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sábado, 17 de outubro de 2009

"Um Amor de Perdição" é o candidato português ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro


O novo Presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nos EUA, Tom Sherak, anunciou esta quinta-feira as 65 candidaturas dos vários países ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro. Para além de considerações sobre a forma de candidatura (nomeações dos países, um candidato por país independentemente de mérito e produção relativas, candidaturas separadas da China e Hong-Kong), eis algumas notas.
Portugal apresenta "Um Amor de Perdição" / "Doomed Love", de Mário Barroso, que já foi referido aqui no Prosimetron em http://prosimetron.blogspot.com/2009/04/cinenovidades-39-um-amor-de-perdicao.html e http://prosimetron.blogspot.com/2009/04/ainda-um-amor-de-perdicao.html.
Internacionalmente, está a ser dado destaque às indicações da Alemanha ("The White Ribbon", de Michael Haneke, o vencedor do Festival de Cannes, referenciado em http://prosimetron.blogspot.com/2009/05/white-ribbon-de-michael-haneke-vence.html), da França (''Un Prophete'', de Jacques Audiard), e da Coreia do Sul ("Mother", de Joon-ho Bong).
Notas adicionais para os realizadores indigitados pela China (Chen Kaige, cujo "Adeus, Minha Concubina" venceu a Palma de Ouro de Cannes em 1993 e foi nomeado para dois Óscares), Espanha (Fernando Trueba, vencedor em 1993 com "Belle Époque") e Itália (Giuseppe Tornatore, vencedor em 1989 com "Nuovo Cinema Paradiso") .
Como curiosidade, países com quem os EUA possuem relações diplomáticas relativamente tensas apresentaram também as suas candidaturas: é o caso do Irão ou da Venezuela (mas não da Coreia do Norte; aliás, a lista da Academia indica tão somente "Coreia").
A lista integral pode ser vista no endereço da Academia, em http://www.oscars.org/press/pressreleases/2009/20091015.html
As nomeações serão anunciadas a 2 de Fevereiro de 2010.

domingo, 26 de abril de 2009

Ainda Um Amor de Perdição


E na passada quinta-feira estreou-se este Um Amor de Perdição do Mário Barroso. Fui ver, acompanhado por alguns amigos aqui do blogue, e gostei muito. Uma economia narrativa exemplar, pois que o filme nem chega à hora e meia, e as várias soluções adoptadas são convincentes: as cartas são substituídas pelas sms, os apelos a Teresa transformados em grafitti- " A submissão é uma ignomínia", estando esta quase invisível durante todo o filme.
A condição privilegiada de Simão e Teresa também ela é representada exemplarmente, sem os excessos de criadagem e mesas de pequeno-almoço à novela brasileira que hoje dominam a nossa produção novelesca , apostando-se antes em interiores sóbrios mas que cheiram a "old money". E, como já tinha escrito, Tomás Alves e Catarina Wallenstein estão em estado de graça. Um Amor de Perdição adaptado para a contemporaneidade que não desvirtua nem ofende o original. Aliás, até me deu vontade de reler a pequena obra-prima de Camilo.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Cinenovidades - 39 : Um Amor de Perdição

Mais uma adaptação do romance português mais vezes adaptado para teatro e cinema. Desta vez, foi Mário Barroso quem se aventurou em terras camilianas neste filme já envolto em alguma polémica dada a transposição da história para os nossos dias operada pelo cineasta. Tomás Alves e Catarina Wallenstein em estado de graça, bem acompanhados por valores seguros ( Virgílio Castelo, Ana Padrão, Ana Moreira, Rui Morison ) . Estreia dia 23. Vamos ver?