Vinda das profundezas da Idade Média, a lenda do vampiro toma forma no final do século XIX com Drácula, o famoso romance de Bram Stoker. O cinema surge na altura.
Esta exposição conta as duas histórias paralelas, o fascínio de cineastas de todo o mundo por este ícone tenebroso e sexy. Mostra o seu poder de atração, que há muito transbordou do cinema, contaminando outras artes: pintura, fotografia, literatura ou, mais recentemente, a série televisiva.
Celebra Coppola, Christopher Lee, Lugosi, Deneuve, Herzog, Bigelow, Browning, Adjani, Bowie, Pattinson ou Tim Burton; Warhol, Goya ou Saint Phalle.
A nota de imprensa não fala de Polanski e do seu Por favor, não me mordam o pescoço. É triste se um filme destes foi bando da exposição.
Na Cinamathèque française até 19 de janeiro de 2020.

