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sábado, 27 de maio de 2023

Jacarandás em Lisboa - 4

Lisboa, Rua do Século, maio 2023.
Lisboa, Telheiras, maio 2023.

Fotos Maria. Castelo Branco, 18 maio 2023.
Pássaro na calçada característico do bordado de Castelo Branco.
Foto Maria. Castelo Branco, 18 maio 2023.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Uns pastéis de nata...

Numa parte do antigo local onde funcionou há muitos anos a Manteigaria União (no n.º 2 da Rua do Loreto, junto à Praça Luís de Camões) abriu a Manteigaria, fábrica de pastéis de nata. E são muito bons. Vendem para fora (em pacotes de dois e seis) e podemos comê-los lá com um café - ao balcão, em pé - enquanto vemos fazer os bolos.

http://lisboaacimalisboaabaixo.blogspot.pt/2014/08/manteigaria-fabrica-de-pasteis-de-nata_27.html

... para o lanche da Isabel, também com um café.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

O mais antigo cinema de Lisboa


Em 1904 abriu as portas a primeira sala de cinema do país. Falamos de Cinema Ideal, «o melhor e mais antigo animatógrafo de Lisboa», localizado ali mesmo no coração da cidade, junto à Praça de Luís de Camões, no Bairro Alto. São 110 anos de filmes e histórias, agora eternizados em O Cinema Ideal e a Casa da Imprensa, de Maria do Carmo Piçarra, hoje posto à venda pela Guerra & Paz, por €14,00.
«Há 110 anos a mostrar filmes, o Ideal tem uma história que se confunde, em Portugal, com a da exibição cinematográfica popular. Quando a Casa da Imprensa – Associação Mutualista se tornou, em 1926, proprietária do prédio onde funciona, o Ideal já não era um cinema de estreia. Antes, fez história com a invenção do «animatógrafo falado» e revelou António Silva. Foi o primeiro sonoro de René Clair a introduzir esta atracção no «Loreto» mas não travou a decadência da sala, gerida, desde a instauração da República, pela Costa & Carvalho e progressivamente preterida em favor dos salões luxuosos ou dos grandes cinemas das avenidas. 
A Casa da Imprensa assume agora, com a Midas, a aposta na requalificação do espaço e da programação da mais antiga sala de cinema do País. Honra o pioneirismo da associação na organização de festivais e ciclos de cinema, na divulgação do cinema de autor e no apoio ao novo cinema português. E reivindica uma acção que quis contrariar a censura do Estado Novo. É esta história que aqui se conta. 
É este passado – o do Ideal, sala de cinema popular, e o da associação de jornalistas que, desde 1962, assumiu a divulgação cinematográfica como missão – que converge num «acto de Primavera». O Cinema Ideal renasce como um espaço de exibição cinematográfica a pensar no futuro, assumindo-se cinema de bairro, como sempre foi, mas cinema do mundo e com mundo.»
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=703297

Está na minha lista de compras.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Vamos ao Bairro ?



O Bairro Alto tem este fim de semana o ponto alto dos festejos dos seus 500 anos :

Hoje, às 18h30, é lançado o livro que está supra, de Hélder Carita, no Museu de S.Roque, e pelas 21h30 os Músicos do Tejo tocam Vivaldi e Handel na Igreja de S.Roque, com entrada livre.

Sábado, tem início uma feira de Natal no Largo Trindade Coelho que durará dez dias.

Domingo, pelas 14h30 é lançado o primeiro número da revista Mais Bairro Alto no Teatro do Bairro, e às 16h soprar-se-ão as velas do bolo de 70 metros que vai do Largo Trindade Coelho até à Rua do Diário de Notícias.

sábado, 2 de novembro de 2013

Zé da Guiné: In memoriam

Zé da Guiné no Bairro Alto. Foto de Luís Branco.

Chegou a Portugal depois do 25 de Abril e abriu o Souk no BA e mais tarde o Rockhouse que, em 1982, se passou a chamar Jukebox. Esteve ligado à abertura de outros espaços noturnos, como As Noites Longas, no Conde Barão.
Estava doente há dez anos, tendo falecido no dia 25 de outubro.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Boa noite !



