeitamente do sítio onde vi, pela primeira vez, a capa deste disco e onde ouvi esta canção:
sexta-feira, 22 de novembro de 2024
domingo, 23 de julho de 2023
quinta-feira, 23 de junho de 2022
Marcadores de livros - 2248
Li este livro no final dos anos 80 do século passado e adorei.
Na foto do marcador veem-se da esq. para a dir.: Simone de Beauvoir, Michelle Vian, Boris Vian e Jean-Paul Sartre. Foto de Yves Manciet, ca 1950.
quarta-feira, 10 de março de 2021
terça-feira, 10 de março de 2020
Os meus franceses - 755
Uma das canções de qe mais gosto por três dos meus franceses preferidos.
Escrita em fevereiro de 1954, esta canção foi interpretada por Mouloudji em maio. A guerra que estava por detrás desta canção era a da Indochina, que acabou em agosto desse ano.
«Le Déserteur [... Boris Vian] avait demandé à des tas de es de la créer, mais tous ont refusé, sauf moi. Le l'ai chantée pour la première fois le jour de la prise Diên Biên Phu [7 maio 1954]. Ça a fait tout de suite du remous. Il y a eu une interpellation à la Chambe. Le disque a été interdit d'antenne et de parution. J'ai continue à la chanter, Boris l'a reprise [... no ano seguinte], puis Pter, Paul and Mary pendant la guerre du Vietnam. [...]
«On m'a accusé alors d'avoir édulcoré Le Déserteur. Oser chanter cette chanson en pleine guerre prrouvait pourtant le contraire. Mais j'avais bien précisé à Vian qe je ne chanteri pas certains passages trop provoacteurs et trop violents, non pas que j'avais peur, mais je ne pouvais pas appeler des jeunes gens à tirer sur les gendarmes.» (Le Monde. Hors série. Paris. 2020, p. 79)
Boris Vian cantou-a em 1955 e um conselheiro municipal de Paris, Paul Faber, quis proibir a canção na rádio. A canção foi censurada a partir de 1958, com a guerra da Argélia.
Os meus franceses - 754
Duas canções de um disco fantástico Boris Vian: rock'n roll: a primeira com música de Alain Goraguer e a segunda de Michel Legrand.
Leituras no Metro - 1052
Faz hoje 100 anos que Boris Vian nasceu. Le Monde reedita um n.º saído em 2013, agora intitulado «Boris Vian, l’écriture heureuse» e com nova capa. As colaborações tentam desvendar os mistérios de uma obra que continua atual.
Romancista, trompetista, colunista de jazz, tradutor, letrista e cantor, Boris Vian viveu mil vidas em poucos anos. Cardíaco, morreu aos 39 anos de ataque de coração.
Romancista, trompetista, colunista de jazz, tradutor, letrista e cantor, Boris Vian viveu mil vidas em poucos anos. Cardíaco, morreu aos 39 anos de ataque de coração.
terça-feira, 28 de agosto de 2018
sábado, 16 de setembro de 2017
Polidor
É um dos bistrots literários mais antigos de Paris. Fundado em 1845 como leitaria, vendia (claro!) leite, ovos e queijo. No final do século XIX começou, como outras leitarias, a servir refeições. A relação qualidade-preço atraiu um certo número de poetas e escritores pouco afortunados, que viviam na zona e fizeram a reputação deste restaurante.
O grupo dos patafísicos (Boris Vian, Queneau, Ionesco, René Clair, Jacques Prévert...) reunia numa sala deste restaurante que foi também frequentada por Verlaine e Rimbaud. O Grupo dos Amigos de Verlaine continua a encontrar-se aqui.
A comida é boa e tem o melhor baba au rhum que algum dia provei. Sabia mesmo a rum. Se sabia...
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Arthur Rimbaud (1854-1891),
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sábado, 1 de julho de 2017
sábado, 15 de abril de 2017
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
domingo, 28 de junho de 2015
Os meus franceses - 400
Ouvi esta canção, pela primeira vez, aí há uns 50 anos (ou quase), no Campo Grande. E é este o 45 r.p.m. que tenho agora também já o comprei, mais completo, em cd). Esta canção já andou por aqui na voz do seu criador e nas de Mouloudji e de Reggiani.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Cinenovidades
L' écume des jours, adaptação da obra homónima de Boris Vian, estreou nas salas francesas a 24 de Abril e espero que chegue até às portuguesas. Audrey Tatou e Romain Duris são os protagonistas.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Paris: Casas de escritores e de artistas
Paris: Parigramme, 2007
Há dias o Luís colocou uma nova edição deste livro, com uma nova capa. Este foi-me trazido por um amigo de Paris, em 2008. Das de Paris, já tinha visitado algumas delas, como a de Victor Hugo (na Place des Vosges) e a de Madame de Sévigné (actual Museu Carnavalet).
Por causa de uma exposição sobre Isadora Duncan, o Luís e eu visitámos a casa-atelier de Antoine Bourdelle.
Mas foi graças a este livro que fui ver o Museu Delacroix (na minha querida praça Fürstemberg), o de Gustave Moreau, a casa de Ary Scheffer (onde se encontra o Musée de la Vie romantique) e o exterior da casa de Boris Vian (esta só se visita mediante marcação).
Falta-me ver a casa de Balzac e a do escultor Ossip Zadkine, bem como o interior da do autor de «Le déserteur».
Fora de Paris não conheço quase nenhuma.
É pena que em Lisboa, e em Portugal, se dê tão pouca importância às casas de escritores e artistas. Veja-se o que se passa com a casa de Manuel Mendes (na alçada do Museu do Chiado) que nunca abriu. A Fundação Mário Soarse dedicou-lhe uma exposição há anos.
domingo, 1 de abril de 2012
1 de Abril
Poisson d'avril é a frase que se diz quando a "mentira" é descoberta.
POISSON D'AVRIL
Un poisson d'avril
Est venu me raconter
Qu'on lui avait pris
Sa jolie corde à sauter
C'était un cheval
Qui l'emportait sur son coeur
Le long du canal
Où valsaient les remorqueurs
Et alors un serpent
S'est offert comme remplaçant
Le poisson très content
Est parti à travers champs
Il saute si haut
Qu'il s'est envolé dans l'air
Il saute si haut
Qu'il est retombé dans l'eau.
Boris Vian
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Beulemans / L'Auberge Saint-Germain
Rizzoli International Publ., 2005
Primeiro, o Luís referiu aqui Boris Vian e o catálogo da exposição na BnF e eu lembrei-me do Manuel de Saint Germain des Près (Paris: Chêne, imp. 1974), um livro fascinante que me inspirou...; depois, vi um post de HMJ, no Arpose, no qual ela colocou uma página com o restaurante Beulemans, retirada de um livro alemão sobre Paris. O restaurante Beulemans ficava no 204, boulevard Saint-Germain e tinha várias especialidades entre as quais os Crèpes Suzette, muito apreciados pelo menos por um terço do Prosimetron. Boris Vian refere-o, de passagem, na p. 272 do seu livro.
Acontece que, procurando na net, este restaurante deu lugar a L'Auberge Saint-Germain, de comida árabe. As referências de quem experimentou são boas: «Les plats sont excellents, le couscous est succulent et le patron est très chaleureux. Je recommande vivement cet endroit aux amateurs de la cuisine faite avec que des produits frais et cela se ressent!»
Para HMJ.
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