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sábado, 4 de julho de 2026

Boa noite!

Apesar do calor que fazia, fui ver Trains, um documentário do polaco Maciej J. Drygas.
«Uma viagem comovente através de uma paz efémera e dos ciclos inevitáveis da guerra. Trains é um documentário comovente, composto inteiramente por imagens de arquivo e por uma paisagem sonora meticulosamente trabalhada. O poder cru das imagens de arquivo fala por si, permitindo que o público estabeleça a sua própria ligação íntima com o passado. Com material proveniente de 46 arquivos de todo o mundo e editado com mestria, o filme oferece uma viagem sem palavras pelo século XX, retratando os ciclos da humanidade de guerra, paz efémera e tragédia inevitável. Entre as guerras, surgem breves momentos de vida serena e bela — em que nada sugere os horrores do passado ou as catástrofes iminentes que se avizinham. E, no entanto, a história repete-se, à medida que, passo a passo, a sociedade é arrastada de novo para conflitos sangrentos. Na realidade atual, em que padrões semelhantes estão a reaparecer, Trains é um lembrete contundente do nosso fracasso em aprender com o passado ou em prever o futuro.» (Sinopse)

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Boa noite!

Elvis Presley - «Mystery Train».

Marcadores de livros - 3587

Primeiro post dedicado aos meios de transporte, tema do mês.

Carruagens e carroça:


Uma destas vespas que já andou no blogue:

Comboio e metro:


Verso e reverso.


Automóveis:



Verso e reverso.




Avião


Com agradecimentos a Pini.
Marcadores com bicicletas, ver aqui.
Outros marcadores com automóveis, aqui e aqui; meios de transporte, aqui.
E amanhã há mais.

Contribuições de outros blogues para o tema do mês de maio: Algo más que papel; Desde mi orilla del Tajo: 1, II e III; Marcapáginas de mi colección; Marcapáxinas da Cairesa; Mondopunts; Monton de Marcapaginas e Viajando con los Marcapáginas.

domingo, 21 de setembro de 2025

terça-feira, 30 de abril de 2024

Por que cidade estarão a passar?

O autor da pintura que eu tinha escrito ser Gustav Rehberger (1910-1985) não estava correto . Segundo informação de ptcorvo é o dinamarquês Paul Fischer (1860-1934). E a cidade é Copenhaga.

Paul Fischer - Num comboio em Nørreport 1927.

Com muitos agradecimentos a ptcorvo.

terça-feira, 14 de novembro de 2023

Monet: Obras-primas do Musée Marmottan Monet

 


Esta exposição apresenta mais de 50 obras provenientes do museu Marmottan Monet e pode ser vista 
A seleção de quadros coincide com as pinturas pelas quais o artista sentia mais apego e que conservou até o final na sua casa de Givenchy, entre os quais os Nenúfares, o retrato de Michel Monet com gorro de pompom e O comboio na neve. 
Esta exposição pode ser vista no Centro (Praça Cibeles, Madrid) até 25 fev. 2024.

Nenúfares, 1917-1920

Michel Monet au pompon, 1880

Comboio na neve, 1875


quinta-feira, 19 de outubro de 2023

Leituras no Metro - 1164

Ando pela ferrovia, pelo que hoje trago dois livros da Fundação Francisco Manuel dos Santos:

2017

Ser guarda de passagem de nível é uma profissão tão antiga como o início da construção do caminho de ferro, uma profissão invisível», uma «atividade discreta e silenciosa». 
Na  construção do caminho de ferro trabalharam entre 50000 a 60000 pessoas, principalmente mulheres e crianças porque ganhavam muito menos que os homens.
Os acidentes têm diminuído devido aos investimentos feitos no automatismo do encerramento das cancelas. Contudo a Refer reconhece que é a importante haver uma pessoa nas passagens de nível automatizadas. Como se vê, é melhor que não se fale destes profissionais porque quando isso acontece não é por boas razões.

«Há ferroviários, passageiros, vizinhos da via férrea que falam da estação da sua vida. Aquela onde trabalharam, viveram e foram felizes, ou onde brincavam e viam passar os comboios. » (p. 23)
Alice Caetano: «Sinto tristeza ao ver que isto está a acabar. mas, parecendo que não, hoje há outra segurança ferroviária, os comboios têm amis segurança. É tudo mais moderno. Mas tenho algumas saudades. Tenho muito orgulho, sempre tive, em dizer que sou guarda de passagem de nível.» (p. 27)

Uma curiosidade: na noite de 4 para 5 de Outubro de 1910, a família real, na sua fuga para Mafra, tiveram de esperar que a guarda da passagem de nível lhes abrisse as cancelas na zona da Malveira.

2020

As pessoas são atraídas para viver junto a estações de comboio (tal como na cidade, também é uma mais valia ter uma estação de metro à porta), pelo que o caminho de ferro tem importância no parecimento de núcleos urbanos nas suas proximidades, permitindo às pessoas uma maior mobilidade.

«Ter um sistema ferroviário funcional, atualizado e adaptado às necessidades do país é estar presente num importante mercado que a nível global envolve múltiplos serviços, fornecimento de equipamentos e gestão e construção de infraestruturas.
«Tudo isto são razões para discutir a ferrovia em Portugal. Todavia, não basta elencar as vantagens e benefícios potenciais: é fundamental perceber em que contextos e circunstâncias o caminho de ferro pode efetivamente ser uma solução vantajosa. [...]
«Embora a ferrovia possa e deva ser mais utilizada no movimento de mercadorias, nunca poderá substituir por completo o transporte por camião.»  (p. 15-16)

Aprendi bastante com este livro de Francisco Furtado. Vamos a ver se é desta que a ferrovia é atualizada e expandida em Portugal para as necessidades das pessoas e da economia.
«Os transportes são utilizados para satisfazer a procura de outros bens ou serviços, é uma atividade que deriva de outras necessidades e vontades, não um fim em si mesmo. (p. 56)

sexta-feira, 6 de outubro de 2023

Parabéns, Cláudia!


E um livro para lhe proporcionar umas viagens de comboio:

E/P/A, 2022


Os comboios de luxo sempre exerceram fascínio e não é para menos, ao vermos estas fotografias.
«São a fonte de um imaginário de viagem, de voluptuosidade e de beleza que não se esgota, ao ponto de companhias, em todo o mundo, fazerem nascer novos palácios sobre o caminho-de-ferro. Ao longo da laguna de Veneza confortavelmente instalado no carro-restaurante do Venice Simplon - Orient-Express, admirando os esplendores de Machu Picchu no bar do Hiram Bingham, desfrutando de um onsen a bordo do Shiki-Shima, o leitor deste livro embarca numa volta ao mundo de sonho. 
«Sendo também uma evocação dos grandes comboios desaparecidos que marcaram a história ferroviária internacional, do Orient-Express ao Train Bleu, esta obra propõe uma dupla viagem no espaço e no tempo, um momento de maluquice de um comboio de luxo para outro.» (Da sinopse)