Geme de noite o açude
Batido pela levada;
Ninguém escuta ou presume
Que sofra, uma alma penada…
Vê tu o que é o costume!
Marcelino Mesquita
Prosimetron
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sábado, 4 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Cantares - 6
É que ao avistar na terra
O nosso primeiro amor
A dor transforma-se em riso
E o riso torna-se dor.
Marcelino Mesquita
O nosso primeiro amor
A dor transforma-se em riso
E o riso torna-se dor.
Marcelino Mesquita
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Cantares - 5
Encontrei ontem na estrada
O meu amor de algum dia:
Quando ele ria eu chorava
Quando ele chorava eu ria!
Marcelino Mesquita
O meu amor de algum dia:
Quando ele ria eu chorava
Quando ele chorava eu ria!
Marcelino Mesquita
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Cantares - 4
Dizem muito, pouco, nada,
As c’roas dos malmequeres;
São assim, mal comparados,
Os corações das mulheres.
Marcelino Mesquita
As c’roas dos malmequeres;
São assim, mal comparados,
Os corações das mulheres.
Marcelino Mesquita
terça-feira, 30 de junho de 2009
Cantares - 3
Ralha comigo o abade
Por cada vez que te vejo:
Os curas nunca souberam
As curas que faz um beijo.
Marcelino de Mesquita
Por cada vez que te vejo:
Os curas nunca souberam
As curas que faz um beijo.
Marcelino de Mesquita
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Cantares - 2
Olha bem para as saudades
E vê que tristes que são:
E querem que ande contente
Quem as traz no coração
Marcelino de Mesquita
E vê que tristes que são:
E querem que ande contente
Quem as traz no coração
Marcelino de Mesquita
domingo, 28 de junho de 2009
Cantares - 1
Andam as aves aos pares
A namorar-se em descantes;
São como as aves cantando
Os corações dos amantes.
Marcelino de Mesquita
A namorar-se em descantes;
São como as aves cantando
Os corações dos amantes.
Marcelino de Mesquita
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Crónicas do interior
Para M.
"Ele há tanta mulher! mas porque fantasia
Entre tantas, só uma a nossa simpatia
Distingue, escolhe e quer!” [ ...]
Marcelino Mesquita, Leonor Teles, estreia 1879 © 1893
[Porto, Livraria civilização Editora, 1983, p. 54]
"Ele há tanta mulher! mas porque fantasia
Entre tantas, só uma a nossa simpatia
Distingue, escolhe e quer!” [ ...]
Marcelino Mesquita, Leonor Teles, estreia 1879 © 1893
[Porto, Livraria civilização Editora, 1983, p. 54]
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