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sexta-feira, 24 de junho de 2022

Marcadores de livros - 2149

Versos de oito postais-marcadores. Em baixo, dois tipos de reversos, consoante a coleção foi aumentando.
Obrigada, Justa!


Offenbach inspirou-se n'Os contos de E. T. A. Hoffmann para escrever a sua ópera.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Gerald Murphy

Razor, 1924
Dallas Museum
Uma espécie de natureza-morta com três objetos do quotidiano: Caixa de fósforos, caneta e gillette.
Relógio, 1925
Dallas Museum
Cocktail, 1927
Whitney Museum of American Art
Wasp and pear, 1929
MOMA

Olhando para estes quadros, compreendemos por que Fernand Léger chamava a Murphy o único pintor americano de Paris: era o único pintor que dava réplica à pintura francesa de então.

Gerald Murphy chegou a Paris com a mulher, Sara Sherman Wiborg, em 1921. Nesse ano, Gerald Murphy passou na galeria de Paul Rosenberg e ficou perturbado ao ver quadros de Braque, Picasso e Juan Gris. Disse à mulher: «Se isto é pintura, é o que quero fazer.» Só pintou durante nove anos.

Scott Fitzgerald inspirou-se em Sara e Gerald Murphy para criar as personagens de Nicole e Dick Diver de Terna é e noite.
Lisboa: Relógio de Água, 2011
Jennifer Jones e Jason Robards interpretando Nicole e Dick Diver no filme de Henry King.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Quer um cocktail?

London: Ryland, Peters & Small, 2012
€8,30

«The bar is in full swing and floating rounds of cocktails permeate the garden outside [...]
F. Scott Fitzgerald




quinta-feira, 16 de maio de 2013

O Grande Gatsby

Primeira versão do romance de F. Scott Fitzgerald, feita por Elliott Nugent, em 1949.
Segunda versão cinematográfica de Jack Clayton, em 1974, com Robert Redford e Mia Farrow. 


Em 2000, Robert Markowitz adapta o romance para a televisão com Toby Stephens  e Mira Sorvino.

Hoje estreia a adaptação que Baz Luhrmann fez este ano, com Leonardo di Caprio e Carey Mulligan. 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

O grande Gatsby

Trad. José Rodrigues Miguéis.
Lisboa: Portugália, 1970
Capa Paulo Guilherme.
Trad. José Rodrigues Miguéis.
Lisboa: Presença, 1985
Trad. Maria Luísa Santos.
Mem Martins: Europa-América, 1993
Pref. Francisco Balsemão; intr. e trad. José Rodrigues Miguéis.
Lisboa: Clube do Autor, 2011
Trad. Ana Luísa Faria
Lisboa: Relógio d'Água, 2011
Trad. Sandra Esteves
Lisboa: 11-17, 2011
Trad. José Rodrigues Miguéis.
Barcarena: Presença, 2011 
Trad. José Rodrigues Miguéis.
Barcarena: Presença, 20113
€11,50


Este livro de F. Scott Fitzgerald foi publicado em 1925.
Que segredo esconde Gatsby, que esbanja a sua fortuna em festas? Que irá acontecer quando ele encontra Daisy, o seu amor de sempre? É o que quem não souber pode ficar a saber lendo o livro de Scott Fitzgerald e depois vendo a nova versão cinematográfica que estreia amanhã, como o Luís já referiu há dias.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Cinenovidades


O Grande Gatsby, versão 2013, com Leonardo Di Caprio como protagonista. Estreia esta quinta nas nossas salas.

sábado, 21 de julho de 2012

Os «muito ricos», segundo Scott Fitzgerald


«Let me tell you about the very rich. They are different from you and me. They possess and enjoy early, and it does something to them, makes them soft where we are hard, and cynical where we are trustful, in a way that, unless you were born rich, it is very difficult to understand. They think, deep in their hearts, that they are better than we are because we had to discover the compensations and refuges of life for ourselves. Even when they enter deep into our world or sink below us, they still think that they are better than we are. They are different.» 
F. Scott Fitzgerald - The rich boy (1926) 

86 anos depois continuam a pensar o mesmo!

Em geminação com o Arpose.