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terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Fernand Léger e o cinema


Esta exposição explora de forma exaustiva e totalmente inédita as relações fortes, duradouras e frutuosas que o pintor Fernand Léger manteve ao longo de sua obra com a sétima arte. A mostra pode ser vista até 19 de setembro no Musée Fernand Léger, em Biot.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Boa noite!


Fernando Léger no BOZAR



O Museu de Belas Artes de Bruxelas apresenta uma retrospetiva de obras de Fernando Léger até 3 de junho. A exposição é organizada em colaboração com o Centre Pompidou-Metz e mostra mais de 100 obras e documentos de arquivo.
Na sua diversidade, a exposição dá-nos uma perspetiva sobre como o artista ‘reinventa’ a pintura, inspirando-se no espetáculo da vida quotidiana.
Leger via beleza na vida quotidiana. Paisagens urbanas, atravessadas por veículos e máquinas eram o seu ambiente preferido. Antes de se tornar pintor, Léger foi aprendiz de arquiteto, tendo mantido ao longo da sua vida uma relação especial com a arquitetura. Ele partilhava o fascínio dos poetas de vanguarda por novas formas de comunicação visual, como a propaganda e a tipografia. São, portanto, estas diferentes facetas que podemos descobrir nesta retrospetiva.

O BOZAR deu carta branca ao coletivo de artistas Farm Prod para produzir um fresco, inspirado no trabalho de Fernand Léger, na parede da rue Baron Horta.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Um quadro por dia - 352


É de 1949 este óleo sobre tela de Fernand Léger intitulado Les Deux Couteaux,  revelador dos anos de grande inovação que se seguiram ao exílio nos EUA, também nas suas naturezas mortas.
Vendido na Sotheby's de Paris no dia 24 deste mês.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Gerald Murphy

Razor, 1924
Dallas Museum
Uma espécie de natureza-morta com três objetos do quotidiano: Caixa de fósforos, caneta e gillette.
Relógio, 1925
Dallas Museum
Cocktail, 1927
Whitney Museum of American Art
Wasp and pear, 1929
MOMA

Olhando para estes quadros, compreendemos por que Fernand Léger chamava a Murphy o único pintor americano de Paris: era o único pintor que dava réplica à pintura francesa de então.

Gerald Murphy chegou a Paris com a mulher, Sara Sherman Wiborg, em 1921. Nesse ano, Gerald Murphy passou na galeria de Paul Rosenberg e ficou perturbado ao ver quadros de Braque, Picasso e Juan Gris. Disse à mulher: «Se isto é pintura, é o que quero fazer.» Só pintou durante nove anos.

Scott Fitzgerald inspirou-se em Sara e Gerald Murphy para criar as personagens de Nicole e Dick Diver de Terna é e noite.
Lisboa: Relógio de Água, 2011
Jennifer Jones e Jason Robards interpretando Nicole e Dick Diver no filme de Henry King.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Os comerciantes de arte

Vem este post a propósito de uma amiga que me pediu como prenda de Natal o livro de Anne Sinclair, sobre o seu avô Rosenberg, o maior marchand de Picasso. Paul Rosenberg abriu uma galeria em Paris (no 21, rue de la Boétie) em 1910. Em 1940, mudou-se para os EUA. 
Lembrei-me então de mostrar algumas biografias ou memórias de outros comerciantes de arte: Durand-Ruel, que apostou nos impressionistas; Kahnweiler, crítico de arte, que teve uma galeria em Paris nos inícios do século XX e é considerado o primeiro marchand de arte, foi ele que descobriu Picasso, Braque, Gris, Léger, Vlaminck, etc.; e Vollard que foi amigo e marchand de Cézanne, Roualt, Dérain, Gauguin, Van Gogh e Picasso, entre outros.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

4 de Fevereiro - 1


Fernand Léger - Libérté
Litografia

1881: Nasce Fernand Léger, em Argentan (Orne), na Baixa Normândia.

LIBERTÉ

Sur mes cahiers d'écolier
Sur mon pupitre et les arbres
Sur le sable sur la neige
J'écris ton nom

[...]

Sur l'absence sans désirs
Sur la solitude nue
Sur les marches de la mort
J'écris ton nom

Sur la santé revenue
Sur le risque disparu
Sur l'espoir sans souvenirs
J'écris ton nom

Et par le pouvoir d'un mot
Je recommence ma vie
Je suis né pour te connaître
Pour te nommer
Liberté.

Paul Éluard

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Os quadros roubados!

Foi com perplexidade que soube do roubo de obras de arte no Museu de Arte Moderna de Paris. Infelizmente, há sempre uma maneira sofisticada de atravessar a segurança e o policiamento de um museu. Confesso, que gosto de filmes sobre roubos, são sempre engenhosos e empolgantes. Porém, quando toca à realidade entristeço-me. Uma obra de arte quando está num museu pertence à humanidade, é para ser vista por todos, é para maravilhar os poetas, os escritores, os pintores e todos que se sensibilizam com a sua estética. As obras roubadas estão avaliadas em cerca de 500 milhões de euros . Para saber mais.


Henri Matisse, La Pastorale
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Georges Braque, L'Olivier près de l'Estaque
Modigliani, La Femme à l'éventail
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Picasso, Les Pigeons aux petite pois
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Nature morte aux chandeliers de Léger
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

segunda-feira, 30 de março de 2009

Lá fora - 26 : O melhor de Léger

- L' homme au chandail, Fernand Léger, 1924.
Os apreciadores de Léger não devem perder a oportunidade de verem ou reverem 14 importantes telas expostas na Galerie Malingue, em Paris.
- Galerie Malingue, 26, Avenue Matignon, Paris. Até 30 de Abril.