Prosimetron
Mostrar mensagens com a etiqueta Tibete. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tibete. Mostrar todas as mensagens
sábado, 5 de abril de 2014
Um quadro por dia
Oração da Manhã, 1996, óleo sobre tela, 200x200cm, do mestre realista chinês Chen Yifei ( 1946-2005 ) . Faz parte de uma série dedicada ao Tibete, e vai hoje à praça na Sotheby's de Hong Kong com uma base de licitação entre 2,3 e 3,3 milhões de euros.
terça-feira, 17 de março de 2009
17 de Março de 1959
Há precisamente 5o anos, na sequência da invasão chinesa como já foi aqui abordado pela nossa Ana, e depois de três dias de massacres contra os manifestantes que se tinham juntado à volta doo palácio de Norbulingka para protestar contra o eventual rapto do seu soberano, na noite de 17 para 18 de Março, Tenzin Gyatso, 14º Dalai-Lama e então com 24 anos, decide fugir do Tibete o que faz sob disfarce e acompanhado de um punhado de ministros e leais funcionários. Numa viagem épica, atravessam os Himalaias e chegam à Índia no dia 31 de Março. A resistência tibetana ao invasor chinês durou mais do que a fuga do seu soberano: apenas termina no final do ano de 1960, com o esmagamento dos últimos grupos de resistentes. Entre 1959 e 1960 terão sido mortos 87.000 tibetanos.No seu refúgio indiano de Dharamsala, o Dalai-Lama instala a 2 de Setembro de 1960 um "governo tibetano no exílio" e vai organizando uma crescente diáspora de tibetanos exilados que chega ao longo dos anos aos 100.000, nunca deixando de erguer a sua voz em defesa dos tibetanos oprimidos mas proclamando a não-violência, o que lhe valeu o Prémio Nobel da Paz em 1989.
Em 1991, é promulgada uma constituição que mantém o Dalai-Lama como chefe supremo espiritual e temporal, embora Tenzin Gyatso tenha logo feito uma declaração pela qual abandonará, tal como os outros clérigos, todas as funções administrativas no dia em que regressar ao Tibete.
Actualmente, o Dalai-Lama já não reclama sequer uma independência plena, reivindicando apenas uma autonomia real para o Tibete, com cessação das transferências forçadas de população para outras regiões da China, e respeito pelo património natural e cultural tibetano, bem como a instauração de liberdades democráticas básicas.
segunda-feira, 16 de março de 2009
O primeiro europeu a chegar ao Tibete

No próximo dia 18 de Março, quarta-feira, pelas 19h30m, realiza-se uma palestra sobre o
Padre António de Andrade, ilustre Oleirense e o primeiro europeu a chegar ao Tibete.
António de Andrade nasceu em Oleiros em 1581 e entrou para a Companhia de Jesus com 15 anos. Em 1600 partiu para a Índia como missionário e aí faleceu, em 1634.
A palestra terá como oradores o Professor Doutor José Esteves Pereira, da Academia de Ciência de Lisboa e o Presidente da Câmara Municipal de Oleiros, José dos Santos Marques, contando com a presença, nomeadamente, do Presidente da Academia das Ciências de Lisboa, Professor Eduardo de Arantes e Oliveira.
Casa da Comarca da Sertã
Rua da Madalena, 171-3º
LisboaPadre António de Andrade, ilustre Oleirense e o primeiro europeu a chegar ao Tibete.
António de Andrade nasceu em Oleiros em 1581 e entrou para a Companhia de Jesus com 15 anos. Em 1600 partiu para a Índia como missionário e aí faleceu, em 1634.
A palestra terá como oradores o Professor Doutor José Esteves Pereira, da Academia de Ciência de Lisboa e o Presidente da Câmara Municipal de Oleiros, José dos Santos Marques, contando com a presença, nomeadamente, do Presidente da Academia das Ciências de Lisboa, Professor Eduardo de Arantes e Oliveira.
Casa da Comarca da Sertã
Rua da Madalena, 171-3º
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Biografias, autobiografias e afins - 9

É a primeira grande fotobiografia do Chefe Supremo do Budismo Tibetano, e ex- soberano do Tibete. Imagens de 1939, quando aos 4 anos Tenzin Gyatso foi proclamado o XIVº Dalai Lama, e a procissão atravessou metade do Tibete até chegar a Lassa, bem como imagens da vida em Lassa antes da invasão chinesa, e ainda raras fotografias dos interiores do Potala, o famoso palácio dos soberanos tibetanos. O livro conta com textos de Sua Santidade e de Claudine Vernier-Palliez, e ainda um prefácio de um nome conhecido do budismo em França- Matthieu Ricard.
- Dalaï- Lama, Images d' une vie, Claudine Vernier-Palliez, Éditions Hoëbecke, 120p, 250 fotos, 30 euros.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
