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terça-feira, 30 de agosto de 2016

O que estamos a ler? - 6

Ontem publiquei um marcador que perguntava quais as nossas leituras. Aqui ficam as minhas, para além de umas sobre a Grande Guerra.

A acabar e já tem destinatário.

Barcarena: Presença, 2009

De vez em quando leio uma história ou alguma crónica, das que Pamuk escreveu durante uns anos para um jornal. O livro já me acompanha há uns tempos, não o estava a ler seguido e agora resolvi levá-lo de fio a pavio.
«Li os meus primeiros contos d'As Mil e Uma Noites quando tinha sete anos. Tinha acabado o primeiro ano da escola primária, e eu e o meu irmão tínhamos ido passar o Verão a Genebra, na Suíça, para onde os meus pais se tinham mudado após o meu pai ter aceite [aceitado] um emprego lá. Entre os livros que a minha tia nos tinha dado à saída de Istambul, para nos ajudar a melhorar a leitura durante o Verão, encontrava-se uma seleção de contos d'As Mil e Uma Noites. Era um volume encadernado, muito bonito, impresso em papel de muito boa qualidade, e recordo que o li quatro ou cinco vezes durante o Verão. Quando estava muito calor, ia descansar para o meu quarto depois do almoço; estendido na cama, lia  relia o mesmo conto. O nosso apartamento ficava a uma rua do lago  de Genebra e, enquanto uma ligeira aragem entrava pela janela aberta e s sons do acordeão de um mendigo chegavam do terreno baldio atrás da nossa casa, eu perdia-me no reino da Lâmpada de Aladino e dos Quarenta Ladrões de Ali Babá.» (p. 129)
Um Verão assim não me é estranho, só que a cidade era Lisboa.

Este é fantástico! Foi-me aconselhado e é para ir saboreando, até porque tenho de ir fazendo umas consultas. Certos meandros da cidade já não estão muito presentes na minha cabeça, embora seja uma cidade - lindérrima! -onde quero voltar. 

Os próximos: 

Quis ler este livro por causa de um marcador que veio de Espanha. E sorte a minha que uma amiga o tem em francês e vai-mo emprestar.

domingo, 21 de agosto de 2016

Marcadores de livros - 448

Há anos li um livro de Meir Shalev, de que gostei. Infelizmente o livro não está traduzido em português, mas uma amiga vai emprestar-me a tradução francesa desta ficção com o seu quê de autobiográfico.

A minha manhã vai ser mais ao menos assim; a tarde será diferente. :)

Obrigada, Justa, pelo marcador.