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segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Marcadores de livros - 1700

Quatro marcadores da Artes&Letras Atelier; em baixo dois reversos. 

A Artes & Letras está agora em Óbidos.

Com um agradecimento a quem mos ofereceu.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Titulos imaginativos: Cupido Prostrado

Acontece que por vezes olhamos para um título e ficamos a imaginar o seu conteúdo. Assim está a acontecer comigo. Confesso que não tenho o livro em casa. Quando passar por uma boa biblioteca talvez tente ver o seu interior.




OLIVARES, Gregório de, 1644(?)-1709
Cupido prostrado, amor profano desvanecido, mostra-se a real existencia do amor, & sua maravilhosa communicação a toda a natureza creada... ,Lisboa : na Officina de Miguel Manescal, 1709.

Se alguém quiser comprar, custa 300 Euros, na Livraria Artes & Letras
    
      

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Livraria Artes & Letras

A Livraria Artes & Letras, que estava no Largo Trindade Coelho, inaugura hoje, às 17h30, o seu novo espaço, na Av. Elias Garcia, 153-A, em Lisboa.
Felicidades!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Uma gafe à volta do políptico que está no MNAA


Há cerca de uma dezena de anos atrás, entrando eu na Livraria Artes&Letras, fronteira à Igreja de S.Roque de Lisboa, encontrei o dono da dita, o livreiro e amigo Luís Gomes, à conversa com alguém que eu desconhecia. Sem querer incomodar, fui passando os olhos pelas estantes. Deparei-me então com os volumes de O Mistério dos Painéis do António Belard da Fonseca, e, estando eu então em plena "febre paineleira" , não me contive e saí-me com esta: "Olha o maluquinho do Belard da Fonseca! " . Imediatamente, o Luís Gomes olha para mim com os olhos bem abertos e chama-me para junto deles dizendo : "Deixa que te apresente o Francisco Belard, do Expresso, filho precisamente do Belard da Fonseca".
Fiquei de todas as cores. Aproximei-me, cumprimentei o Francisco Belard e lá balbuciei um pedido de desculpas pelo excesso de linguagem. Nunca me esqueci do ar benevolente do Francisco e da maneira afável como disse : " Deixe estar, já estou habituado". Lá se prosseguiu com conversa de ocasião, e eu à primeira oportunidade escapuli-me dali para fora. Mais um episódio que comprova que Portugal é pequeno e Lisboa uma aldeia, e o melhor é ter sempre tento na língua ...