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terça-feira, 12 de agosto de 2025

Leituras no Metro - 2967

Estava a ver que, pela primeira vez, não acabaria um livro de Daniel Silva. Mas ainda bem que persisti e cheguei ao fim.


No final do livro, e depois da filha e da mulher de Gabriel Allon terem participado numa manifestação sobre o clima na Praça de São marcos, a família foi almoçar a Vini da Arturo: «Ficava localizado na Calle dei Assassini. Gabriel telefonou[...] para avisar o proprietário de que o grupo de quatro pessoas tinha aumentado inesperadamente para oito.»


No final do livro, há uma «nota do autor» em que este explica que há locais e instituições referidos no livro que não existem. Não é o caso deste restaurante: «O Vini da Arturo [..] é um dos nossos restaurantes preferidos em Veneza, e o Adagio, situado perto do campanário no Campo dei Frari, é um local encantador para tomar um cichetto e un'ombra ao final da tarde.»
Daniel Silva - O colecionador. 1.ª ed. Madrid: HarperCollins, 2024, p. 371, 375.

segunda-feira, 21 de julho de 2025

Cichetti e dois copos de vinho branco


Gabriel Allon vive agora em Veneza com Chiara, sua mulher, e os dois filhos. Num dia, ao final da tarde, os dois primeiros foram a um bar de vinhos, Adagio, perto do campo dei Frari. «Lá dentro, Gabriel pediu dois copos de vinho branco da Lombardia e uma seleção de cichetti. A etiqueta  culinária veneziana exigia que os pequenos e deliciosos canapés  fossem consumidos de pé, mas Chiara sugeriu [e bem] que, em vez disso, se sentassem numa mesa na praça.» (Daniel Silva - O colecionador. 1.ª ed. Madrid: HarperCollins, 2024, p. 25.)


Bom final de tarde!

quinta-feira, 28 de novembro de 2024

Leituras no Metro - 2947

2.ª ed. Madrid: HarperCollins Ibérica, 2020

Já há muito tempo que não lia um policial de Daniel Silva. Tenho estado na companhia de Gabriel Allon, que nesta obra tenta resgatar «a rapariga nova», ou seja, a filha do príncipe saudita Khalid bin Mohammed, acusado de mandar assassinar o jornalista Omar Nawwaf na embaixada da Arábia Saudita em Istambul. Segundo o próprio autor serviram de modelos às suas personagens o príncipe Mogammed bin Salman e o jornalista Jamal Khashoggi.
 

segunda-feira, 4 de setembro de 2023

Marcadores de livros - 2773

Hoje um destaque para Simenon e para a literatura policial.

Versos e reversos.

Dos autores que se seguem só li Daniel Silva, de que gosto bastante.





Versos e reversos.

Versos e reversos da col. Heire noire de Livre Attitude.

Para a Maria Luisa.

quarta-feira, 5 de julho de 2023

O que estamos a ler? - 7

Retomamos esta secção que está adormecida há anos. E vai ser com a leitura de Miss Tolstoi:

Madrid: Harper Collins, 2023.

Sobre este livro, ler aqui.
O último livro que li de Daniel Silva (autor de que gosto bastante) foi A violoncelista e não gostei muito. Espero que o Jad já tenha este e mo posso emprestar.

E quais são as vossas leituras, prosimetronistas e vistantes?

quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Veneza: Scuola Grande di San Rocco


O assassino inglês de Daniel Silva também passa por aqui. «Em 1564, encomendaram a Tintoretto que pintasse as paredes e os tetos dos edifícios. Demorou vinte e três anos até terminar essa tarefa.» (p. 251)
Há uma violinista neste romance que é uma executante exímia de «O trilho do Diabo» de Giuseppe Tartini. Aqui a intérprete é Anne-Sophie Mutter:

terça-feira, 30 de agosto de 2022

Leituras no Metro - 1127

Durante o almoço de há dois dias e depois de Gabriel Allon ter recebido um cheque de cem mil libras pelo restauro de um Ticiano, Isherwood propõe a Allon um novo restauro, a ser feito em Zurique.


