Bem merece ser recordado. Ou descoberto.
Li vários livros de Mário Domingues, muitas biografias e este, de que gostei muito:
Lisboa: Guimarães, 1930
«Era um boneco desarticulado que, movido por um maquinismo oculto, adquiria a flexibilidade de um farrapo abandonado ao vendaval impetuoso daquelas músicas de sertão africano, que floresceram por estranha afirmação de raça nessa Norte América intransigente e severa para com os seus negros.» (in O preto do Charleston)
Um livro a ler: