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quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Boa noite!

Miki Nuñez inspirou-se no título de um livro de Eduardo Mendoza,  Sin noticias de Gurb, ainda não traduzido em Portugal.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

Leituras no Metro - 1143

Lisboa: Sextante, 2020

«Barcelona, 1968. Rufo Batalla recebe o seu primeiro encargo como jornalista: cobrir o casamento de um príncipe exilado com uma dama da alta sociedade. Coincidências e mal-entendidos levam-no a travar amizade com o príncipe, que lhe encomenda, entre outras coisas, a escrita da sua história. O opressivo ambiente da Espanha franquista leva-o a viajar para Nova Iorque, onde virá a ser testemunha dos grandes fenómenos sociais e culturais dos anos setenta: os movimentos antirracista, gay e feminista, e as novas vanguardas artísticas.» (Da sinopse)

«Em boca fechada não entra mosca;  mais vale prevenir que remediar; terra onde fores ter, faz como vires fazer; não suba o sapateiro além da chinela. Estes e outros apotegmas semelhantes constituíam a norma do [...] pensamento» do pai de Rufo Batalla. (p. 45)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

sábado, 29 de outubro de 2022

Leituras no Metro - 1135

 Porto: Sextante, 2011

Há muitos anos que tinha este livro na minha lista de leituras. A trama decorre em Madrid, 1936, nas vésperas do golpe de Estado, com este quadro sempre no ar:

Diego Velázquez - The Toilet of Venus (The Rokeby Venus), 1647-1651
Ler mais sobre o quadro aqui.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Conheço uma cidade que se assemelha...


«Interessava-me que a história pudesse fazer a ponte entre dois momentos separados por cerca de 30 anos, em Barcelona. Quis falar sobre as mudanças que se deram na cidade e na vida dos seus habitantes, durante esse intervalo de tempo. Barcelona era uma cidade triste, deprimida, praticamente desconhecida, e converteu-se entretanto num dos maiores destinos turísticos europeus.»
«É claro que que houve progresso económico, e preferimos uma cidade rica a uma cidade miserável, mas por outro lado a cidade foi sendo destruída e transformada num parque de diversões.»
«Tenho uma relação difícil com a cidade. Conheço-a bem, é a minha cidade, mas já não me revejo nela.»
Eduardo Mendoza sobre Barcelona, numa entrevista a A Revista do Expresso, Lisboa, 28 jan. 2017, p 67.

Espero ler em breve este livro, recentemente publicado em Portugal:
«O bar fechou e tornou a abrir convertido num franchising de tapas industriais. Onde estava a Loja de Lingerie Muñoz agora vendem camisolas do Barça, leques de plástico e telemóveis de duvidosa proveniência. [...] Barcelona mudou, como eu vaticinava, mas para se converter na capital mundial da quinquilharia e da idiotia.» (O segredo da modelo perdida)

sábado, 24 de abril de 2010

A cidade dos prodígios

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«No ano em que Onofre Bouvila chegou a Barcelona, a cidade encontrava-se em plena febre de renovação. Esta cidade fica situada no vale que as montanhas da cadeia costeira deixam ao retirar-se um pouco para o interior, entre Malgrat e Garraf, que deste modo formam uma espécie de anfiteatro. Ali o clima é temperado e sem altos e baixos: o céu costuma ser claro e luminoso; as nuvens, poucas, e mesmo estas brancas; a pressão atmosférica e estável; a chuva, escassa, mas por vezes traiçoeira e torrencial.» Eduardo Mendoza
In: A cidade dos prodígios. Lisboa: Dom Quixote, 1988

A cidade dos prodígios é um romance apaixonante que se desenrola na Barcelona de final do século XIX e inícios do século XX.