«Gabriel não tinha tempo para regressar à Cornualha e ir buscar as suas coisas, foi às compras. [...] Depois, , foi até Great Russell Street fazer uma visita à L. Cornelissen & Son, ilustre loja de material de arte. [...] Penelope [...] ajudou-o a preparar um kit de viagem com pigmentos, pincéis e solventes.» (Daniel Silva - O assassino inglês. Lisboa: Bertrand, imp. 2009, p. 23)
Esta loja foi fundada por um litógrafo belga Louis Cornelissen que viveu em paris e se mudou para Londres em 1848, onde abriu uma loja, que encerrou em 1977 depois da morte de Len Cornelissen. Em 1888 reabriu na Great Russell Street.

domingo, 28 de agosto de 2022

Leituras no Metro - 1126

Lisboa: Bertrand, imp. 2009.

Ando com muita vontade de ler policiais, de modo que voltei a Daniel Silva, um livro já antigo que nunca tinha lido. E com ele ando a viajar pela Europa, incluindo pela Costa de Prata (Portugal).


Vamos almoçar com Gabriel Allon e Julian Isherwood ao Green's Restaurant, na Duke Street, em Londres.
«Quando se sentaram, os olhos de Gabriel vasculharam a sala como lanternas.» (p. 19)
Isherwood pediu linguado recheado e Sancerre, Gabriel chá preto e uma tigela de consomé.


Bom almoço!

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

Leituras no Metro - 1122

Madrid: HarperCollins Ibérica, 2022

Este livro de Daniel Silva está na ordem do dia: pandemia, Rússia a matar oligarcas e adversários políticos. 
O envenenamento fatal por uma substância química de um multimilionário russo traz-nos Gabriel Allon de volta. 
Ainda vou a meio, mas parece ser a música a chave da verdade sobre a morte do amigo, que em tempos salvou Allon e a sua mulher Chiara. A trama passa por bancos de lavagem de dinheiro, que visam atingir as democracias ocidentais e ameaça a estabilidade da ordem internacional.

sexta-feira, 23 de abril de 2021

O prazer de ler

No dia mundial do livro... do livro que ando a ler:

O empregado, um rapaz magricelas de vinte e poucos anos, vestido com uma t-shirt preta, serviu-lhes dois cafés [....]

 - Ele considera-se um populista, não um fascista.

- A ascensão de um homem como o Saviano era inevitável. O nosso povo perdeu a fé, com noções fantasiosas como democracia liberal, União Europeia e aliança ocidental. E como é que não perderia? Entre a globalização e a automatização, a maioria dos jovens italianos não consegue começar uma carreira digna. Se quiserem um emprego bem remunerado, têm de ir para a Grã-Bretanha. E, se ficarem aqui... - o general olhou de soslaio para o jovem atrás do balcão - servem cafés aos turistas. - Baixou o tom de voz. - Ou aos espiões israelitas.

- O Saviano não vai alterar nada disso.

- Provavelmente, não. Mas, entretanto, vai projetando força e confiança.

- Então, e a competência?

- Desde que mantenha os imigrantes afastados, os seus partidário estão-se nas tintas para o facto de ele não conseguir construir uma frase.

- E se houver uma crise? Uma verdadeira crise. Não uma inventada por um site de direita.

- Como por exemplo?

- Pode ser outra crise financeira que arrase o sistema bancário. - Gabriel fez uma pausa. - Ou algo muito pior.

- O que é que poderia ser pior do que ver as poupanças da minha vida inteira esfumaem-se?

- Que tal uma pandemia global? Uma nova estirpe de gripe para a qual os humanos não tenham uma defesa natural.

- Uma praga?

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Quer uma meia de leite?


