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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Vinheta: terceiro centenário do nascimento de Joseph Marie Amiot, SJ



Cumprem-se hoje trezentos anos do nascimento do Padre Joseph Marie Amiot, da Companhia de Jesus. Uma nota barroca em um encontro de dois mundos, exprimindo pela música o realçar da essência.



segunda-feira, 23 de março de 2015

domingo, 6 de outubro de 2013

À descoberta da música antiga portuguesa



 João Lourenço Rebelo nasceu em Caminha, em 1610.

Em 1624, com catorze anos, entrou como menino de coro ao serviço da capela ducal de Teodósio II, Duque de Bragança, no Paço Ducal de Vila Viçosa. Nesse palácio, o Duque de Bragança havia fundado o Colégio dos Santos Reis Magos, onde se formavam compositores que, por terem de apresentar os seus trabalhos perante um público (nobre) mais exigente do que os frequentadores das igrejas, produziam obras tecnicamente mais elaboradas, nomeadamente no campo vocal, já que a capela do palácio ducal dispunha de 24 cantores, enquanto nas igrejas não se escutavam mais do que 4 vozes.

Em 1630, é nomeado professor de música do filho do Duque, João II, 8° Duque de Bragança, futuro rei D. João IV de Portugal, o qual era somente seis anos mais velho que este. João Lourenço Rebelo continuou como músico e compositor, tornando-se mestre da capela ducal de Vila Viçosa.

Após a Restauração da independência, em 1 de dezembro de 1640, e com a aclamação do rei D. João IV de Portugal, João Lourenço Rebelo foi transferido para a capela real, onde continuou a promover o interesse do rei pela música, e o seu talento como compositor.

A sua paixão pela música fez com que fosse um grande colecionador de manuscritos, impressões e partituras, tendo reunido a maior biblioteca de música do seu tempo, a qual seria totalmente perdida, um século mais tarde, nos escombros do terramoto de Lisboa.

Em 1646, João Lourenço Rebelo foi feito cavaleiro da Casa Real. Mais tarde, foi levado a comendador da Ordem de Cristo, uma posição com significativos benefícios financeiros.

João Lourenço Rebelo morreu no lugar da Apelação, em Loures, no dia 16 de novembro de 1661.


in Wikipédia







quarta-feira, 21 de agosto de 2013

À descoberta da música portuguesa antiga

José Joaquim dos Santos nasceu no sítio do Senhor da Pedra, no termo da vila de Óbidos, em 14 de Setembro de 1747. Foi recrutado para o Real Seminário da Patriarcal de Lisboa em criança e aí iniciou o seu aprendizado musical. Depois de ingressar na Irmandade de Santa Cecília - que por decreto régio de D. João V regulava toda a música do reino - e da morte do napolitano de origem espanhola, David Perez, que dirigiu até 1778, ano da sua morte, a música da Corte e da Patriarcal, foi Director e Maestro da Irmandade e compôs muitas obras de música sacra, sendo um dos mais influentes compositores do seu tempo. A sua Stabat Mater a 3 vozes foi a única peça de música sacra publicada em 1792 pela Real Fábrica da Música de Lisboa. Morreu em data incerta, entre Julho e Outubro de 1801.

Te Deum oito vozes

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

À descoberta da música portuguesa antiga

Do luso- brasileiro Manoel Dias Oliveira, nascido possivelmente na Vila de S. José, Minas- Gerais, Brasil (hoje Tiradentes), em 1735 e falecido naquela cidade em 1813. Mulato, certamente filho de escravos ou de um proprietário e duma escrava, além de compositor foi capitão.


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Para Santa Cecília

Associo-me à comemoração deste dia de Santa Cecília, padoeira da música sacra, com uma outra Ode para o Dia de Santa Cecília, esta de Georg Friederich Haendel, um dos meus compositores de eleição.


quinta-feira, 3 de junho de 2010

Corpus Christi Carol

As palavras são de um hino do séc.XVI, a música (1933) é de Benjamin Britten, e a voz é a do malogrado Jeff Buckley (1966-1997).

domingo, 5 de abril de 2009

Paixão segundo S. Mateus

Com o aproximar da Semana Santa, o CCB apresentou ontem à noite a Paixão segundo São Mateus, que Johann Sebastian Bach executou pela primeira vez na Sexta- Feira Santa de 1727, na Igreja de São Tomás, em Leipzig.
Executaram esta "obra de dimensões musicais extraordinárias" a orquestra Divino Sospiro, dirigida por Enrico Onofri, o Grupo Vocal Officium e o Coro Infantil da Universidade de Lisboa. Dos solistas, destaque para o tenor Andrew Tortise, evangelista, o baixo Fulvio Bettini,o tenor Fernando Guimarães e a contralto Caren Kargil, que interpretou muitíssimo bem a ária "Erbarme dich". Para mim a mais bonita desta obra de Bach.

"Erbarme dich", Bach, contralto Bogna Bartosz e Amsterdam Baroque Orchestra

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Música Sacra


Para quem gosta de música sacra (como eu), aconselho uma colecção de DVD que está a sair. Gravados em algumas igrejas romanas, como a de S. Paulo fora de muros e de Santa Maria sopra Minerva, é também uma oportunidade para as (re)ver.
Já saíram quatro DVD: «Gloria, Magnificat», de Vivaldi; «Stabat Mater», de Pergolesi; «Paixão segundo S. João», de Bach; e «A Ressurreição», de Haendel.
Veja em:
http://www.planetadeagostini.pt/colecionavel/o-melhor-da-musica-sacra.html