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domingo, 2 de junho de 2019

Marcadores de livros - 1355



Vi este filme de John Schlesinger, com Alan Bates, Terence Stamp, Julie Christie e Peter Finch, quando estreou em Lisboa. A seguir li o livro.
Trad. de Cabral do Nascimento.
Lisboa: Portugália, 1968

Depois li outros livros de Thomas Hardy e já reli este Longe da multidão, há uns anos quando passou no cinema um remake.

sábado, 30 de setembro de 2017

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Ray Bradbury (1920-2012)

O autor de ficção científica Ray Bradbury faleceu hoje em Los Angeles. Não sou leitora deste género literário, mas gostei imenso de Fahrenheit 451 que li (na edição de 1968) depois de ver o filme, dirigido por Truffaut.

Trad. de Mário Henrique Leiria.
Lisboa: Livros do Brasil, 1956. (Argonauta; 33) 
Trad. de Mário Henrique Leiria.
Lisboa: Livros do Brasil, 1968 


Aqui pode-se ver o filme na íntegra: http://www.youtube.com/watch?v=ZriW3CPU9G4

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Mais estatísticas prosimetrónicas - 2


Até à data, é a bela e talentosa Julie Christie que merece o título de maior chamariz destas páginas, já que é um post sobre ela do Filipe V.Nicolau publicado em Abril de 2009 que tem o maior número de visualizações deste blogue: 3.913.
O segundo post mais visitado até hoje é da autoria da nossa M.R., versando sobre René Lacoste e publicado em Julho de 2010: 3.701 visualizações.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Encontro com o cinema britânico: Julie Christie

Julie Frances Christie nasceu em Chukua/Assam (Índia) a 14 de Abril de 1941.

Após uma infância e juventude de rebeldia, vividas na Índia, Inglaterra e França, inscreve-se na Central School of Drama de Londres aos 17 anos. Em 1960, é descoberta por Michael Hayes para a série televisa A For Andromeda. Apesar do sucesso em TV, recebe a primeira proposta para o grande écran apenas dois anos mais tarde: Terence Young deslumbra-se com Christie para o papel de Honey Rider na primeira película de James Bond, mas Albert Broccoli (produção) impõe Ursula Andress como Bond-girl. Outros desafios lançam a jovem actriz para a Sétima Arte: The fast lady (1962), Crooks anonymous (1962) ou Billy Liar (1963) de John Schlesinger ao lado de Tom Courtenay.
Christie afirma-se definitivamente no estrelato cinematográfico a partir de 1965: brilha em Young Cassidy de Jack Cardiff ao lado de Rod Taylor e Maggie Smith. Em Darling, juntamente com Dirk Bogarde e novamente sob a direcção de Schlesinger, interpreta o papel de Diana Scott, premiado com o Óscar para melhor actriz.
Durante as filmagens de Darling, recebe o telefonema que viria a mudar a sua vida: David Lean prepara Doctor Zhivago e convida Christie para o papel de Lara. Seguem-se ainda as participações em obras primas, tais como, Fahrenheit 451 (1966) de Truffaut ou Far from the madding crowd (1967) de John Schlesinger.

A relação com Warren Beatty entre 1968 e 1978 proporciona alguns projectos em comum: McCabe & Mrs. Miller (1971) de Robert Altman ou Heaven can wait (1978). Em Don’t look now, baseado na obra de Daphne du Maurier, Christie impressiona como Laura Baxter ao lado de Donald Sutherland, ainda que o filme se torne conhecido junto do grande público mais através de uma cena de amor bem ousada à luz dos padrões da época do que através da interpretação da leading woman.

Poucas são as propostas interessantes nos anos que se seguem. O comeback dá-se em meados dos anos 80, quando Christie integra séries de TV europeias. O espectador do grande écran revê-a em Hamlet (1996) de Kenneth Branagh, Harry Potter and the Prisoner of Azkaban (2004), Finding Neverland (2004) e, por fim, no papel de uma doente de Alzheimer em Away from her (2006) pelo que é nomeada para o Óscar de melhor actriz.
Al Pacino terá considerado Julie Christie como a “mais poética de todas as actrizes”. Na verdade, a beleza e sensualidade, mas também o seu talento, tornaram Christie num dos maiores ícones do cinema britânico.
Imagens: Julie Christie (1970); em Darling (1965); em Doctor Zhivago (1965); Julie Christie hoje