Maurice Durand, um comerciante de antiguidades com ligações ao mundo do crime, com loja na rue Mirosmenil em Paris, «Todas as manhãs, bebia duas meias de leite na mesma mesa da mesma brasserie, sem outra companhia que não a de uma pilha de jornais, que comprava sempre no mesmo tabac
Daniel Silva - O anjo caído. Lisboa: Bertrand, 2019, p. 174

quarta-feira, 15 de abril de 2020

O chá das cinco - 129

Yossi Gavish «era incapaz de trabalhar sem um bom fornecimento de chá Earl GrEey e bolachas digestivas McVitie's
Daniel Silva - O anjo caído. Lisboa: Bertrand, 2019, p. 154

Eu gosto mais de bolachas de manteiga Walkers.

terça-feira, 14 de abril de 2020

Boa noite!


«Perceberam que [Claudia Andreatti...] gostava da música de Diana Krall e Sara Bareilles».
Daniel Silva - O anjo caído. 2.ª ed. Lisboa: Bertrand, 2019, p. 71

Eu não conhecia Sara Bareilles, mas gostei do que ouvi.

Le Cave Di Sant'Ignazio

Já almocei neste restaurante com um prosimetronista. Ficámos na mesa ao lado da porta.

«Uma das vantagens de se trabalhar no palazzo era o Le Cave. Considerado um dos melhores restaurantes de Roma, ficava a poucos passos da entrada do edifício, num canto sossegado da praça. No verão, as mesas eram dispostas pela calçada em filas ordenadas, mas, nessa noite de fevereiro, estavam desoladoramente amontoadas junto à parede exterior. O general Ferrari chegou sem marcação prévia e foi-lhe imediatamente indicada, a si e aos dois convidados, uma mesa ao fundo da sala. Um empregado trouxe um prato de arancini di riso e vinho da terra natal de Ferrari, a Campânia.»
Daniel Silva - O anjo caído. 2.ª ed. Lisboa: Bertrand, 2019, p. 89


Gosto de croquetes de arroz.

Bom almoço!

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Leituras na quarentena - 20

Trad. Vasco Teles de Menezes.
2.ª ed. Lisboa: Bertrand, 2019

Gabriel Allon está no Vaticano a restaurar A descida da cruz de Caravaggio, também conhecido como A deposição de Cristo (1602-1603).
Entretanto uma das conservadoras da Pinacoteca aparece morta.


Gabriel Allon vive próximo da Praça de Espanha. Quando chega a casa, Chiara tinha-lhe aberto uma garrafa de Sangiovese e feito umas brushettas de alcachofras com ricota.



Nada mau! Até me dá uma ideia para esta noite: brushettas de queijo e tomate, as minhas preferidas.

terça-feira, 31 de março de 2020

Leituras na quarentena - 13

Madrid: Harper Collins, 2017

Gosto dos romances de Daniel Silva e do seu espião e restaurador de arte Gabriel Allon.
O ISIS fez explodir uma bomba no Marais, em Paris. Uma das vítimas, uma francesa judia, era dona do quadro de Van Gogh, «Marguerite Gachet no seu toucador», dado como desaparecido. Gabriel Allon tinha-o restaurado e a proprietária do quadro deixa escrito que o quadro lhe deve entregue. O governo francês não quer que o quadro saia de França.
O governo francês pede a ajuda de Gabriel Allon que se encontra em Jerusalém a acabar o restauro da «Natividade com São Francisco e  São Lourenço», um quadro de Caravaggio roubado do Oratório de São Lourenço (Palermo), em 1969.


O restaurador ouve muitas vezes esta ária enquanto trabalha.


Gabriel Allon vai atrás do assassino que dá pelo nome de Saladino. E eu também. :)

A tradução é fraca e parece não ter tido revisão.

sábado, 2 de março de 2019

domingo, 13 de janeiro de 2019

Um adágio que não conhecia

Só a colher conhece as dores da panela!

Don, nome por que é tratado Don Orsati - personagem do último livro de Daniel Silva ( A casa de Espiões) - utiliza constantemente provérbios, analogias, enquanto fala. Usou esta na p. 66 da 1.ª edição portuguesa (HarperCollins Ibéria, S.A., 2018).

terça-feira, 8 de maio de 2018

Marcadores de livros - 1045

Marcadores (frente e reverso) das edições portuguesa e espanhola do último livro de Daniel Silva. Com um agradecimento à Luisa.