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domingo, 26 de outubro de 2025

Os meus franceses - 1084

Segundo nos informou Fernando Firmino, ontem foi Dia da Ópera, que tem amantes entre os prosimetronistas, e que Bizet nasceu há 187 anos, aqui fica uma ária de Les pêcheurs de perles na voz de Tino Rossi. 


sábado, 30 de março de 2019

Os meus franceses - 679

Esta rubrica hoje é dedicada a Agnès Varda, tal como a nossa última vinheta de março:


Escolho Jacquot de Nantes, um filme-documentário que adoro, um dos únicos dvd que comprei e guardo:
.
Espero que a Cinemateca dedique uma retrospetiva a Agnès Varda e publique um catálogo da sua obra. No ano passado, o cinema Ideal programou um ciclo para celebrar os 90 anos da cineasta.


terça-feira, 5 de julho de 2016

segunda-feira, 9 de abril de 2012

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

domingo, 24 de janeiro de 2010

Ao jantar...

O meu desejo cumpriu-se:
-Jantar com vistas para a cidade. A alternativa era o restaurante D. Luís. Entrei e no início do jantar começou a tocar esta música, uma das músicas queridas dos meus pais que a dançavam como mais ninguém... Obrigada.



Outra versão que não era ouvida pelos meus pais.

domingo, 25 de outubro de 2009

Après toi je n'aurai plus d'amour


Esta é uma das muitas canções de época que integram a banda sonora de Jacquot de Nantes, filme de Agnès Varda, sobre as memórias de infância e juventude de Jacques Demy, passadas na sua Nantes natal (e pelo Loire, durante a Guerra) e até ir para Paris estudar cinema.
«Se todo o filme é (deve ser) um acto de amor, Jacquot de Nantes é-o num duplo sentido. Primeiro como filme "em si", pois Jacquot de Nantes é, para mim, o melhor (apetece-me dizer, o mais bonito) dos filmes de Agnès Varda, no recorte dos personagens, na construção temporal, deslizando pelos anos com uma serenidade absoluta, no jogo que estabelece entre a cor e o preto e branco [...], e entre a narrativa própria e os corpos "estranhos" (refiro-me aos segmentos dos filmes que lá aparecem, de Les Parapluies de Cherbourg a Une Chambre en Ville). E em segundo lugar porque tem por "objecto" o homem da sua vida: Jacques Demy [...]. Da conjugação destes dois factores resulta um dos mais perfeitos exemplos de um "ciné-mémoire", que não deve ser entendido com uma reconstituição de época nostálgica de que se usa e abusa hoje em dia.» ( Manuel Cintra Torres, na folha de sala)
Este filme, preparado quando Jacques Demy já se encontrava doente e estreado em 1991, passou 6.ª feira à noite na Cinemateca. Na 2.ª feira, pelas 19h30, será exibido L'Univers de Jacques Demy, também de Agnès Varda.

domingo, 11 de janeiro de 2009