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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Mini-livros - 66

 
Uns mini-livros (Dracula, 47 mm x 30 mm, e com um frasco de sangue - presumo - encravado no interior do livro; os outros dois  livrinhos têm 38 mm x 25 mm): um marcador com 33 mm alt.; e um candeeiro, semelhante ao que uns amigos me ofereceram há uns anos. Tudo isto me foi dado por uma amiga e vinha numa bola:

domingo, 28 de setembro de 2025

Marcadores de livros - 3509

Foi só o que encontrei para o tema do mês: Drácula.


«As pessoas são uma pilha miserável de segredos.»
Conde Drácula



Lembrei-me de acrescentar o trailer de um filme divertidíssimo, de Polanski:


sexta-feira, 24 de junho de 2022

Marcadores de livros - 2149

Versos de oito postais-marcadores. Em baixo, dois tipos de reversos, consoante a coleção foi aumentando.
Obrigada, Justa!


Offenbach inspirou-se n'Os contos de E. T. A. Hoffmann para escrever a sua ópera.

domingo, 13 de outubro de 2019

Vampiros na Cinemateca francesa


Vinda das profundezas da Idade Média, a lenda do vampiro toma forma no final do século XIX com Drácula, o famoso romance de Bram Stoker. O cinema surge na altura. 
Esta exposição conta as duas histórias paralelas, o fascínio de cineastas de todo o mundo por este ícone tenebroso e sexy. Mostra o seu poder de atração, que há muito transbordou do cinema, contaminando outras artes: pintura, fotografia, literatura ou, mais recentemente, a série televisiva.
Celebra Coppola, Christopher Lee, Lugosi, Deneuve, Herzog, Bigelow, Browning, Adjani, Bowie, Pattinson ou Tim Burton; Warhol, Goya ou Saint Phalle.
A nota de imprensa não fala de Polanski e do seu Por favor, não me mordam o pescoço. É triste se um filme destes foi bando da exposição.
Na Cinamathèque française até 19 de janeiro de 2020.



domingo, 19 de julho de 2009

Musa pré-rafaelita

- Auto-retrato de Elizabeth Siddal, 1854.
- Cemitério de Highgate, Londres.
Elizabeth Siddal foi poeta, pintora e modelo, inserida no movimento Pré-Rafaelita, tendo servido como modelo para um dos mais famosos quadros de Millais, Ophelia, e retratada várias vezes pelo seu marido, Dante Gabriel Rossetti, e por outros pré-rafaelitas.
Em 1862, Elizabeth Siddal morreu de uma overdose de láudano, existindo dúvidas sobre se terá sido acidental ou suicídio. A verdade é que Rossetti ficou inconsolável, e fez enterrar com Elizabeth no cemitério de Highgate, os manuscritos de vários poemas seus, sem ter quaisquer cópias.
Sete anos depois, segundo uns para recuperar os poemas, e para outros para contemplar Elizabeth, Rossetti obteve autorização para exumar Elizabeth Siddal. E aqui começa um caso que deu que falar no Reino Unido e depois no resto da Europa: aberto o caixão, verificou-se que Elizabeth Siddal estava como no dia em que morrera sete anos antes, com a sua bela cabeleira ruiva, pele rosada, sem o mínimo traço de decomposição conforme atestaram várias testemunhas presentes, entre as quais um amigo de Rossetti, de seu nome Bram Stoker que se inspirou no caso para uma das personagens da sua imortal obra, tantas vezes levada ao palco e ao grande ecrã no século seguinte.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Os herdeiros, as obras e o dinheiro...

- Bram Stoker, o criador de Drácula

Depois das continuações de Os Miseráveis, e de E tudo o vento levou, entre outras sequelas literárias, chegou agora a vez do Rei dos Vampiros. Os herdeiros de Bram Stoker autorizaram pela primeira vez a publicação de um novo romance sobre Drácula tendo recebido um adiantamento de 750.000 euros pago por um consórcio de três editoras.