Boas férias para quem está em Tavira e me enviou este postal.
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sábado, 17 de agosto de 2024
quinta-feira, 21 de janeiro de 2021
Marcadores de livros - 1807
Pedra tumular dos sete cavaleiros mártires, mortos na conquista de Tavira sos mouros, em 1242.
Tavira, Igreja de Santa Maria
Obrigada, Ana!
sexta-feira, 25 de setembro de 2020
Marcadores de livros - 1730
Marcadores da Igreja da Misericórdia de Tavira, alguns eram já únicos:
Pormenores de painéis de azulejos do século XVIII. À direita, de cima para baixo: Virgem Maria, Santa Isabel e Nossa Senhora da Soledade.
Painéis de azulejos. Da esq. para a dir.: Vestir os nus; Enterrar os mortos; Visitar os enfermos e encarcerados.
Painéis de azulejos. Da esq. para a dir.:Dar pousada aos peregrinos; Dar de beber a quem tem sede. Altar-mor.
Da esq. para a dir.:Visitação; e pormenores de altar. século XVIII.
sexta-feira, 28 de agosto de 2020
Louça de mesa fina e clara, Museu Islâmico de Tavira
A nossa vinheta contempla a louça fina e clara do século XII presente em Tavira.
Museu Islâmico, Tavira
Vale a pena visitar este núcleo museológico para compreender a ocupação islâmica.
A peça mais emblemática é este vaso conhecido pelo "Vaso de Tavira"
Vale a pena visitar o museu e Tavira, a cidade celebra os 500 anos!
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
Marcadores de livros - 1241
Torre de Roca - objeto de fiação. Osso com decoração gravada. Cultura islâmica, séc. XII-XIII.
Campo Arqueológico de Tavira
sábado, 13 de junho de 2015
Tavira
Tavira, 30-31 maio 2015
Cheguei finalmente à vila da minha infância.
Desci do comboio, recordei-me, olhei, vi, comparei.
(Tudo isto levou o espaço de tempo de um olhar cansado).
Tudo é velho onde fui novo.
Desde já — outras lojas, e outras frontarias de pinturas nos mesmos prédios —
Um automóvel que nunca vi (não os havia antes)
Estagna amarelo escuro ante uma porta entreaberta.
Tudo é velho onde fui novo.
Sim, porque até o mais novo que eu é ser velho o resto.
A casa que pintaram de novo é mais velha porque a pintaram de novo.
Paro diante da paisagem, e o que vejo sou eu.
Outrora aqui antevi-me esplendoroso aos 40 anos — Senhor do mundo —
É aos 41 que desembarco do comboio [indolentão?].
O que conquistei? Nada.
Nada, aliás, tenho a valer conquistado.
Trago o meu tédio e a minha falência fisicamente no pesar-me mais a mala...
De repente avanço seguro, resolutamente.
Passou roda a minha hesitação
Esta vila da minha infância é afinal uma cidade estrangeira.
(Estou à vontade, como sempre, perante o estranho, o que me não é nada)
Sou forasteiro tourist, transeunte.
E claro: é isso que sou.
Até em mim, meu Deus, até em mim.
8-12-1931
Álvaro de Campos
In: Fernando Pessoa - Livro de Versos. Intr., transcr., org. e notas de Teresa Rita Lopes. Lisboa: Estampa, 1993
terça-feira, 14 de agosto de 2012
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