Sorolla - A minha mulher e filhas no jardim, 1910.
Um local a visitar numa próxima ida a Madrid.
A nova sede da fundação espanhola María Cristina Masaveu Peterson acolhe a sua primeira exposição, que inclui uma seleção de 117 obras das suas coleções de pintura espanhola do século XIX. Pode ser vista até 28 de maio de 2023.
A Coleção Masaveu é fruto do interesse colecionista de várias gerações desta família de empresários, e é considerada uma das mais importantes de Espanha.
A exposição propõe um percurso que começa em Goya e termina no modernismo e no pós-modernismo catalão. E uma série de retratistas madrilenos.
Hoje era para ter feito um post com as duas exposições Sorolla, mas houve um engano e o post com a exposição do Museu do Prado foi publicado ontem. Nada feito.
Esta exposição está no Museu Sorolla até 19 de março.
Retrato de Manuel Bartolomé Cossio, 1908 (pormenor)
Retrato de Maria de los Angeles Beruete y Moret, 1904 (pormenor)
O Museu do Prado apresenta até 18 de julho a exposição Retratos de Joaquín Sorolla, que consta de uma seleção dos retratos d e Sorolla que fazem parte da coleção do museu.
A nossa vinheta refere-se à exposição de Joaquín Sorolla que está no MNAA até final do mês. Vão vê-la que é muito boa, pelo menos eu achei, mas sou fã deste pintor.
Esta exposição organizada pelo MNAA em parceria com o Museo Sorolla, Madrid, e comissariada por Carmen Pena, apresenta 118 pinturas de Joaquín Sorolla pertencentes à coleção daquele Museu e outras provenientes de coleções particulares.
Trata-se de uma versão aumentada da exposição de 2016, Sorolla Tierra Adentro, que, em Madrid, mostrou como Sorolla deu a conhecer novas versões das diversas paisagens espanholas, dotando-as de um novo sentido e significado.
Predominam na mostra as paisagens que o mestre espanhol do ar livre e da luz intensa executou nas suas viagens pela Espanha da viragem do século XIX para o século XX, desde a sua Valência natal até ao País Basco e à Andaluzia, participando num movimento cultural que procurava dar uma outra imagem do país, alheada da representação historicista de glórias passadas e encontrando-a na pura paisagem, tanto das regiões da periferia peninsular como dos campos da Mancha ou de Castela e seus monumentos.
A seleção de peças contempla também algumas pinturas fundamentais da sua “imagem de marca”: as cenas de beira-mar em praias do Levante, com as brincadeiras estivais de crianças e jovens veraneantes e a faina dos pescadores das costas de Valência.
Uma oportunidade para conhecer (melhor) Sorolla, um dos grandes vultos da moderna pintura europeia. Até 31 de março de 2019 no MNAA.
O Museo Thyssen-Bornemisza organizou em colaboração com o Museo Sorolla, uma exposição que analisa a influência da moda na obra de Joaquín Sorolla. A exposição desenrola-se nos dois museus madrilenos. Comisariada por Eloy Martínez de la Pera, a mostra reúne cerca de 70 pinturas, procedentes de museus e coleções particulares, algumas das quais nunca tinham sido expostas publicamente, assim como acessórios e vestidos da época.
Grande apaixonado pela moda, Sorolla é o cronista perfeito das mudanças na tendência e no estilo da indumentaria de finais do século XIX a princípios do século XX.
La exposição que pode ser vista até 27 de maio dedica especial atenção aos retratos femininos que o pintor realizou entre 1890 e 1920.
Joaquín Sorolla e D. Alfonso XIII, Casa Museu Joaquín Sorolla
Legenda: 1.D. Afonso XIII conversando com o grande pintor Sorolla no seu estúdio, acompanhado pelos marqueses de Viana y de la Vega-Inclán; 2. Os Reis visitando a exposição Beruete, instalada no estúdio de Sorolla; 3. SS. MM. o Rei e a Rainha Victória surpreendidos pela máquina fotográfica, num momento da visita que fizeram ao estúdio de Sorolla.
El Greco - Jesus é despojado das suas vestes (pormenor), ca 1577-1579
Projeto especificamente concebido para o MNAA, Colección Masaveu. Grandes Mestres da Pintura Espanhola Greco, Zurbarán, Goya, Sorolla traz a Portugal uma seleção do extraordinário espólio reunido no decurso de três gerações por uma família referencial do tecido económico do país vizinho, distinta também pela sua relevante ação cultural.
O conjunto das 60 obras aqui expostas identifica aspetos fundamentais da história da pintura espanhola, do século XV ao século XX, por intermédio dos seus protagonistas de referência. Greco, Zurbarán, Goya e Sorolla são apenas quatro nomes incontornáveis num percurso que, de Gallego a Ribera ou de Murillo a Fortuny, entre muitos outros, se desdobra de forma fascinante por quase cinco séculos.
Dando especial destaque ao chamado Siglo de Oro, a Coleção Masaveu congrega peças provenientes das mais notáveis pinacotecas de Espanha, como a coleção real, ou a coleção do Infante Sebastião Gabriel de Bourbon e Bragança, neto de D. João VI de Portugal. O núcleo dedicado a Joaquín Sorolla, com obras de todas as temáticas tratadas pelo grande pintor da luz, é outro dos pontos fortes desta coleção. Por essa razão, também Sorolla ocupa nesta mostra um especial destaque.
(Do site do MNAA)
El Greco - Santa Maria Madalena, 1597
Goya - Espetar as bandarilhas
Sorolla - O regresso da pesca, 1895
Sorolla - O regresso da pesca, 1908
Foi ontem ver a exposição que encerra amanhã. Gostei dos Greco, Goya e Sorolla. e de mais alguns. :) Até gostei de um Zurbarán, pintor que não é mito do meu agrado.
Fiquei com vontade de visitar a Fundación Masaveu, em Oviedo.
Não há postais nem marcadores de livros e não se podem tirar fotos.
Este vídeo é de uma exposição diferente que esteve no Centro Centro, na Praça Cibeles, em Madrid.
O Museu de Belas Artes Gravina (MUBAG), em Alicante, acolhe até outubro a exposição Sorolla, fiesta y color. Una mirada etnográfica.
A exposição pretende chamar a atenção sobre uma faceta de Sorolla como pintor e como colecionista, mostrando pela primeira vez pinturas e peças que Sorolla colecionou e que se conservam nol Museu Sorolla ou que foram recentemente doadas pela família.
Esta exposição esteve anteriormente no Museu Sorolla de Madrid.
Estas férias não vi uma exposição que me acalentaria muito, era de Sorolla.
O horário da exposição era um pouco absurdo (18 horas). Não pude ficar para o dia seguinte. Deixo, no entanto, uma tela com uma das fainas que ele retratou.
Joaquín Sorolla (1863-1923) é considerado um dos nomes mais importantes do impressionismo espanhol.Começou a sua carreira como um pintor académico, tendo depois experimentado a pintura de muitas escolas modernistas do seu tempo. Dono de uma técnica notável, foi também um excelente retratista, e ficou conhecido pelo Pintor da Luz, pela luz que é patente nos seus quadros, nomeadamente os que retratam as praias e o mar.
Aqui ficam três quadros que bem o caracterizam.
O Museu do Prado dedicou-lhe em 2009 uma grande exposição.