Prosimetron

Prosimetron
Mostrar mensagens com a etiqueta Thomas Hardy. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Thomas Hardy. Mostrar todas as mensagens

domingo, 2 de junho de 2019

Marcadores de livros - 1355



Vi este filme de John Schlesinger, com Alan Bates, Terence Stamp, Julie Christie e Peter Finch, quando estreou em Lisboa. A seguir li o livro.
Trad. de Cabral do Nascimento.
Lisboa: Portugália, 1968

Depois li outros livros de Thomas Hardy e já reli este Longe da multidão, há uns anos quando passou no cinema um remake.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Ler com prazer 1.

Filipe Nicolau falou num livro cujo título me agradou: Longe da Multidão. Os seus posts á volta deste tema foram belíssimos.
Não conhecia este livro. Comecei a ler com grande prazer… leio poucas páginas de cada vez para durar muito tempo. Tenho uma lista enorme de livros e, neste momento, muito trabalho.
Ler Thomas Hardy é estar à janela com os olhos pousados no horizonte a saborear a maresia ou a magnífica paisagem do Monte Isidor…

“Os elementos humanos menores mantinham-se fora da vista; a mesquinhez que tão frequentemente surge em toda a vida e actuação humana era ocultada pelo facto de o amante e a amada não se visitarem; e dificilmente ocorreria a Boldwood que as realidades da vida

caseira lhe podiam dizer respeito e que ela, como todas as outras mulheres, tinha momentos vulgares, em que ser menos vista era ser mais belamente recordada. Assim, uma espécie de apoteose ocorria na fantasia de Boldwood, enquanto ela ainda vivia e respirava dentro do seu próprio horizonte, do horizonte de uma criatura perturbada como ele era.(…) Por essa altura, já se tinha habituado a viver apaixonado, a paixão agora sobressaltava-o menos, apesar de o torturar mais, e sentia-se adaptado à situação”.
x
Obrigada Filipe

Thomas Hardy, Longe da Multidão, Lisboa: Publicações Europa-América, 1999 (tradução de Mª Clarissa Tavares), p.113.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Ainda sobre "Longe da multidão"...

Em resposta aos comentários sobre a adaptação cinematográfica da obra de Thomas Hardy, segue um pequeno excerto do filme de 1967 da autoria de John Schlesinger, com a bela Julie Christie no papel de Bathsheba Everdene, acompanhada por Terence Stamp, Peter Finch e o inesquecível Alan Bates de quem sou grande admirador. Nesta breve peça, ouvimos Christie a cantar uma canção tradicional de Wessex.
By the way: recordam-se da cena horrenda, logo no início da película, em que o cão do pastor Gabriel Oak (Alan Bates) conduz as ovelhas para um precipício...?

<