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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Leituras no Metro - 168

Coimbra: Café Santa Cruz, 2014

Vítor Marques, gerente do Café Santa Cruz, em Coimbra, foi o mentor e impulsionador deste projeto, que reúne fotografias de 23 cafés históricos portugueses. Além do Café Santa Cruz - poderia ter integrado outros cafés de Coimbra... -, o livro faz referência à Versailles, Martinho da Arcada, Brasileira do Chiado, Nicola, Bérnard, Pastéis de Belém e Confeitaria Nacional (Lisboa), o Milenário e o Teto de Mercúrio (Guimarães), o Brasileira e o Vianna (Braga), a Pastelaria Gomes (Vila Real), os cafés Majestic e Guarany, o Aviz e o Piolho (Porto), o Paraíso (Tomar), o Alentejano (Portalegre), o Cadeia Quinhentista (Estremoz), o Arcada (Évora) e o Calcinha (Loulé).
«Os Cafés marcam a identidade das suas localidades não só porque são um local central na vida pública  mas também porque são um espaço de convívio, um ponto de encontro, onde para além de serem locais onde se bebe um café também o podem ser para tertúlias e debates», refere Vítor Marques na introdução, onde também anuncia um outro volume com outros cafés, incluindo dos Açores e da Madeira.


Café São Gonçalo, em Amarante.

Adoro cafés, de modo que apreciei muito esta oferta. Obrigada, Ana!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Hoje na Fnac do Chiado

É lançado hoje, pelas 18h30, na Fnac Chiado, este Rostos da Portugalidade que recolhe os testemunhos produzidos no ciclo de tertúlias organizado por Luís Machado no ano transacto no Martinho da Arcada. A edição é da Vega, e a apresentação está a cargo de Fernando Dacosta.


quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Martinho da Arcada ameaçado


A polémica continua a perseguir as obras do Terreiro do Paço. Primeiro foi o modelo de circulação que a edilidade lisboeta concebeu para a baixa pombalina e que indignou personalidades e instituições de peso neste país. Mas as obras lá prosseguem e hoje o jornal i dá conta dos efeitos nocivos que aquelas obras estão a causar ao Martinho da Arcada, o café mais antigo de Lisboa. Segundo um dos proprietários, a circulação de autocarros (150 por hora) mesmo em frente à esplanada está a ser uma séria ameaça aos 159 anos de história do café "que foi palco de conspirações liberais e a segunda casa de escritores conceituados", tendo em Fernando Pessoa a figura mais emblemática. Quanto à clientela do Martinho essa já sofreu uma baixa que ronda os 50% e na esplanada ainda são os turistas quem estoicamente suporta o ruído infernal e as lufadas de poluição emitidas pelos autocarros que transitam na Rua da Alfãndega. Perante esta ameaça os proprietários do Martinho da Arcada estão confiantes numa solução que não pode tardar muito mais. Concluindo: assim vai o cartaz turístico da capital...