Ao som da compositora francesa Lili Boulanger, tanto a esquerda caviar prosimetrónica como a direita poupadinha prosimetrónica se preparam para o jantar: uns em Paris, outros no Bairro Alto. Que não falte apetite a ninguém :)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Bairro Alto ganha novo teatro no antigo Diário Popular


http://www.publico.pt/Local/bairro-alto-ganha-novo-teatro-a-partir-de-marco-no-antigo-diario-popular_1481105
Abre amanhã, na antiga tipografia do Diário Popular, na Luz Soriano, o Teatro do Bairro. Uma boa notícia! Agora só falta uma sala de cinema, talvez na Baixa-Chiado.


A primeira peça a subir à cena é Vida de artistas, de Luísa Costa Gomes, com Adriano Luz, Margarida Vila-Nova e Manuela Couto. De 4.ª feira a sábado, às 21h00.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Bairro Alto - 497 anos

O Bairro Alto fez ontem 497 anos. Para assinalar a data, foi realizado o primeiro passeio por aquela zona da capital dando a conhecer algumas das suas histórias. Tudo começou no dia 15 de Dezembro daquele ano quando uma família rica galega, os Andrade, obteve autorização para um loteamento privado que viria a dar origem ao primeiro bairro concebido fora da muralha da cidade. A primeira rua aberta no BA foi a Rua do Norte. A Rua das Gáveas foi assim chamada por ser ali que habitavam os gáveas - homens que subiam aos mastros dos navios para fazer a vigia. Mais a norte, na Travessa da Queimada, seria o ponto de encontro de todos os homens do mar e onde estes faziam fogueiras ou queimadas para se aquecerem. Existe também a teoria de que ali viveria uma fidalga: a dona Ana Queimada. Outra referência às lides marítimas volta a aparecer na Rua das Salgadeiras. O local seria, no séc. XVI, a zona onde se salgava o peixe para depois ser vendido. Mas o nome desta rua também pode estar ligado a uma espécie de erva, a salgadeira, cujas raízes faziam com que o terreno nãs se desfizesse com tanta facilidade. A Rua do Diário de Notícias foi em tempos a Rua dos Calafates, os homens que vedavam os navios para que pudessem ir para o mar, sendo os marinheiros mais bem pagos, com direito a um criado. Na Travessa da Água-Flor, terá vivido um afamado fabricante ou vendedor daquele perfume e foi onde teve lugar o episódio que deu origem ao "conto do vigário". Ali vivia o padre Manuel Vicente (séc. XIX), que depois de ter sido embebedado foi convencido a vender a sua casa por 7500 réis. A história correu os jornais da época, que utilizaram como manchete a frase "O conto do vigário". Com longa tradição noctívaga, o BA teve na Travessa da Espera o local preferido dos boémios para se encontrarem. Mas o bairro foi também uma zona desejada por ter "bom ar", o que ajudava os moradores a fugirem à peste (a Grande Peste de Lisboa dizimou no séc. XVI um terço da população da capital).

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Já que se falou dele...

Já devem ter conhecimento, mas ainda assim aqui ficam assinalados os 497 anos do Bairro Alto, data que se comemora hoje com passeios guiados e outros eventos.
Zona de Lisboa que está estreitamente ligada ao meu coming of age, com as primeiras saídas à noite, descobrindo o Frágil, o 3 Pastorinhos e outros espaços da movida lisboeta. E ainda me lembro, nesses finais dos anos 80, de ver os jornais serem carregados para as carrinhas de distribuição, bem como das senhoras de má nota em ruas mais esconsas...
E em dias mais especiais, e abonados, ia-se ao Pap'Açorda...

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Já agora, o meu serão de ontem...


http://media.photobucket.com/image/riss%2525C3%2525B3is/Fernandal/DSC09616.jpg
Começou com uns rissóis de camarão num restaurante do BA - não estavam nada mal -,


e acabou no São Carlos a ouvir Cañizares - soberbo! -, e não só.

domingo, 26 de julho de 2009

Rua Nova do Loureiro






Uma das ruas mais lindas do BA. Até terem assassinado
o Convento dos Inglesinhos era seguramente a mais bela.

terça-feira, 14 de julho de 2009