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sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Mário Domingues

Bem merece ser recordado. Ou descoberto.

Li vários livros de Mário Domingues, muitas biografias e este, de que gostei muito:

Lisboa: Guimarães, 1930

«Era um boneco desarticulado que, movido por um maquinismo oculto, adquiria a flexibilidade de um farrapo abandonado ao vendaval impetuoso daquelas músicas de sertão africano, que floresceram por estranha afirmação de raça nessa Norte América intransigente e severa para com os seus negros.» (in O preto do Charleston)


Um livro a ler:
Lisboa: Tinta da China, 2022